

Estadão Analisa com Roseann Kennedy
Estadão
O podcast do Estadão traz a colunista Roseann Kennedy em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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Aug 31, 2022 • 26min
Fim do rol taxativo da ANS: quem ganha, quem perde
O Senado aprovou na última segunda-feira, 29, o projeto de lei que obriga planos de saúde a cobrir tratamentos que estão fora da lista obrigatória de procedimentos estabelecida pela Agência Nacional de Saúde (ANS), o chamado rol taxativo. Agora, com a decisão do Senado, entra em cena o rol exemplificativo, que é mais amplo e permite a entrada de novos tratamentos. O Congresso Nacional se debruçou sobre o tema após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidir, em junho deste ano, restringir os procedimentos oferecidos pelas operadoras de planos de saúde no País. A ANS se posicionou favorável, assim como o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. A avaliação do STJ causou reação contrária entre entidades de defesa de pacientes e grupos de pais de crianças com deficiência. Celebridades e influenciadores digitais como Luísa Sonza e Pabllo Vittar aderiram a campanha contra a mudança na lista de procedimentos obrigatórios. A mobilização ainda foi encabeçada pelo apresentador Marcos Mion, que é pai de um jovem autista. As operadoras de planos de saúde já reagiram à última decisão, segundo representantes da categoria, o projeto abre o acesso a terapias sem comprovação de segurança, ainda argumentam que a mudança pode levar a um aumento no valor das mensalidades e migração de beneficiários para o Sistema Único de Saúde (SUS). Episódio de hoje do Estadão Notícias debate o assunto numa conversa com o professor da FGV Direito Rio, Gustavo Kloh. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Francielle Oliveira Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 30, 2022 • 28min
Protagonismo feminino pode mudar a eleição?
O primeiro debate entre presidenciáveis foi realizado no último domingo, 28, em um pool da Rede Bandeirantes, TV Cultura, portal UOL e o jornal Folha de S. Paulo. Além dos embates entre o atual presidente Jair Bolsonaro, PL, e do ex-presidente Lula, PT, uma resposta de Bolsonaro à jornalista Vera Magalhães repercutiu pelo teor misógino. Na ocasião, apenas as candidatas mulheres foram solidárias à jornalista após a agressão. As duas candidatas à presidência não fugiram dos enfrentamentos, Tebet bateu na tecla da má gestão do atual governo e lembrou das corrupções das administrações petistas. Soraya, se posicionou em relação à misoginia e disse que defende as mulheres em todas as situações de adversidades. Outra questão abordada no debate foi sobre a formação de um Ministério com paridade em relação aos homens. Lula não quis assumir um compromisso em ter 50% de mulheres à frente das pastas, caso seja eleito. Já Tebet assumiu o compromisso. Na França este assunto já é debatido, no atual governo de Emmanuel Macron, 13 mulheres ocupam os cargos mais altos do governo, ante 14 homens. A paridade entre homens e mulheres no primeiro escalão do governo seria fundamental para a melhoria da nossa democracia? Como um presidente pode ser indutor de políticas para mulher? E de que maneira o debate mexe com as estratégias das campanhas a partir de agora? Episódio de hoje do Estadão Notícias debate o assunto com Ana Claudia Farranha, Professora Associada de Direito da Universidade de Brasília, Doutora em Ciências Sociais pela UNICAMP, e pesquisadora visitante da Universidade de Oklahoma. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Francielle Oliveira Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 29, 2022 • 33min
O apelo da agenda ambiental nessas eleições
A busca por fontes de energia mais limpa, o combate ao desmatamento, a redução da emissão de gases de efeito estufa e a fiscalização de crimes ambientais. Essas pautas são importantes para o País, mas o que será que os candidatos à Presidência da República realmente estão planejando em seus planos de governo? A agenda ambiental vai ganhar o protagonismo que merece? A retórica pode até iludir, especialmente em período de campanha, mas o retrato do governo Bolsonaro na área ambiental é o pior possível. Os recordes de desmatamento na Amazônia e no Cerrado, o afrouxamento na fiscalização, o desmonte de órgãos que atuam na área são alguns pontos que tendem a fragilizar o discurso do presidente. Ainda assim, seu plano de governo traz algumas linhas sobre política ambiental e promete conciliar a preservação com o desenvolvimento econômico.Já o candidato mais bem colocado nas pesquisas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dá ênfase a “defender a Amazônia da política de devastação posta em prática pelo atual governo”. O candidato do PDT, Ciro Gomes, aposta na transformação da Petrobras em uma empresa de desenvolvimento de energia limpa entre suas metas. A candidata Simonet Tebet (MDB) diz que em seu governo o Brasil lideraria a geopolítica mundial com base na sustentabilidade e na economia verde. No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, 29, vamos falar sobre as prioridades ambientais do País e os temas que devem ser levados em conta pelos candidatos numa conversa com a jornalista de meio-ambiente e ciência, autora do podcast Tempo Quente (Rádio Novelo), Giovana Girardi. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 27, 2022 • 24min
Tecnologia #234: #Start Eldorado: Agro open, inteligente e conectado
As inovações no campo com a hiperconectividade sustentando a transformação digital neste setor que representa mais de 25% do PIB brasileiro. Grandes empresas investem na importância de se trabalhar com parcerias - incorporando soluções digitais das agtechs para fomentar esse movimento em direção ao Agro 4.0 e o aumento da produção. O Start Eldorado desta semana fala sobre isso e sobre as expectativas da chegada da conectividade 5G ao campo com o especialista em agricultura digital e gerente de Inovação Digital da BASF, Eduardo Menezes Barbosa. O programa vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, com a apresentação de Daniel Gonzales, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 26, 2022 • 35min
A campanha na TV e o rescaldo da operação contra empresários
O horário eleitoral gratuito das eleições vai iniciar nesta sexta-feira, 26, no rádio e na televisão. Ele tem duração até o dia 29 de setembro. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem o maior tempo diário dentre todos os candidatos, por ter a maior coligação. Serão 3 minutos e 39 segundos de fala, com 287 inserções. Apesar da ampliação do alcance das redes sociais, a TV e o rádio ainda são considerados por especialistas, políticos e marqueteiros de todas as campanhas os instrumentos mais poderosos do processo eleitoral, e por isso estão no centro das estratégias. E talvez essa seja a única forma de saber como o candidato pensa. O primeiro debate entre os presidenciáveis, que deve acontecer neste domingo (28), pode não ter a presença dos dois mais bem colocados nas pesquisas eleitorais. Lula já confirmou sua presença. Jair Bolsonaro sinalizou que pode ir. O atual presidente e o petista também não confirmaram, ainda, a presença no debate do SBT/Estadão no dia 24 de setembro, e nem nas sabatinas realizadas pelo jornal a partir de 16 de setembro. Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) já informaram que vão comparecer em todos os eventos. Ainda nesta semana, uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, colocou mais combustível na “quentura”das eleições. O magistrado determinou que a Polícia Federal cumprisse mandados de busca e apreensão em endereços de oito empresários bolsonaristas que compartilharam mensagens golpistas em um grupo de mensagens virtuais. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias, Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 25, 2022 • 44min
'Cenários com Sonia Racy': Sustentabilidade na pecuária, agricultura e produção de ovos
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe o presidente do Grupo Mantiqueira, Leandro Pinto. O empresário fala sobre a trajetória de 35 anos da sua empresa, maior produtora de ovos da América Latina, e da urgência de práticas sustentáveis para os negócios e o planeta.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 25, 2022 • 22min
Uso maior de plebiscitos qualificaria nossa democracia?
A maioria das mudanças em nosso País é decidida via Congresso Nacional, por meio de leis e emendas propostas e votadas pelos deputados e senadores. Entretanto, existem dois mecanismos de consulta popular para saber a opinião do povo sobre algum assunto: o referendo e o plebiscito. No caso de um referendo, o Congresso Nacional apresenta à população um projeto pronto, e cabe aos eleitores acatar ou rejeitar a proposta. Em 2005, por exemplo, a população teve que decidir sobre a proibição da comercialização de armas de fogo e munição em todo o território nacional, a maioria votou não. O plebiscito é uma forma de consulta popular em que os cidadãos são provocados antes de uma lei ser constituída. Em 1993, a jovem democracia brasileira teve que passar por essa escolha sobre a forma de governo do País. O Brasil escolheu a república presidencialista, que é o nosso atual sistema de governo. Essa questão da consulta popular foi trazida pelo candidato à presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, em entrevista ao Jornal Nacional. O ex-ministro defendeu a adoção de um “plebiscito programático” para solucionar os problemas políticos de difícil definição. Afinal, a maior participação popular nas decisões qualificaria nossa democracia? Ou há o risco de enfraquecer o Congresso Nacional? No episódio desta quinta-feira, 25, vamos analisar essa questão numa conversa com Leandro Consentino, cientista político e professor do Insper. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 24, 2022 • 36min
Tite: “Seleção brasileira é um patrimônio cultural, não partidário”
Neste ano, o brasileiro se prepara para um evento importante, daqueles que mexem com o sentimento e a paixão do povo. Calma! Não estamos falando das eleições presidenciais, e sim, da Copa do Mundo, que este ano ocorre no mês de novembro, no Qatar. A expectativa é enorme para que o País conquiste a sexta estrela e volte a dominar o futebol de seleções no mundo. Esta será também a última oportunidade do técnico Tite conquistar a tão sonhada taça. “Hoje, temos 80% a 85% da lista para a Copa do Mundo definida”, destaca Tite, que deixa o comando do Brasil depois da Copa. E a trajetória que trouxe Tite até aqui não foi das mais fáceis. Eliminado nas quartas de final na Copa do Mundo da Rússia, em 2018, a pressão sobre o gaúcho aumentou para a conquista do hexa, que sem medo de cravar diz: “A seleção brasileira é Neymardependente”. O Estadão Notícias, hoje, traz uma entrevista exclusiva com o técnico da Seleção Brasileira, Tite. No bate papo, ele falou sobre as expectativas para o mundial, e também analisou o momento político do País. “Minha resposta continua a mesma: não vou à Brasília se ganhar a Copa do Mundo”, conclui. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 23, 2022 • 23min
Cara de 2º turno? O potencial de votos de Lula e Bolsonaro
O conjunto recente de pesquisas eleitorais mostra um cenário estabilizado na disputa presidencial, com um leve crescimento do presidente Jair Bolsonaro (PL) nas intenções de voto. O ex-presidente Lula (PT), porém, não tem perdido pontos e mantido um patamar que lhe possibilita sonhar com uma vitória ainda no primeiro turno. O estreitamento se dá no campo fora da polarização, que já arregimentou cerca de 30% das preferências e, hoje, mal chega a 10%. Isso é sinal de que o primeiro turno terá, de fato, cara de segundo?A última pesquisa realizada por telefone BTG Pactual/Instituto FSB pesquisas, mostra Lula na liderança com 45%, na pesquisa estimulada. O percentual do petista é o mesmo registrado pelo instituto na sondagem da semana passada. Em segundo lugar, oscilando positivamente dois pontos, está o presidente Jair Bolsonaro, com 36%. A pesquisa também mostrou o efeito do Auxílio Brasil “turbinado”. Bolsonaro tem 31% das intenções de voto entre os beneficiários do Auxílio Brasil, programa que substituiu o Bolsa Família. No levantamento anterior, ele tinha 24% neste grupo. Lula segue à frente nas intenções de voto desse segmento, com 52%. Mas já chegou a ter 73%. O espaço para grandes mudanças está cada vez menor nesta campanha presidencial? Teremos, de fato, um segundo turno já no primeiro? Que papel podem cumprir candidatos como Ciro Gomes e Simone Tebet? No episódio do podcast desta terça-feira, 23, vamos falar sobre o que deve acontecer nas próximas semanas com o início da propaganda eleitoral no rádio e na TV, para isso convidamos Tathiana Chicarino, Cientista Política e professora da Fundação Escola de Sociologia e Política de SP. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 22, 2022 • 27min
A pauta identitária nas eleições e o aumento de candidatos pretos
Segundo os dados do Tribunal Superior Eleitoral, a eleição deste ano deverá ser a mais representativa da democracia. Este será o pleito em que há mais negros se candidatando do que brancos, 49,6% do total de concorrentes se autodeclararam pretos ou pardos e 48,8%, brancos. Das 27.667 candidaturas registradas, 13.732 são de pessoas negras, 558 a mais que há quatro anos atrás. Os números estão longe de serem os ideais, já que 56,2% dos brasileiros se declararam como pretos ou pardos, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2019. Mas o que será que pode estar provocando essa mudança de perfil? O ponto chave foi a decisão do TSE, no final do ano passado, que estabeleceu novas regras de distribuição dos recursos do fundo eleitoral. Agora, as legendas precisam distribuir o dinheiro do fundo para financiamento de campanha e o tempo de TV para propaganda de forma proporcional para candidatos negros e brancos. Se uma legenda tem 50% dos postulantes que se identificam dessa forma, por exemplo, metade dos recursos deve ser direcionada a essas candidaturas. Além disso, a partir deste ano os votos dados a candidatas mulheres ou a candidatos negros para a Câmara dos Deputados serão contados em dobro na definição dos valores do fundo partidário e do fundo eleitoral distribuídos aos partidos políticos. A medida será válida até 2030. Só que na prática nem tudo vem ocorrendo da forma como devia. O Estadão apurou que um grupo de 33 deputados candidatos à reeleição mudou de cor ao disputar a eleição deste ano. Em 2018, eles se declararam brancos e, em 2022, se apresentaram à Justiça Eleitoral como pardos. De que maneira a pauta identitária se coloca nessas eleições? O aumento de candidatos pretos e pardos significa, necessariamente, uma transformação de um ambiente político majoritariamente branco e masculino? Sobre estes temas vamos conversar com a professora da UFRB (Universidade Federal do Recôncavo Baiano), pesquisadora dos temas das desigualdades de gênero, raça, classe e feminismo negro, Angela Figueiredo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.


