

Estadão Analisa com Carlos Andreazza
Estadão
O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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Jan 31, 2022 • 25min
O fator Dilma Rousseff na campanha de Lula
A campanha eleitoral ainda nem começou oficialmente, mas os pré-candidatos já trabalham intensamente suas imagens e as agendas públicas. Quem lidera as pesquisas é o ex-presidente Lula, que tem chance de vencer ainda no primeiro turno a corrida presidencial, segundo as pesquisas. Para sustentar essa liderança, o PT deve até mesmo excluir a ex-presidente Dilma Rousseff, com intuito de afastar o atual candidato dos equívocos do último governo petista. Em recente entrevista, Lula deu a entender que a ex-presidente não fará parte de um eventual novo governo petista e afirmou que Dilma falhou ao não ter “jogo de cintura” e “paciência que a política exige”. Em entrevista ao episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’, o cientista político Vítor Oliveira afirmou que é natural que ela fique de fora da campanha. “É uma combinação desfavorável ao ex-presidente. O PT entende que ela é uma vidraça, um ponto fraco que pode ser atacado muito facilmente.” Ainda no ano passado, um jantar promovido pelo Prerrogativas reuniu o ex-presidente Lula, o ex-governador Geraldo Alckmin e políticos de diversas legendas, inclusive do MDB, que apoiou o impeachment de Dilma. A ex-presidente não foi convidada. O partido tentou minimizar o fato, justificando como uma falha de comunicação. Entretanto, o vice-presidente nacional do PT, Washington Quaquá, declarou que Dilma não tem mais relevância eleitoral. No episódio desta segunda-feira, 31, analisamos o fator Dilma e como ele mexe nas eleições numa entrevista com o cientista político e consultor da Pulso Público, Vitor Oliveira. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Julia Corá e Gabriela ForteMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jan 29, 2022 • 23min
Tecnologia #204: #Start Eldorado: Nos caminhos do 5G
Sentir a demanda dos consumidores por 5G, sejam os negócios ou as pessoas físicas, realizando uma implementação robusta das redes mixando as diversas frequências - 2,3 GHz, 3,5 GHz ou 26 GHz - conforme o perfil do uso, fazendo com que se complementem e ofereçam conectividade de alto desempenho. A TIM, uma das principais operadoras do País, adquiriu lotes em todas as faixas e já trabalha em modelos de negócios baseados em fatiamento de rede e redes 5G privadas, além de formatar estratégias para oferecer a consumidores individuais acesso a smartphones de última geração. No Start Eldorado, você ouve a primeira parte da conversa com Leonardo Capdeville, CTIO da TIM, sobre o cenário da quinta geração. Apresentado por Daniel Gonzales, o programa vai ao ar às 21h, nos 107,3 da Eldorado FM para toda Grande São Paulo, aplicativos e canais digitais, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jan 28, 2022 • 13min
Conteúdo patrocinado: Apostas do mercado imobiliário para crescer em 2022
2022 começou e as nossas expectativas foram renovadas. A gente vem encarando meses difíceis nos últimos dois anos e tudo o que todo mundo pensa é na retomada, na melhoria do convívio, torcemos pelo fim da pandemia, só pensamentos positivos! Falando em retomada, nós também podemos falar de tendências. Tendência de como será a retomada do trabalho, por exemplo. Será que vai aumentar a demanda por espaços profissionais mais flexíveis? As pessoas estão procurando imóveis residenciais mais próximas ao seu trabalho ou estão procurando lares que proporcionem um trabalho home office mais aconchegante? O fato é que o movimento no mercado imobiliário está acontecendo. Pra falar mais sobre o assunto, a jornalista Bárbara Guerra conversou com Jardel Cardoso da Rocha, vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Loft.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jan 28, 2022 • 26min
Fazer parte da OCDE é bom negócio para o Brasil?
O Brasil foi convidado nesta última semana a fazer parte da OCDE, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Ter o carimbo da organização pode facilitar acordos comerciais e a entrada de recursos de origem estrangeira, mesmo que a adesão efetiva possa demorar alguns anos. Segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, o convite foi efetivado após o País cumprir dois requisitos que faltavam: a Lei Cambial e o comprometimento da Receita Federal em reduzir o IOF sobre as operações financeiras. Também foram convidados outros dois países sul-americanos, Argentina e Peru, e outros três europeus, Bulgária, Croácia e Romênia. Além disso, o convite não garante o ingresso do País ao grupo. São mais de 20 comitês técnicos que deverão avaliar a situação de cada nação. Para serem aprovados pelo grupo é preciso que haja consenso. O Brasil já está na dianteira aderiu a 104 parâmetros normativos da OCDE, sendo 38 deles no governo Bolsonaro. A última adesão foi para o tema “Crianças no ambiente digital”, nesta quinta-feira, 27. No episódio do podcast desta sexta-feira, 28, vamos entender como funciona a organização e os pré-requisitos necessários para ingressar neste grupo com a repórter especial do Broadcast em Brasília, Celia Froufe. E para falar sobre as reais chances do Brasil e os benefícios econômicos de fazer parte da OCDE, vamos conversar com a economista Vera Thorstensen, professora da FGV de São Paulo, Coordenadora do Centro do Comércio Global e Investimento e titular da Cátedra OMC no Brasil. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Julia Corá e Gabriela ForteMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jan 27, 2022 • 29min
TCU põe candidatura de Moro em risco?
Desde que anunciou a pré-candidatura pelo Podemos à presidência, o ex-juiz Sérgio Moro vem sendo cobrado por sua atuação na iniciativa privada. Após deixar o governo, Moro ingressou, em novembro de 2020, como diretor no setor de disputas e investigações na consultoria Alvarez & Marsal. Esse movimento foi alvo de apuração no Tribunal de Contas da União, já que a Alvarez & Marsal era a administradora da recuperação judicial da Odebrecht desde junho de 2019. Moro encerrou seu contrato com a Alvarez & Marsal em outubro, e os termos da rescisão também passaram a ser alvo de investigação no Tribunal de Contas da União. Por ordem do ministro Bruno Dantas, o TCU abriu procedimento para apurar eventual conflito de interesses na atuação de Moro junto à consultoria. Esta semana, o Ministério Público junto ao TCU encaminhou pedido para que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) seja acionado e ajude a quebrar o sigilo que impede a divulgação do salário do ex-juiz nos Estados Unidos. Outro apontamento a Moro seria pela prática do revolving door, que é quando um servidor público migra para o setor privado na mesma área em que atuava, levando consigo benefícios à empresa, como acesso a informações privilegiadas. E também do lawfare, que é o uso estratégico do sistema jurídico em benefício próprio. No episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira, vamos conversar sobre as implicações na esfera jurídica das ações de Moro durante seu período na iniciativa privada com o advogado Mauro Menezes, ex-conselheiro da Comissão de Ética Pública da Presidência da República. E para entender as implicações políticas para o pré-candidato vamos falar com a cientista política da FGV, Graziella Testa. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Julia Corá e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jan 26, 2022 • 26min
Por que o Telegram está na mira do TSE?
O Tribunal Superior Eleitoral tem uma preocupação a mais para a eleição de 2022, redes como o Telegram que não tem escritório representativo no Brasil. A plataforma tem sido a alternativa para aqueles que querem compartilhar conteúdos que desinformam, mas sem representação no país, como controlar e até mesmo punir essa desinformação? O Telegram é um aplicativo de mensagens de rápido crescimento no Brasil, estando presente em 53% de todos smartphones ativos disponíveis no país. O presidente Jair Bolsonaro, que tem 1 milhão de inscritos no Telegram, e seus aliados passaram a usar mais a plataforma após serem alvo de bloqueios e interrupções de uso de outros aplicativos. Diferentemente de outras plataformas do tipo, o Telegram permite grupos de até 200 mil pessoas e canais sem limite de usuários, além de não moderar conteúdos. Em 16 de dezembro passado, o atual presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, enviou um ofício ao diretor executivo do aplicativo, Pavel Durov, pedindo uma reunião para discutir formas de combate às chamadas fake news. Entretanto, o TSE ainda não obteve respostas ao pedido de reunião, por isso o tribunal avisou que deverá discutir na volta do recesso, em fevereiro, providências a serem tomadas sobre o caso. A corte eleitoral não descarta, inclusive, a medida drástica de determinar o bloqueio da plataforma no Brasil. No episódio do podcast desta quarta-feira, 26, vamos falar sobre essa questão envolvendo o Telegram, com o professor de Gestão de Políticas Públicas da USP e pesquisador do Monitor do Debate Público no Meio Digital, Pablo Ortellado. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jan 25, 2022 • 28min
Rússia X Ucrânia: o mundo à beira de uma guerra?
Durante os últimos meses, a Ucrânia, país que pertence ao leste europeu, voltou a fazer parte dos noticiários, por causa de uma iminente guerra com a Rússia. As tensões se agravaram com o conflito no leste da Ucrânia, que deixou mais de 13 mil mortos até agora, e onde a Rússia é acusada de apoiar separatistas. Em 10 de novembro, os Estados Unidos pediram explicações à Rússia após detectar movimentos de tropas “incomuns” na fronteira com a Ucrânia. Em abril, Moscou já havia concentrado cerca de 100 mil soldados na fronteira, alimentando os primeiros temores de invasão. A Otan, a União Europeia, a França e a Alemanha alertam a Rússia contra qualquer nova ação “agressiva”. O presidente russo, Vladimir Putin, acusa os ocidentais de exacerbar as tensões ao entregar armamento moderno à Ucrânia e realizar “exercícios militares provocativos” no Mar Negro e perto de suas fronteiras. Em entrevista ao podcast desta terça-feira, 25, o professor de relações internacionais da ESPM, Gunther Rudzit, falou sobre a tensão entre os países e o principal interesse da Rússia no território. “São alguns interesses, o principal deles é a retomada de influência nos países que faziam parte da União Soviética”, afirma o especialista. Apesar do tensionamento do conflito, para Gunther Rudzit, ainda existe possibilidade de negociações sem um contato bélico. “Enquanto houver esse esforço de manter o diálogo, é um bom sinal”, disse Rudzit ao podcast. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jan 24, 2022 • 31min
Federação partidária: o que muda no jogo eleitoral?
Neste ano, a federação partidária fará parte pela primeira vez do cenário eleitoral. A união de partidos em federações foi instituída pelo Congresso Nacional na reforma eleitoral de 2021 com o objetivo de permitir às legendas atuarem de forma unificada em todo o país, como um teste para eventual fusão ou incorporação. Os partidos poderão se unir para apoiar qualquer cargo, desde que assim permaneçam durante todo o mandato a ser conquistado, diferente das coligações que não tinham essa obrigação. A federação de partidos vale para eleições majoritárias, e também para as proporcionais, como deputados federais e estaduais. Por terem que permanecer unidos por 4 anos, o ideal é que as federações sejam firmadas entre partidos com afinidade programática. A medida diminui o risco de o eleitor ajudar a eleger um candidato de ideologia oposta à sua, como ocorria muitas vezes nas coligações em eleições proporcionais. As punições que se aplicam aos partidos políticos também são cabíveis às federações. Se algum partido deixar o grupo antes do prazo mínimo, estará sujeito a diversas sanções, como por exemplo, a proibição da utilização dos recursos do Fundo Partidário durante o período restante do mandato. Porém, antes de colocar o modelo das federações em prática, os partidos políticos precisam se entender entre si. Diferenças regionais, como disputas para indicar candidatos a governador e divergência sobre apoio na corrida presidencial se tornaram obstáculos para que as alianças sejam fechadas. No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, vamos entender melhor como funcionará na prática a federação partidária com o cientista político da Unesp de Araraquara, Bruno Silva. E para falar sobre os entraves entre os partidos e as perspectivas de federações para as próximas eleições, conversamos com o repórter do Estadão, em Brasília, Lauriberto Pompeu. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jan 22, 2022 • 23min
Tecnologia #203: #Start Eldorado: Cloud na estratégia dos negócios
Estamos vivendo a segunda onda de transformação digital após a adoção massiva de soluções em nuvem para suportar o trabalho remoto/híbrido, o e-commerce, a telemedicina, a educação online e até o entretenimento à distância. Para falar da nuvem e de suas tecnologias associadas, como a inteligência artificial, nessa aceleração da digitalização e no cenário da inovação, e também as perspectivas para 2022 e futuro, o Start Eldorado recebe a diretora de Azure da Microsoft, Mariana Hatsumura. O programa vai ao ar na Eldorado FM 107,3 - SP, toda quarta-feira, às 21h, com a apresentação de Daniel GonzalesSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jan 21, 2022 • 12min
Conteúdo patrocinado: São Bernardo vem crescendo em investimentos
Hoje o nosso assunto é investimento e sobre uma cidade que está passando por uma transformação econômica. São Bernardo do Campo é sede de importantes montadoras de veículos e um dos principais polos industriais do Brasil. A cidade que tem os menores impostos da Grande São Paulo realizou, em dezembro de 2021, o evento Investe São Bernardo. Para falar mais sobre o crescimento da cidade, a jornalista Bárbara Guerra conversou com o prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando. Acompanhe no podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.


