Estadão Analisa com Roseann Kennedy

Estadão
undefined
Sep 10, 2022 • 23min

Tecnologia #236: #Start Eldorado: rumo ao futuro mais digital

O Start Eldorado fala das tendências da digitalização dos negócios e da sociedade, visão open e inovação com Guilherme Issa, da consultoria Roland Berger. A apresentação é de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.
undefined
Sep 9, 2022 • 28min

A morte de Elizabeth II e o futuro da monarquia britânica

É uma era que chega ao fim. Rainha Elizabeth II faleceu, aos 96 anos, nesta quinta-feira (8) na casa de férias da família real em Balmoral, na Escócia. À frente da coroa britânica por sete décadas, foi a monarca que ficou por mais tempo no poder. Por conta do longo período, sua imagem se tornou uma espécie de símbolo da família real. Sua morte foi recebida com tristeza por todo o mundo. A notícia, contudo, não é surpresa. A rainha quase centenária já vinha apresentando problemas de saúde há alguns meses, levando-a a cancelar diversos compromissos. Sua última aparição pública foi na terça-feira (6), quando nomeou a nova primeira-ministra britânica Liz Truss. Durante os 70 anos no poder, Elizabeth II foi protagonista de alguns fatos importantes para a história de seu país. Presenciou o mandato de 15 primeiros-ministros diferentes. Em 1982, recebeu o Papa João Paulo II em seu país, durante a primeira visita de um Papa ao Reino Unido depois de 450 anos. Mais recentemente, em 2013, a Rainha também autorizou a criação de uma lei que permitia o casamento entra pessoas do mesmo sexo. Após sua morte, a pergunta que fica é o que será da monarquia sem Elizabeth II. Até agora, o que se sabe é que seu sucessor é Charles, filho mais velho da rainha, mas a coroação ainda pode levar meses. Neste episódio, conversamos com Paulo César Marins, doutor em história pela USP, sobre a vida da rainha mais longeva do Reino Unido e sobre os próximos passos da coroa. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Letícia Pille Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
undefined
Sep 8, 2022 • 28min

7 de Setembro ou ato de campanha de Bolsonaro?

Assim como em 2021, o presidente Jair Bolsonaro não perdeu a oportunidade de transformar as comemorações de 7 de setembro em um ato político. Desta vez, porém, em período e sob a lei eleitoral. Bolsonaro começou com um desfile militar em Brasília, seguido de discurso aos presentes em um ato na Esplanada.  Acompanhado da esposa, Michelle, e de outros apoiadores, como o empresário Luciano Hang, Bolsonaro foi aplaudido ao falar sobre Deus, liberdade, Auxílio Brasil, eleições e também sobre o fato de ser “imbroxável”. A primeira-dama, numa tendência adotada pela campanha eleitoral do presidente, também participou ativamente do evento e fez um discurso breve e de cunho religioso. Ao longo do dia, outros atos aconteceram em diversas cidades do Brasil. Neles, muitos apoiadores carregavam faixas com dizeres antidemocráticos como pedidos de intervenção militar e destituição do Supremo Tribunal Federal (STF).  Em São Paulo, a movimentação bolsonarista aconteceu na Avenida Paulista. No Rio de Janeiro, local onde Bolsonaro esteve presente à tarde, ele aproveitou para criticar seu atual adversário eleitoral, o ex-presidente Lula. Outros presidenciáveis, em resposta às falas de Bolsonaro, se pronunciaram contra o presidente. Lula disse que ainda tem fé que o Brasil irá reconquistar sua bandeira. Ciro, via redes sociais, afirmou que ninguém será capaz de roubar nossa liberdade. Já Simone Tebet criticou a postura machista de Bolsonaro durante seu discurso. Neste episódio vamos analisar o impacto desses atos na corrida eleitoral com o professor de Filosofia da FAAP e Coordenador do Núcleo de Filosofia Política do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC-SP, Luiz Bueno. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Letícia Pille Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
undefined
Sep 7, 2022 • 43min

Eduardo Bueno: ‘Independência do Brasil foi obra do Centrão’

Há exatos 200 anos, no dia 7 de setembro de 1822, D. Pedro I proclamava, às margens do Rio Ipiranga, “independência ou morte''. Seu grito pela liberdade, que mais tarde ficou conhecido como Grito do Ipiranga, foi o momento em que o Brasil deixou de ser posse de Portugal para se tornar um império autônomo, com suas próprias regras e seu próprio imperador - que viria a ser o próprio D. Pedro I. Mas a data, apesar de simbólica, é só um marco dentro de um amplo processo histórico. A pressão pela separação de Brasil e Portugal já vinha se acumulando há anos, desde 1808, quando a corte portuguesa mudou-se para o Brasil, fugindo da ocupação de Napoleão Bonaparte.  Com a vinda da família real, muita coisa mudou. Foi um momento de transformações culturais, sociais e econômicas muito grandes. Pouco depois, em 1815, D. João VI, pai de D. Pedro I, passou o Brasil da condição de colônia para um império de Portugal. E a decisão, claro, não agradou a corte portuguesa, que via seu domínio e controle cada vez menor sobre o que acontecia por aqui. Com a escalada de pressão e divergências entre os dois impérios, tudo culminou na formulação da declaração de Independência, por José Bonifácio. Quis a história, e o tempo de envio da carta, que ela chegasse a D. Pedro I no dia 7 de setembro de 1822, durante o deslocamento do primeiro Imperador do Brasil para São Paulo, nas proximidades do Rio Ipiranga. Neste episódio, conversamos sobre a importância desta data para o País com o jornalista e escritor Eduardo Bueno. Autor de livros como “Brasil: Uma História” e do canal ‘Buenas ideias’, no Youtube, Bueno fala sobre os mitos e as verdades por trás desse dia que mudou os rumos do Brasil. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte, Francielle Oliveira e Letícia Pille Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
undefined
Sep 6, 2022 • 23min

O teor alarmista do 7 de Setembro e seus riscos

Se em outros governos as comemorações de 7 de Setembro eram apenas ações protocolares, com Jair Bolsonaro o cenário mudou. O atual presidente tem usado o dia da Independência para mobilizar seus apoiadores e levantar bandeiras importantes para o seu mandato. Este ano, com as eleições se aproximando, Bolsonaro pretende usar as manifestações também como demonstração de força para seus eleitores, que há meses veem seu candidato atrás nas pesquisas eleitorais. Entre os diversos atos convocado ao redor do País, Bolsonaro estará presente no Rio de Janeiro. Por lá, a programação desta quarta-feira, 7, contará com show da Esquadrilha da Fumaça, salto de paraquedistas, apresentação de bandas militares e execução de salva de tiros, segundo o Ministério da Defesa.  Apesar do teor comemorativo vendido pelo governo, o clima é de tensão. Para evitar possíveis conflitos, o governo do Distrito Federal montou um esquema de segurança sem precedentes para as manifestações, e contará com o apoio da Polícia Militar do DF, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal e Força Nacional.  Neste 7 de Setembro, enquanto Bolsonaro está no Rio de Janeiro, outros presidenciáveis estarão cumprindo sua agenda eleitoral em outros cantos do País. Lula, no Norte do País, participará de atos com apoiadores no Pará. Ciro Gomes cumprirá agenda em São Paulo e Simone Tebet estará em Porto Alegre. Em resposta aos atos bolsonaristas, grupos de oposição convocaram mobilizações para este sábado, 10. No episódio de hoje do Estadão Notícias vamos conversar sobre o assunto com a doutoranda em Ciência Política pela USP e pesquisadora do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP), Lilian Sendretti. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Letícia Pille Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
undefined
Sep 5, 2022 • 24min

O desafio do próximo presidente para alavancar o SUS

A pandemia da Covid-19 trouxe aos brasileiros a percepção da importância de um Sistema Único de Saúde forte. Com a atenção focada na nossa saúde pública, ficou evidente para a população os diversos gargalos que precisam ser enfrentados daqui para frente. Além disso, os últimos anos vêm sendo marcados por surtos e novas doenças, como a varíola dos macacos.  A própria Covid-19 gerou uma série de consequências ao Sistema Único de Saúde (SUS). Grande parte da população deve utilizar o sistema para tratamento das sequelas do vírus. Outra questão é o atraso no atendimento, diagnóstico e agendamento de cirurgias de outras doenças, como o câncer. E claro, que a vacinação deve continuar. De acordo com dados do Ministério da Saúde, a cobertura vacinal da população vem despencando. A gestão caótica da saúde no governo de Jair Bolsonaro, PL, já é munição para os adversários. O presidente tenta contornar a situação em seu plano, onde afirma que a atenção primária continuará sendo um foco importante se reeleito.  Já o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, PT, planeja continuar com a principal bandeira dos governos petistas, o fortalecimento do SUS. Simone Tebet, do MDB, pretende restabelecer de forma gradual a participação da União no financiamento do SUS. Ciro Gomes, PDT, pretende melhorar os serviços de saúde com a reconstrução do SUS e modernização da atenção primária. Estas são algumas das propostas dos candidatos, mas na prática os desafios de melhorias na saúde ainda são grandes.  Episódio de hoje do Estadão Notícias discute os desafios na área da saúde pública no Brasil numa conversa com o especialista da FGV Saúde, Adriano Massuda. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Francielle Oliveira Montagem: Moacir Biasi Tags: saúde, SUS, gestão, vacina, covid-19, atendimento, público, privadoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
undefined
Sep 3, 2022 • 25min

Tecnologia #235: #Start Eldorado: seguros inteligentes

Inovação e transformações digitais em prol de produtos mais inteligentes e personalizados, atendimento mais suave e clientes mais fidelizados e satisfeitos. As seguradoras investem forte em inteligência de dados, inclusive na atenção a sinistros, para entender o perfil do público e dos serviços mais demandados e também no ponto de empoderamento digital dos corretores. O Start Eldorado recebe Adilson Lavrador, diretor-executivo de Operações, Tecnologia e Sinistros da Tokio Marine, que conversa com o apresentador Daniel Gonzales. No rádio, o programa vai ao ar às 21h, toda quarta-feira, na Eldorado FM 107,3 - SP.See omnystudio.com/listener for privacy information.
undefined
Sep 2, 2022 • 38min

O céu e o inferno na campanha de Bolsonaro

Jair Bolsonaro (PL) teve motivos para sorrir, nesta quinta-feira, com a notícia de que o PIB brasileiro cresceu 1,2% no segundo trimestre do ano, acima dos 0,9% que eram previstos pelos especialistas. O crescimento aconteceu em praticamente todos os segmentos, com destaque para a indústria e o setor de serviços. Mas, nem tudo são flores. O atual presidente teve que lidar com uma apuração do portal UOL, que revelou que ele e sua família adquiriram, em três décadas, 51 imóveis com dinheiro vivo. Apesar de não ser ilegal, os órgãos de controle dizem que essa forma de pagamento torna difícil ou até impossível rastrear se a origem é lícita. E o debate na Band TV continua rendendo louros para Simone Tebet (MDB). Com um bom desempenho, a senadora foi a que mais conquistou seguidores nas redes sociais após o encontro. No entanto, precisa lidar com alguns esqueletos. Crítica do orçamento secreto, Tebet precisou lidar com a informação de que a sua vice, Mara Gabrilli (PSDB), recebeu 19 milhões através do dispositivo. Quem também teve que lidar com um momento de “sincericídio”, nesta semana, foi Ciro Gomes (PDT). Em um evento com empresários, no Rio de Janeiro, o pedetista disse que aquele era "comício para gente preparada" e disse que seria um "serviço pesado" falar sobre os mesmos temas na favela. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias, Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.
undefined
Sep 1, 2022 • 24min

Conteúdo patrocinado: Como se destacar no mercado de trabalho

Todo mundo já teve um momento na carreira profissional em que foi necessário atualizar seu currículo. Talvez esse seja até um momento tenso, afinal como potencializar o seu perfil profissional e se tornar mais atraente para as empresas? Esse é o assunto do podcast que hoje. A jornalista, Bárbara Guerra, conversou com a CEO do Infojobs, Ana Paula Prado, sobre dicas e orientações práticas para quem está à procura de uma oportunidade. Ouça agora!See omnystudio.com/listener for privacy information.
undefined
Sep 1, 2022 • 31min

Tema da corrupção vai ‘virar voto’ nas eleições?

Mensalão, Petrolão, Rachadinhas, Pastores do MEC, pagamento de imóveis com dinheiro vivo e orçamento secreto. Esses escândalos, diretamente ligados à corrupção, devem ficar cada vez mais frequentes nas campanhas eleitorais. Uma amostra disso foi o debate realizado no último domingo, 28, em um pool da Rede Bandeirantes, TV Cultura, portal UOL e o jornal Folha de S. Paulo. Jair Bolsonaro (PL) já adotou essa estratégia, ao relembrar os crimes cometidos contra o dinheiro público nas gestões petistas. O objetivo é um só: tentar minar a superioridade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas pesquisas. A ideia é instaurar o clima do antipetismo que foi o ingrediente principal para a eleição do atual presidente em 2018. Fato é que os dois mais bem posicionados nas pesquisas eleitorais tem teto de vidro, e isso é constantemente relembrado pelos outros candidatos. Nesta semana, uma reportagem do UOL mostrou que quase metade do patrimônio em imóveis do presidente Bolsonaro e de seus familiares mais próximos foi construída nas últimas três décadas com uso de dinheiro em espécie.  Até o momento Lula tem sido bastante cobrado pela corrupção ocorrida em gestões petistas. Já Bolsonaro, quase não tem sido interpelado em sabatinas sobre o mau uso do dinheiro público. Afinal, quem tem mais a perder com o assunto corrupção? Como as campanhas devem explorar o tema, sem que ele se volte contra o seu candidato? Episódio de hoje do Estadão Notícias, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político, Antônio Lavareda. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Francielle Oliveira Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

The AI-powered Podcast Player

Save insights by tapping your headphones, chat with episodes, discover the best highlights - and more!
App store bannerPlay store banner
Get the app