Estadão Analisa com Carlos Andreazza

Estadão
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Sep 21, 2021 • 25min

Gesto de desespero? O aumento do IOF de olho na reeleição

Desde a campanha, o presidente Jair Bolsonaro rechaçou a possibilidade de aumento de impostos durante seu governo. Porém, na semana passada, o governo decidiu aumentar o Imposto sobre Operações Financeiras, ou IOF, que incide sobre operações de crédito. As novas alíquotas já começaram a valer desde ontem para pessoas físicas e jurídicas e serão aplicadas até 31 de dezembro de 2021. Para as pessoas físicas o aumento foi de 3% ao ano para 4,08%. Já para as pessoas jurídicas, a alíquota anual passa de 1,5% para 2,04%. De acordo com o Ministério da Economia, os valores arrecadados serão utilizados para custear o Auxílio Brasil, programa do governo que deve substituir o Bolsa Família. Segundo a pasta, os gastos com o novo programa terão um acréscimo de um bilhão e 600 milhões de reais na despesa obrigatória de caráter continuado do governo federal. Além disso, a Lei de Responsabilidade Fiscal determina que é necessário indicar a fonte para custear o aumento dessa despesa. Para o próximo ano, esse dinheiro, segundo o governo, virá da recriação do imposto de renda sobre lucros e dividendos, que está em discussão no Senado. Entre as operações de crédito que passarão a cobrar mais imposto estão o cheque especial, o cartão de crédito, o crédito pessoal e os empréstimos para empresas. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta terça-feira, vamos entender mais sobre os bastidores desse movimento de aumento do IOF feito pelo governo federal com editora do Estadão/Broadcast e colunista da Rádio Eldorado, Silvia Araújo. E para falar sobre o impacto do aumento do IOF nas contas dos brasileiros, vamos conversar com a pesquisadora de finanças públicas do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, Juliana Damasceno. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Sep 20, 2021 • 28min

Quais acusações Bolsonaro enfrentará no relatório da CPI da Covid?

Desde o mês de abril, quando foi oficialmente instalada no Senado Federal, a CPI da Pandemia prendeu a atenção da população com atualizações diárias sobre a condução da pandemia pelo governo federal. Após quase cinco meses de trabalho, o relatório final deve ser entregue até o final da semana. A investigação foi prorrogada por mais três meses no dia 14 de julho, e pode ser finalizada até o dia 5 de novembro. Segundo o senador Renan Calheiros, relator da comissão, o grupo pretende entregar o documento na quinta ou sexta-feira desta semana. A pedido da CPI, um grupo de juristas analisou depoimentos e toda a documentação da CPI e entregou, na última semana, um relatório com os possíveis crimes cometidos pelo presidente Jair Bolsonaro na condução da pandemia. Este deve ser um dos capítulos do relatório. O parecer também aponta outros crimes que teriam sido cometidos por Bolsonaro, como infração de medida sanitária preventiva, charlatanismo; incitação ao crime; prevaricação e crime contra a humanidade. Autor do pedido para os juristas, o senador Alessandro Vieira, garantiu que há elementos suficientes para um pedido de impeachment do presidente. Quem nos traz mais detalhes sobre o relatório da CPI da Covid é a repórter do Estadão, em Brasília, Julia Affonso. No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, vamos conversar sobre o impacto do relatório final da CPI e as consequências políticas para Bolsonaro com Leandro Consentino, cientista político do Insper. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Sep 18, 2021 • 26min

Tecnologia #185: #Start Eldorado: Tecnologia nos bancos para entender o momento do cliente

A jornada digital do cliente, com produtos personalizados e oferecidos por meio de inteligência artificial, baseada em uma intensa análise dos dados para entender o que cada pessoa realmente precisa e tornar as relações com as instituições bancárias mais produtivas, dependendo de cada momento da vida. O head do BTG+, Rodrigo Cury, é o convidado desta noite do Start Eldorado, em mais uma entrevista da "Start Infra Week". Com ele e com Luciano Moizio, diretor de tecnologia da NEC, falaremos ainda de proteção dos dados e os próximos desafios do Open Banking. O Start Eldorado vai ao ar às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP, com a apresentação de Daniel Gonzales, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Sep 17, 2021 • 26min

Conteúdo Patrocinado: Conexão – Transformação Digital com Pedro Doria

Estamos ainda em tempo de pandemia, e quem não quer saber como vamos ficar quando tudo isso passar? O trabalho presencial volta? Ficamos no semipresencial? Vamos ficar em casa todos? Os convidados de Pedro Doria nessa edição são Fabio Costa, general manager no Brasil da Salesforce, e Denise Santos, CEO da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, que tem uma tese bastante interessante sobre estas questões. E não só, aqui falamos também de transformação digital, saúde mental e que tipo de profissional está mais preparado para revolucionar uma empresa. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Sep 17, 2021 • 26min

Quarentena eleitoral: o freio imposto a militares e membros do Judiciário

A Câmara dos Deputados decidiu reinserir no Código Eleitoral uma quarentena de quatro anos para juízes, membros do Ministério Público, militares e policiais que queiram se candidatar a partir de 2026. Uma ação que pode atingir parte da base de apoio ao presidente Jair Bolsonaro no Congresso. Com isso, militares da União, policiais civis e militares, membros do MP e guardas municipais, terão de se afastar do cargo pelo menos quatro anos antes de disputar a eleição. Para alguns, a medida visa afastar figuras que faziam parte da Lava Jato do pleito, como o ex-juiz Sérgio Moro, tido como eventual presidenciável. Especialistas em segurança pública veem com bons olhos a medida para coibir a politização dentro das Polícias Militares, como aconteceu no caso do coronel da Polícia Militar do Estado de São Paulo Aleksander Lacerda, afastado por desrespeitar o regulamento da corporação e postar publicamente ataques ao STF. Parlamentares contrários à medida chamaram de “manobra regimental” a retomada do afastamento obrigatório no texto, que havia sido retirado na semana passada. Essa medida faz parte do novo código eleitoral que está sendo discutido na câmara. Para que as mudanças passem a valer nas próximas eleições, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado e sancionado até o início de outubro. No Estadão Notícias desta sexta-feira, vamos conversar sobre a aprovação dessa medida com a repórter do Estadão, em Brasília, Camila Turtelli. E também vamos falar dos impactos desta mudança para base bolsonarista com o cientista político da Unesp de Araraquara, Bruno Silva. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Sep 16, 2021 • 26min

Indicação de André Mendonça ao STF subiu no telhado?

O ex-ministro da Justiça, André Mendonça, ainda aguarda a sabatina a ser realizada no Senado. A Comissão de Constituição e Justiça do Senado recebeu a indicação do ex-ministro da Justiça para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal, no dia 18 de agosto, e desde então, nada aconteceu. O presidente Jair Bolsonaro indicou seu ministro terrivelmente evangélico, mas o nome não é o mais cotado pelos senadores. Para ser aprovado, André Mendonça precisa passar por sabatina, ter o seu nome aprovado na comissão e no plenário da Casa. Além disso, o episódio ocorrido no dia 7 de setembro em que o presidente atacou o STF e os ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso dificultaram ainda mais a vida do ex-AGU.  Parlamentares que apoiam o ex-ministro para a vaga no STF estão colocando em dúvida se o governo está realmente empenhado em ter Mendonça em uma cadeira da Corte. Com todos esses problemas, existe uma pressão para que o presidente Jair Bolsonaro troque o nome do indicado para o STF. Afinal, qual o recado que o senado quer passar ao segurar a indicação de André Mendonça para o STF? Sobre o assunto, vamos conversar no episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira, com Eduardo Grin, cientista político da FGV. Também vamos falar com o repórter do Estadão em Brasília, Daniel Weterman. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Sep 15, 2021 • 26min

A falta de vacinas para 2ª dose e a mistura de imunizantes

Desde a semana passada, pelo menos seis Estados relataram que estão sem a vacina da AstraZeneca para fazer a aplicação. O governo paulista resolveu administrar o imunizante da Pfizer para não atrasar o cronograma de quem tomou a primeira dose da vacina da Oxford. O Ministério da Saúde afirmou que entregou todas as doses e que o problema foi a utilização de AstraZeneca destinada à segunda dose para imunizar as populações mais jovens nos Estados. Já o Supremo Tribunal Federal formou maioria para confirmar a decisão do ministro Ricardo Lewandowski que obrigou o Ministério da Saúde a assegurar o envio de vacinas suficientes ao Estado de São Paulo para a aplicação da segunda dose, seja da Pfizer ou da Astrazeneca. Além de São Paulo, cinco estados estão sem vacinas da AstraZeneca para a segunda dose: Rio Grande do Norte, Rondônia, Tocantins, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul, onde também está prevista a troca pela vacina da Pfizer. A intercambialidade de diferentes imunizantes já é uma realidade em alguns públicos da campanha de vacinação. É o caso das gestantes, que tomaram a primeira dose da Astrazeneca e devem receber a segunda da Pfizer, e dos idosos com mais de 70 anos, que tiveram acesso a duas doses da CoronaVac, e agora poderão levar uma terceira aplicação de Pfizer, Astrazeneca ou Janssen. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta quarta-feira, vamos conversar sobre essa mistura de imunizantes com a infectologista Mônica Levi, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações. E para entender um pouco mais sobre essa queda de braço entre Estados e o governo federal, vamos falar com a repórter do Estadão, Mariana Hallal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Sep 14, 2021 • 26min

O fracasso dos atos contra Bolsonaro e o que eles sinalizam para 22

Manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro ocorreram em pelo menos em 15 capitais neste último domingo (12). Os protestos foram organizados por grupos de centro-direita como MBL, Vem Pra Rua e Livres. Porém, os atos tiveram baixa adesão, em larga medida, porque não conseguiram atrair setores da esquerda. Partidos como o PT e PSOL não aderiram à manifestação, já o PDT de São Paulo e algumas centrais sindicais anunciaram apoio.  A Avenida Paulista, em São Paulo, reuniu o maior público com cerca de 6 mil pessoas, número bem menor do que os 125 mil registrados nas manifestações pró-governo do feriado de 7 de setembro No local, pré-candidatos à Presidência discursaram. Entre eles, o governador de São Paulo, João Doria, do PSDB; Ciro Gomes, do PDT; o ex-ministro, Luiz Henrique Mandetta, do DEM; o senador Alessandro Vieira, do Cidadania, e a senadora Simone Tebet, do MDB. Os conflitos entre partidos de esquerda, centro e direita dificultam a criação de uma frente ampla e diversa em defesa do impeachment.  Para entender como foi o clima das manifestações e o que pode surgir daqui para frente, vamos conversar com Pedro Venceslau, repórter de política do Estadão que acompanhou o protesto na Avenida Paulista. E para debater a viabilidade de uma frente ampla contra Bolsonaro e como os atos de domingo impactam na corrida eleitoral de 2022, convidamos Roberto Gondo, professor de comunicação política da Universidade Mackenzie. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia CoráMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Sep 13, 2021 • 29min

Inflação, desemprego e múltiplas crises: economia vai afundar?

Na última semana, pressionado pelos efeitos das manifestações do 7 de Setembro, o presidente Jair Bolsonaro adotou momentaneamente um discurso mais moderado, sem os tradicionais ataques que faz a outros Poderes, especialmente ao Supremo Tribunal Federal (STF). Essa metamorfose ficou cristalizada na nota intitulada “Declaração à Nação”. O documento é dividido em 10 pontos e parece ser uma carta de desculpas pelas ameaças proferidas no feriado, quando participou dos atos em São Paulo e Brasília. A inflexão comportamental não foi obra única de Bolsonaro, já que ele precisou das digitais do ex-presidente Michel Temer para redigir o texto. Outro episódio que evidenciou a mudança de postura de Bolsonaro foi o áudio em que o presidente pedia para os caminhoneiros que não paralisassem as rodovias. Muitos motoristas não acreditaram no conteúdo. O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, teve que gravar um vídeo para confirmar a autenticidade do áudio de Bolsonaro. O recuo na retórica hostil de Bolsonaro empolgou o mercado de ações. Agentes celebraram a trégua entre os Poderes, porém a duração da postura pacificadora do presidente é vista por especialistas com ceticismo. Além disso, os “problemas reais”, como a inflação em alta, continuam preocupando economistas. O ambiente econômico pode melhorar com os novos sinais emitidos por Bolsonaro? O que é preciso ser feito para melhorar as condições de vida da população? Conversamos sobre o tema numa entrevista com o economista e ex-presidente do Banco Central, Gustavo Loyola. E o que restou da agenda econômica do governo que pode prosperar no Congresso? Quem nos conta é a repórter do Estadão/Broadcast em Brasília, Idiana Tomazelli. Apresentação: Emanuel BonfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula NiederauerMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Sep 11, 2021 • 18min

Tecnologia #184: #Start Eldorado: Inteligência e jornada digital na saúde - Parte 2

Digitalização da saúde, com o uso intenso de inteligência de dados em toda a jornada do paciente, do primeiro atendimento ao tratamento. Dispositivos capturando informações revertidas em ganhos para o desempenho dos sistemas hospitalares. As preocupações com a segurança das informações nestes ambientes. Em mais um programa da série "Infra Week", o Start Eldorado recebe EIiezer Silva, diretor de Medicina Diagnóstica e Ambulatorial do Hospital Israelita Albert Einstein e responsável por Transformação Digital na instituição, e Luciano Moizio, diretor de tecnologia da NEC, para a segunda parte da conversa sobre esses temas. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP, com a apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

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