

Estadão Analisa com Carlos Andreazza
Estadão
O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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Oct 1, 2021 • 31min
Ossos e pés de galinha: a realidade do Brasil que passa fome
A chegada da pandemia no País marcou o aumento de 27% do número de brasileiros enfrentando a fome, em comparação com o ano de 2018, totalizando 19 milhões de pessoas, o que corresponde a 9% da população brasileira. Entre as famílias que enfrentam a insegurança alimentar, 74% são de lares chefiados por mulheres e 66,8% por pessoas pretas. A insegurança alimentar também é maior nas residências habitadas por crianças e adolescentes, e mais frequente nos domicílios do Nordeste e Norte do país. Nesta quarta-feira, um episódio ocorrido na cidade do Rio de Janeiro, chamou a atenção para a tristeza e a gravidade do problema. Um caminhão com restos de carne e ossos virou ponto de distribuição para moradores que têm fome e não possuem dinheiro suficiente para comprar alimento. Dois fatores contribuem para essa situação revoltante: aumento do desemprego e da inflação. Em conjunto, esses fatores reduzem o poder de compra da população, sobretudo entre os mais pobres. Para falar sobre as ações de enfrentamento à fome, no episódio do Estadão Notícias desta sexta-feira, vamos conversar com o presidente nacional da Central Única das Favelas (CUFA), Preto Zezé. Também vamos debater o assunto com o diretor executivo da Ação da Cidadania, Rodrigo “Kiko” Afonso. E para discutir as perspectivas econômicas para a inflação no País e de que forma ela continuará impactando os mais necessitados, ouvimos a análise da economista Juliana Inhasz, coordenadora do curso de graduação de Economia do Insper. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Rafael Nascimento Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 30, 2021 • 31min
Quais as chances do TSE cassar a chapa Bolsonaro-Mourão?
O conflito entre o presidente Jair Bolsonaro e o Judiciário deve ganhar um novo capítulo em breve. Está em via de ser liberado para julgamento no plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o pedido de cassação da chapa de Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão. A um ano da realização das eleições de 2022, o TSE vai avaliar as denúncias contra a chapa por impulsionamento ilegal de mensagens em massa pelo WhatsApp durante a campanha eleitoral de 2018. O processo recebeu documentos compartilhados pelo ministro Alexandre de Moraes, coletados pelo inquérito das “fake news” e da investigação sobre atos antidemocráticos, que tramitam no Supremo Tribunal Federal. Também está sendo investigado o financiamento empresarial ilegal, via caixa 2, dessas redes de desinformação. Nos autos do processo constam indícios de que o uso de sistemas automatizados para envio massivo de mensagens foi bancado por apoiadores do presidente. Essa prática é proibida pela legislação eleitoral. Pagamentos feitos por empresários em favor de um candidato devem ser declarados, caso contrário podem ser considerados crime de caixa dois. Se a ação for a plenário em até um mês e o colegiado formar maioria para condenar a chapa por abuso de poder, Bolsonaro e Mourão ficam inelegíveis por oito anos. E assim, não poderão disputar o pleito de 2022. No episódio desta quinta-feira vamos conversar com Alberto Rollo, advogado especializado em direito eleitoral, para entender os motivos da possível cassação da chapa do presidente. E também vamos debater as consequências políticas da denúncia para Bolsonaro, com o repórter especial do Estadão e colunista da Rádio Eldorado, Marcelo de Moraes. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Rafael NascimentoMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 29, 2021 • 29min
Mulheres e negros: nova regra eleitoral vai ampliar a representação?
Uma nova regra eleitoral promulgada ontem (27) já fez com que os partidos comecem a buscar mais mulheres e negros como candidatos para as eleições de 2022. O texto aprovado pelo Congresso dá um “bônus” financeiro para as legendas que mais conseguirem votos em candidatos desses dois grupos. Atualmente, os votos recebidos na eleição para a Câmara servem como base para o cálculo de quanto os partidos vão ganhar no chamado fundão eleitoral. Legendas com resultados melhores nas campanhas para deputado federal ganham mais, só que com essa nova regra, os votos em mulheres e negros tem peso dois, o que dobrará também o cálculo sobre a distribuição dessa verba. Hoje, já existem as cotas obrigatórias para que os partidos tenham uma porcentagem maior de mulheres e negros candidatos, mas o Congresso resolveu reforçar ainda mais essa diversidade. Para se ter uma ideia, se essa medida já estivesse em vigor, PSOL, PT, PSL, PCdoB e Avante seriam os que mais ganhariam, de acordo com levantamento da consultoria Neocortex e do Instituto Millenium com dados do Tribunal Superior Eleitoral. Por outro lado, PSD, PP, DEM, MDB e PSB, sairiam perdendo. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta quarta-feira, vamos conversar sobre essa novidade na disputa eleitoral com o repórter do Estadão em Brasília, Daniel Weterman. E para debater a importância da iniciativa para o aumento da diversidade na política convidamos a deputada estadual de São Paulo e integrante da bancada ativista, Mônica Seixas (PSOL), e a deputada federal Talíria Petrone (PSOL-RJ). Quem também fala conosco é a diretora do Instituto Alziras, Michelle Ferreti. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Rafael Nascimento. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 28, 2021 • 25min
O fim da era Merkel e a sucessão de poder na Alemanha
Depois de 16 anos, Angela Merkel, uma das figuras políticas há mais tempo no poder, está de malas prontas para deixar o cargo de chanceler da Alemanha. Nas eleições gerais deste domingo, 26, o Partido Social-Democrata foi o que teve mais votos, com 25,7% do total. A União Cristã Democrata, o partido de Angela Merkel, ficou em segundo, com 24,1%. Merkel chegou ao poder aos 51 anos, numa época de crescimento econômico global, mas também de dificuldades na economia alemã, que tentava se modernizar por meio de reformas estruturais. As reformas feitas pela chanceler criaram, em médio e longo prazo, condições para uma queda sistemática do desemprego no país. Conhecida pelo seu pragmatismo, conseguiu dialogar com adversários e se adaptar a situações adversas, inclusive governando com adversários. Na Europa, continente que ela acabou informalmente liderando, Merkel deixou uma imagem positiva. No entanto, Merkel vinha perdendo apoio dentro da Alemanha com o passar dos anos. Em abril de 2021, uma pesquisa da Deutschland trend mostrou que apenas 35% dos alemães apoiavam a atuação da chanceler. Essa queda foi observada principalmente por causa da crise imigratória no país. A política alemã entra agora em uma nova fase, a das negociações. As próximas semanas serão de longas conversas entre as lideranças. Após anos de coalizões entre dois partidos, o Social-Democrata e o União Cristã Democrata, há indícios de que serão necessárias três legendas para formar uma maioria desta vez. O nome mais cotado é o de Olaf Scholz que é o líder do Partido Social-Democrata, o grande vencedor das eleições. Para analisar esse cenário pós-Merkel, convidamos para o episódio do Estadão Notícias desta terça-feira a doutora em relações internacionais pela London School of Economics e professora da ESPM, Carolina Pavese. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer, Rafael Nascimento e Julia Corá Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 27, 2021 • 30min
Marcelo Queiroga: da ciência ao bolsonarismo
O ministro da saúde, Marcelo Queiroga, contraiu covid-19 durante sua participação na Assembleia-Geral da ONU, em Nova Iorque. Ele deve permanecer por mais duas semanas de quarentena na cidade, um gasto de aproximadamente 30 mil reais aos cofres públicos. Além disso, sua passagem pelos Estados Unidos foi cercada de polêmicas, o ministro chegou a mostrar o dedo do meio a manifestantes que protestavam contra o governo de Jair Bolsonaro. O gesto obsceno pode até ser investigado pela Comissão de Ética da Presidência por conduta inapropriada, segundo especialistas ouvidos pelo Estadão. Porém essas não foram as primeiras, e provavelmente não serão as últimas polêmicas dele. Queiroga é o quarto ministro à frente da pasta da saúde no governo de Bolsonaro. Desde que substituiu o general Eduardo Pazuello, no dia 15 de março deste ano, o médico cardiologista que era visto como moderado, e a favor da ciência, foi aos poucos alterando seu discurso para uma linha mais bolsonarista, ao estilo do seu líder. Ainda em junho, o ministro foi a favor da realização da Copa América. Queiroga também acatou pedido de Bolsonaro para estudar a desobrigação do uso de máscaras, contrariando os especialistas. O ministro também vem trocando farpas com governadores e prefeitos, mais especificamente João Doria, governador de São Paulo. Afinal, Queiroga se rendeu ao bolsonarismo? Diante de tantas idas e vindas, existe clima para que o médico continue a frente da pasta? No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, vamos conversar sobre esse assunto com quem estava à frente da saúde no governo Bolsonaro no surgimento da pandemia, o médico e ex-ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 25, 2021 • 22min
Tecnologia #186: #Start Eldorado: trânsito digital
O apresentador Daniel Gonzales recebe Cleber Chinelato, superintendente de Tecnologia da CCR S.A., para uma conversa sobre estradas inteligentes e inovações tecnológicas na gestão do trânsito, dentro do conceito de Smart Cities. Uso de sensores, tecnologia de análise de vídeo em tempo real, edge computing para acelerar processos como uso de tags e contagem de eixos em cobranças, 'free flow' em pedágios, drones para monitoramento das rodovias já são realidade - e ganharão grande aceleração com a consolidação do 5G em breve. O Start Eldorado vai ao ar às 21h, toda quarta-feira, na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 24, 2021 • 33min
Reta final da CPI, o vexame do Brasil na ONU e a reforma eleitoral
O Brasil foi motivo de chacota internacional com a ida da comitiva do País à Nova York, onde o presidente Jair Bolsonaro discursou na Assembleia-Geral da ONU. Além de dados infundados apresentados pelo líder brasileiro, a viagem foi marcada pelo constrangimento no encontro com o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, ao afirmar que não se vacinou, e que culminou com o teste positivo para covid-19 do ministro da saúde, Marcelo Queiroga. No Brasil, os senadores aprovaram a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Eleitoral. No entanto, os congressistas modificaram um item muito importante do texto que veio da Câmara dos Deputados que permitia a volta das coligações partidárias. Além disso, o Senado manteve a mudança na data da posse de governadores e presidente a partir de 2026, para o dia 5 de janeiro, e o “peso dois” aos votos dados a mulheres e negros para a Câmara dos Deputados. A CPI da Covid também deu o que falar essa semana. Durante o depoimento do ministro da Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário, para falar sobre os contratos com a Covaxin, o representante da CGU ofendeu a senadora Simone Tebet (MDB-MS) ao chamá-la de “descontrolada”, o que gerou revolta dos outros senadores da comissão. Teve também o depoimento do diretor da Prevent Senior Pedro Batista Júnior, sobre um provável estudo “secreto” que utilizou o chamado “kit covid” com medicamentos sem eficácia comprovada, sem o consentimento dos pacientes. Na comissão, ele negou que havia essa orientação, mas admitiu que o CID para covid-19 era modificado dentro do hospital para outra doença. Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias Marcelo de Moraes e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 23, 2021 • 30min
As atrocidades do caso Prevent Senior e seus elos com governo
O diretor da Prevent Senior, Pedro Benedito Batista Júnior, foi convocado pela CPI da Covid para depor nesta quarta-feira, 22. A empresa está no centro de uma polêmica por conta de um suposto estudo que realizou utilizando medicamentos do chamado “kit covid”, sem conhecimento dos pacientes e seus familiares. A empresa foi denunciada por ter subnotificado o número de mortes que ocorreram em suas unidades devido a esse experimento com a medicação e coagido médicos a adotarem o “tratamento precoce”. No documento enviado à CPI da Covid médicos e ex-médicos da Prevent denunciam irregularidades do estudo e informam que a disseminação da cloroquina e outras medicações foi resultado de um acordo entre o governo Bolsonaro e a empresa. Esse dossiê de posse da CPI da Covid afirma que a Prevent Senior usou pacientes como cobaias. Segundo o documento, a empresa omitiu sete mortes de pessoas tratadas com hidroxicloroquina. O material é assinado por 15 médicos da operadora de planos de saúde. De acordo com os profissionais, a hidroxicloroquina foi administrada sem avisar pacientes ou parentes. O estudo foi realizado em São Paulo. O presidente Jair Bolsonaro e seus filhos têm histórico de defesa do tratamento precoce contra covid, inclusive com divulgação de supostos resultados de pesquisas da Prevent. Na CPI, o diretor da Prevent Senior negou que atestados de óbito foram adulterados para que não trouxessem a covid como fator da morte. No entanto, confirmou que a operadora orientou médicos a modificarem, após algumas semanas de internação, o código de diagnóstico dos pacientes, o chamado CID, de Covid-19 para outra doença. No episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira, vamos conversar com quem acompanhou esse caso envolvendo a Prevent Senior, a repórter do Estadão em Brasília, Julia Affonso. Também convidamos o advogado e professor de direito Salo de Carvalho, da Universidade Federal do Rio, e membro do Observatório da Corrupção da Saúde da Unilasalle/RS, para esclarecer os desdobramentos jurídicos e penais do caso para empresa e os envolvidos. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 22, 2021 • 32min
Mentiras e negacionismo: a viagem da trupe bolsonarista à NY
A viagem da comitiva brasileira aos Estados Unidos e a participação do presidente Jair Bolsonaro na Assembleia Geral das Nações Unidas foi marcada por protestos em Nova York. Antes mesmo do evento, no domingo, o presidente teve que entrar pelos fundos do hotel para evitar uma manifestação contra ele que ocorria na rua. Outro situação que chamou a atenção foram algumas imagens do presidente e sua equipe comendo pizza nas calçadas da cidade. Sem comprovante de vacinação contra a Covid-19, Bolsonaro não pode frequentar lugares fechados, como restaurantes, cinemas, teatros e academias em Nova York. O fato do presidente não ter se vacinado causou situações constrangedoras para ele e para a imagem do País. Em seu discurso na Assembleia-Geral da ONU, que durou cerca de 13 minutos, Bolsonaro atacou governadores e prefeitos, políticas de lockdown, defendeu o tratamento precoce contra covid-19 e ainda se colocou contrário ao "passaporte de vacinação". Na viagem, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, testou positivo para Covid-19, e ficará 14 dias em quarentena no hotel em Nova York. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta quarta-feira vamos analisar o impacto do discurso do presidente Bolsonaro na ONU e também do presidente americano, Joe Biden. Para isso convidamos o pesquisador e coordenador do curso de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo, Felipe Loureiro. A correspondente do Estadão nos Estados Unidos, Beatriz Bulla, traz os bastidores da comitiva brasileira em Nova York. Além disso, vamos conversar também com Alessandra Monnerat, repórter do “Estadão Verifica”, ferramenta de checagem do Estadão que analisou as declarações do discurso de Bolsonaro na ONU. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 21, 2021 • 24min
Conteúdo Patrocinado: O pontapé das redes sociais no empreendedorismo
Empreender não é fácil, demanda tempo, estudo, paciência e recursos. Agora, se empreender já não é fácil, você imagina quando a empreendedora decide que não quer ter somente um negócio, mas sim dois, ou três, ou quatro... Praticamente uma empreendedora “polvo”! Será que é possível abraçar tudo? Como conseguir administrar tudo isso? Existe aquela frase clichê, mas que se encaixa muito bem aqui: conseguir é fácil, o difícil é manter. Nós vamos saber mais desse assunto e como as redes sociais são uma alavanca para os negócios na conversa da jornalista Bárbara Guerra com a Claudia Aloia, empreendedora e influenciadora digital.See omnystudio.com/listener for privacy information.


