Estadão Analisa com Carlos Andreazza

Estadão
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Oct 13, 2021 • 35min

Ciro Gomes: “Minha relação com o lulopetismo está encerrada”

Entre os nomes apontados como possíveis candidatos da chamada “terceira via”, um dos mais polêmicos, até pelas discussões acaloradas nas redes sociais, é o de Ciro Gomes, do PDT. O pedetista é visto pela esquerda vinculada ao PT como uma espécie de “traidor” por não ter apoiado Fernando Haddad no segundo turno das eleições de 2018. Além disso, Ciro Gomes, que já foi ministro de Lula, é um grande crítico da possível candidatura do ex-presidente em 2022. Esse racha na esquerda ficou evidente nas últimas manifestações que pediam o impeachment de Jair Bolsonaro. Ao subir no caminhão de som para discursar, na Avenida Paulista, em São Paulo, Ciro Gomes foi vaiado por parte dos presentes. Já de olho em 2022, Ciro Gomes contratou o ex-marqueteiro de Lula, João Santana, para comandar sua campanha presidencial. O pedetista tem sido também o primeiro a costurar alianças e tentar formar uma chapa para 2022. No começo de outubro, o pedetista jantou com José Luiz Datena para conversar sobre a possibilidade do apresentador ser o seu vice nas próximas eleições. O núcleo empresarial brasileiro, que vai se descolando de Jair Bolsonaro, tem olhado atentamente o desempenho dos nomes da “terceira via”, para apoiar um candidato que possa fazer frente à disputa entre o atual presidente e Lula. No episódio do Estadão Notícias desta quarta-feira, recebemos o próprio Ciro Gomes para falar, entre outros assuntos, sobre eleições, a sua relação com o PT e a possibilidade de impeachment de Jair Bolsonaro. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Victor Farias. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Oct 12, 2021 • 29min

Reabrindo as cortinas: a retomada das atividades culturais no país

O segmento dos eventos culturais e do entretenimento foi um dos mais afetados pela pandemia. Apesar da crise no setor, aos poucos, essas atividades estão voltando à “normalidade” aqui no Brasil.  No Estado de São Paulo, os eventos culturais voltaram a ser liberados desde meados de agosto, com a recomendação do uso de máscara e restrição a aglomerações. Já os shows com o público em pé devem voltar somente em novembro.  No Rio de Janeiro, os eventos em espaços abertos com até 500 pessoas foram liberados no meio de setembro. A cidade exige um “passaporte da vacina” para circulação, mas a questão segue em embate jurídico.  Já o carnaval, a maior festa do ano no Brasil, ainda não foi confirmado. As três cidades com as maiores folias, Rio, São Paulo e Salvador já se organizam para a realização do evento do próximo ano. Essa retomada à normalidade é gradual, mas nem todos artistas e profissionais que trabalham no setor conseguiram voltar com segurança ou se reerguer do tombo causado pela pandemia. No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira, vamos falar sobre os prejuízos para o setor e como está sendo organizada esta retomada com Doreni Caramori Júnior, presidente da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos. E para comentar sobre as ações programadas para este período de transição da pandemia, convidamos o secretário estadual de Cultura de São Paulo, Sérgio Sá Leitão. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Oct 11, 2021 • 22min

Existe saída para baixar o preço dos combustíveis?

O preço do combustível está cada vez mais caro no País. Em alguns estados, o valor já ultrapassa a marca de R$ 6,00 por litro. Para piorar, a Petrobras anunciou na sexta-feira passada, 8, um aumento de 7% na gasolina e no gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de cozinha. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) diz que a culpa dos preços cada vez maiores é dos governadores e pede a redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).  Aliado de Bolsonaro, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), articula em favor de uma proposta que altera o valor sobre o qual é calculado o ICMS sobre os combustíveis. Segundo Lira, a proposição, prevista para ser votada na quarta-feira, 13, pode baratear o preço da gasolina em até 8%. A proposta, no entanto, enfrenta rejeição de Estados e municípios que alegam que não houve alteração no imposto, e que os sucessivos aumentos são culpa da política de preços praticados pela Petrobras. O preço da gasolina é formado pela fatia da Petrobras, 33,43%; pelos tributos federais Cide e PIS/Pasep e Cofins, de 11,6%; pelo ICMS, cobrado pelos Estados, de 28%; pelo custo do etanol anidro, de 16,3%; e pela fatia dos distribuidores e revendedores, de 11%. Além das discussões sobre tributação, também é preciso olhar para fora do País para entender o aumento nos preços dos combustíveis. Desde 2016, a Petrobras se orienta pelo Preço de Paridade Internacional, que leva em consideração a cotação do barril de petróleo e a variação cambial. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta segunda-feira, vamos conversar com a repórter do Broadcast, Fernanda Nunes, para entender o que acontece na Petrobrás. Também vamos conversar com o advogado tributarista  Fernando Zilveti, para analisar as questões relativas ao preço do combustível. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Victor Farias. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Oct 9, 2021 • 23min

Tecnologia #188: #Start Eldorado: IA e dados nas comunicações

O apresentador Daniel Gonzales recebe Luiz Eduardo Medici, VP de Dados e Inteligência Artificial da Vivo, para uma conversa sobre as inovações, o uso de tecnologia de análise de dados e inteligência artificial para entender os clientes e suas necessidades, ao mesmo tempo em que a operadora que se prepara para um novo cenário de negócios com a chegada do 5G e a possibilidade de desenvolver e oferecer novos tipos de serviços e integrações. O Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Oct 8, 2021 • 32min

A fritura de Guedes e a nova relação entre Bolsonaro e o STF

O presidente Jair Bolsonaro informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que pretende depor presencialmente no inquérito que apura suposta interferência política na Polícia Federal. Até então, Bolsonaro queria se manifestar apenas por escrito. Com isso, o STF adiou novamente o julgamento que definiria se Bolsonaro poderia, ou não, prestar depoimento por escrito nesse caso. Esse inquérito foi aberto a partir de denúncias feitas pelo ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, em 2019. Adversário de Bolsonaro em 2022, Lula está em Brasília onde tenta angariar apoio a sua candidatura. O petista se reuniu com a bancada da legenda na Câmara e no Senado, além de se reunir com outras lideranças partidárias do MDB, PSD e PSB. Esta é a terceira vez que Lula vai à capital federal desde que saiu da prisão. Enquanto isso, têm legendas que resolveram se fundir. Em convenções realizadas, em Brasília, DEM e PSL resolveram virar um só com o nome de União Brasil, que passará a ter o número 44. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda precisa aprovar a nova sigla. Se for dado o “ok” pelo TSE, o novo partido terá 82 deputados federais, se tornando a maior bancada da Câmara dos Deputados. Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias Marcelo de Moraes e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Oct 7, 2021 • 27min

Haitianos: da esperança no Brasil à caçados nos EUA

O Brasil vem registrando com o passar dos anos uma diminuição no número de imigrantes haitianos em seu território. Enquanto isso, o número de haitianos apreendidos nos EUA passou de 5 mil, entre outubro de 2019 e setembro de 2020, para 30 mil, entre outubro de 2020 e agosto de 2021. Os haitianos que deixam o Brasil usam na maioria das vezes a rota que um dia fizeram para chegar ao País. Muitos vão até Roraima, de onde cruzam por Amazonas e Mato Grosso, passando para Bolívia e Chile, de onde partem para a América Central até o destino final. Para aqueles que chegam à fronteira dos EUA, o desafio é ficar no país. Usando uma regulação sanitária aplicada ainda durante o governo de Donald Trump, Washington iniciou as deportações para o Haiti. Desde o dia 19 de setembro, mais de 5 mil haitianos foram deportados. Imagens de milhares de haitianos acampados embaixo de uma ponte no Texas e alguns sendo “caçados” por agentes a cavalo levaram a uma série de críticas às políticas migratórias americanas. No episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira, vamos conversar com quem acompanha esse movimento de saída dos haitianos do Brasil, os repórteres da editoria de internacional do Estadão, Fernanda Simas e Renato Vasconcelos. Também falamos com um dos líderes das ações de acolhimento de imigrantes no Brasil, padre Júlio Lancelotti, da Pastoral do Povo da Rua de São Paulo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Oct 6, 2021 • 27min

Nuvem de poeira: o que está por trás desse fenômeno e os seus riscos

Nas últimas semanas, uma série de cidades brasileiras foi atingida por tempestades de areia semelhantes às que aparecem em ficções, como a aventura distópica Mad Max. No filme, lançado em 1981, os personagens vivem em um futuro seco, onde a água é escassa, o que torna fenômenos como esse mais frequentes. Tempestades de areia são registrados no Brasil anualmente de forma pontual em períodos de seca, mas casos recentes, como os da região de Franca e Ribeirão Preto, chamam atenção pela proporção, força e frequência. Além das duas cidades paulistas, municípios de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás e Maranhão também sofreram com o problema. A incidência do fenômeno tem relação tanto com fatores locais quanto de âmbito mais amplo. Uma das principais variáveis é a devastação recorde da Amazônia, cuja evapotranspiração (umidade liberada no ambiente pelas árvores) regula o regime de chuvas de outras partes do País, como a região sudeste. O fenômeno também tem impacto na agricultura. As rajadas de vento afetam ainda mais o solo já castigado pela seca, ao remover as camadas mais superficiais, onde está a maior riqueza de nutrientes (inclusive os agrícolas) e microorganismos. Além do meio ambiente, as nuvens de poeira podem trazer sérios problemas à nossa saúde. O fenômeno pode ser prejudicial para crianças, idosos e quem já sofre com problemas respiratórios, como doença pulmonar obstrutiva crônica, asma e rinite ou sinusite. No episódio do Estadão Notícias desta quarta-feira, vamos conversar com a pesquisadora  Mercedes Bustamante, professora de Ecologia da Universidade de Brasília (UnB), e uma das participantes do grupo de trabalho do IPCC da ONU. Ela vai explicar o fenômeno, suas causas e consequências. Também convidados o médico pneumologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Gustavo Prado, para entender quais as consequências que nuvens de poeiras como as que atingiram Franca tem para a saúde. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Victor Farias Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Oct 5, 2021 • 27min

A queda das redes sociais: um dia sem Whats, Face e Instagram

Internautas do mundo todo ficaram sem poder utilizar os aplicativos do WhatsApp, Facebook e Instagram por conta de uma instabilidade nas plataformas. Os próprios funcionários do Facebook foram vítimas da situação, segundo o jornal The New York Times. O acesso ao prédio da empresa é feito pelo login da rede social, ou seja, teve gente que ficou pra fora. No Twitter, única rede social que continuou funcionando, os perfis do Facebook e do WhatsApp postaram: "Estamos cientes de que algumas pessoas estão enfrentando problemas com o WhatsApp no momento. Estamos trabalhando para que as coisas voltem ao normal e enviaremos uma atualização assim que possível". Porém a queda dos serviços acabou prejudicando muitas pessoas que trabalham pelas plataformas, como pequenos empreendedores que vendem seus produtos e serviços pelo WhatsApp e Instagram. O Facebook, dona das três redes, também sentiu, economicamente, na pele a queda de seus serviços. As ações da empresa chegaram a cair mais de 5% na bolsa de Nova York e da eletrônica Nasdaq. Em fóruns que reúnem especialistas em tecnologia, corre a especulação de que parte dos problemas frequentes tem sido causados pelo plano de integração dessas redes, que foi anunciado em janeiro de 2019 e que teve início em 30 de setembro de 2020 com a integração do Facebook Messenger e Instagram.  Também foram relatadas instabilidades em outros aplicativos concorrentes, como Telegram e Tik Tok, e aplicativos dos principais bancos do Brasil. A conta oficial do Nubank informou que foi identificada uma oscilação nos pagamentos de boletos, mas a empresa estava trabalhando para normalizar a situação. Em meio à pane das redes, usuários afirmaram que as operadoras de telefonia móvel do Brasil estão apresentando falhas, com as ligações e a conectividade móvel. Ao Estadão, Vivo, Claro e TIM negaram que houve problemas e declaram que as linhas funcionavam normalmente. No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira, vamos conversar com o editor do Link do Estadão, Bruno Romani, para tentar entender o que aconteceu com as plataformas. E para falar sobre essa dependência das redes sociais e da falta que sentimos delas, convidamos  a psicóloga, Dra. Paula Vicentini. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Oct 4, 2021 • 31min

Como está o tabuleiro eleitoral a um ano do pleito?

As eleições de 2022 são daqui a um ano, mas as movimentações dos partidos e dos possíveis candidatos já estão a todo vapor. Na última pesquisa do Ipec, de 22 de setembro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente Jair Bolsonaro lideram as intenções de votos com 48% e 23%, respectivamente. Com a alta popularidade dos dois melhores colocados nas pesquisas recentes, a chamada "terceira via" tenta se viabilizar e mostrar que pode ser, além de competitiva, uma alternativa à polarização tóxica que tomou o País nos últimos anos. Os tucanos João Doria, Eduardo Leite e Arthur Virgílio Neto disputam às prévias do PSDB, enquanto que Ciro Gomes é o nome mais cotado para disputar o Palácio do Planalto pelo PDT.  Os ex-ministros Luiz Henrique Mandetta e Sérgio Moro também são nomes que circulam como possíveis presidenciáveis, mas ainda não disseram sim às candidaturas. Para nos ajudar a entender melhor os caminhos que levam ao próximo pleito, batemos um papo com o editor da Coluna do Estadão, e colunista da Rádio Eldorado, Alberto Bombig, e com o cientista político e professor da Fundação Getúlio Vargas, Carlos Pereira. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Rafael Nascimento Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Oct 2, 2021 • 25min

Tecnologia #187: #Start Eldorado: energia digital

As soluções tecnológicas no presente e no futuro do setor energético em pauta no Start Eldorado, com a apresentação de Daniel Gonzales. Ao mesmo tempo em que o setor já emprega em campo inovações como câmeras térmicas e análise de vídeo em tempo real e intensa análise preditiva de dados para evitar falhas e manter a rede funcionando de forma estável, se prepara para a chegada de inovações como o 5G e a internet das coisas, que vai abrir as portas para as redes inteligentes (smart grids) e a entrada de fontes renováveis no sistema, pelas quais o próprio consumidor poderá colocar seu excedente de energia na rede, além da mobilidade elétrica em cidades e estradas. Ouça a entrevista com Rafael Moya, gerente de inovação do grupo CPFL. O Start vai ao ar toda quarta-feira às 21h na Eldorado FM 107,3.See omnystudio.com/listener for privacy information.

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