Estadão Analisa com Roseann Kennedy

Estadão
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Aug 29, 2023 • 32min

Marco temporal e o futuro da demarcação de terras indígenas

Está marcado para esta quarta-feira, 30, a volta do julgamento que discute a tese do marco temporal para demarcação de terras indígenas. A antecipação ocorreu após a aprovação do projeto de lei sobre o marco temporal na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado na quarta-feira, 23.  Até o julgamento ser suspenso, o placar estava em 2 a 1 para derrubar a tese do marco temporal. Os ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes se manifestaram contra o entendimento, e Nunes Marques a favor. A Corte analisa se os indígenas só têm direito às terras que já eram tradicionalmente ocupadas por eles no dia da promulgação da Constituição, em 5 de outubro de 1988. Ou seja, todas as terras reivindicadas por eles após essa data, não seriam suas, por direito. Mas, a expectativa deve ficar por conta do voto de Cristiano Zanin, que vem sofrendo duras críticas dos progressistas por votos alinhados a um perfil mais conservador. Foi dele o único voto divergente, até o momento, da tese que descriminaliza o porte de drogas até uma certa quantidade, que ainda vai ser definida pelos ministros. Afinal, o que muda em relação às disputas que acontecem pelo Brasil com a decisão do STF? Podemos ter alguma reação violenta da parte perdedora? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Ana Carolina Alfinito, pesquisadora da FGV Direito SP. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Aug 28, 2023 • 13min

O Morning Call | Mercado em 15 minutos: Agosto termina amargo na Bolsa de Valores de São Paulo

O Morning Call | Mercado em 15 minutos destaca que a prévia da inflação oficial indicando alta contribuiu para o Ibovespa recuar 1% aos 115.837 pontos na semana passada.  Apesar disso, a semana foi de leve ganho. De forma geral, agosto não tem sido um mês favorável para a Bolsa de Valores, com fuga recorde para o capital estrangeiro e uma forte queda até agora, em torno de 5%.  See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Aug 28, 2023 • 28min

A ampliação do Brics pode prejudicar o Brasil dentro do bloco?

A Cúpula do Brics oficializou na última quinta-feira, 24, que vai ampliar o bloco. O grupo decidiu convidar formalmente seis países para se tornarem novos membros, disse o presidente sul-africano Cyril Ramaphosa: Arábia Saudita, Argentina, Emirados Árabes Unidos, Egito, Irã e Etiópia. O debate sobre a expansão do Brics, que inclui Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, esteve no topo da agenda durante as reuniões em Johannesburgo. Os seis países convidados terão de cumprir com algumas condições para participar do grupo a partir de 1º de janeiro de 2024. O Brasil era o país mais reticente à expansão, mas negociou uma concessão da China, em articulação com Índia e África do Sul. A declaração ainda está pendente, mas segundo diplomatas avança em relação ao que Pequim dizia antes. O Brasil, Índia e África do Sul pediram aos chineses uma declaração clara de apoio ao pleito dos três para obter um assento no Conselho de Segurança da ONU, algo considerado pouco provável. Afinal, o que representa a entrada desses países no Brics? O Brasil vai se beneficiar dessa expansão? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político e professor da EAESP/FGV, Guilherme Casarões. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Aug 27, 2023 • 21min

Conteúdo patrocinado: # 04 Crea-SP: gestão de resíduos sólidos e a agenda 2030 da ONU

A gestão de resíduos sólidos frente à agenda 2030 da ONU é o tema deste podcast.  O bate-papo foi conduzido pelo jornalista Circe Bonatelli com o presidente da Associação Internacional de Resíduos (ISWA), Carlos Silva, que também é Membro do Conselho Consultivo da ONU sobre o tema, e os engenheiros Murillo Braghin e Leonardo Negrão Jr., do podcast Engenharia Científica. A gravação aconteceu durante a 2ª edição do Simpósio Cidades Inteligentes, realizado pelo Crea-SP, em parceria com o Confea e Mútua-SP, nos dias 4 e 5 de agosto, na cidade de Santos, litoral de São Paulo. O evento reuniu profissionais do setor e membros do poder público que discutiram, entre outros temas, questões como regularização, fiscalização e capacitação. Esse podcast é uma produção do Estadão Blue Studio, com o apoio do Crea-SP em parceria com o Confea e Mútua-SP.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Aug 26, 2023 • 26min

Tecnologia #287: #Start Eldorado: A jornada de uma cidade inteligente

A jornada das smart cities em pauta hoje no Start Eldorado, que recebe Danilo Velloso, secretário de Tecnologia, Inovação e Projetos, criador e atual coordenador do Projeto Cidade Inteligente de Pindamonhangaba. O município do interior paulista foi certificado como Smart City - a segunda no Brasil pela ISO - e ganhou reconhecimento internacional por ações de integração de tecnologias e inovação em várias áreas da administração, intenso uso de dados preditivos, iniciativas de governo digital e uso de dispositivos inteligentes em prédios públicos e nas ruas para monitoramento e segurança pública e sua frente de Educação 4.0, tudo baseado em conectividade via redes de alto desempenho. Apresentado por Daniel Gonzales, o Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3, aplicativos, canais digitais, site e Alexa, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Aug 25, 2023 • 24min

De volta aos escritórios: o dilema do trabalho presencial

Após um crescimento explosivo de oportunidades remotas de trabalho na pandemia, o mercado de emprego tem presenciado as grandes corporações darem meia-volta, em um movimento que acena para o enfraquecimento do home office. A tendência apontada por especialistas parecia ser a de uma mistura entre o antes e o depois da crise sanitária, em um modelo que consegue conciliar as vantagens dos dois formatos: o trabalho híbrido. Nesta semana, o Google, que adotou há mais de um ano o modelo híbrido, disse aos funcionários que eles deveriam cumprir o requisito de três dias ou suas faltas apareceriam em suas avaliações de desempenho, de acordo com um memorando enviado aos funcionários obtido pelo The Washington Post. O comunicado foi enviado, inclusive, para funcionários das operações no Brasil, conforme apurou o Estadão. No Brasil, empregados querem uma média de 2,5 dias em home office, enquanto companhias estão dispostas a oferecer pouco mais de um dia, segundo dados da WFH Research. Números da consultoria de recrutamento Robert Half mostram que no Brasil,  76% consideram o modelo híbrido ideal, e 38% afirmam que buscariam outro emprego caso o atual decretasse a volta definitiva ao presencial. Afinal, por que o home office deixou de ser funcional para as empresas? voltaremos ao mesmo cenário de antes da pandemia? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Paul Ferreira, professor de Estratégia e Liderança da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Aug 24, 2023 • 27min

Forças Armadas nas páginas policiais e sua tentativa de recuperar confiança

Nesta semana, o comandante do Exército, general Tomás Miguel Ribeiro Paiva, emitiu uma ordem para afastar possíveis divisões internas e combater as críticas e ataques à Força, diante dos escândalos envolvendo militares que estão presos ou investigados por uma relação nada republicana com o governo de Jair Bolsonaro. A medida é uma reação aos últimos acontecimentos. Durante a sessão da CPMI dos Atos de 8 de Janeiro, o hacker Walter Delgatti afirmou que o relatório produzido pelos militares sobre a urna eletrônica foi feito por ele. Além disso, o exército precisa lidar com o fator Mauro Cid. O tenente-coronel, e ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, está envolvido em um esquema de venda de joias recebidas pelo ex-presidente de outras nações. Além disso, ele é acusado de participar da falsificação de carteiras de vacinação, e de arquitetar, junto com outros militares, um possível golpe de estado. Junta-se às tentativas golpistas de tomar o poder, o coronel de artilharia do Exército Jean Lawand Júnior, de 51 anos, que cobrava Cid, insistentemente, para que Bolsonaro desse a ordem de um levante das Forças Armadas. O desgaste é tanto, que a confiança da população brasileira em seus militares vem caindo expressivamente. Uma recente pesquisa da Genial/Quaest mostrou que, entre dezembro de 2022 e agosto, o número dos brasileiros que afirmavam “confiar muito” na instituição passou de 44% para 33%. Afinal, qual é o atual clima entre os militares diante da mancha na instituição provocada pelos últimos acontecimentos? Qual deve ser o “freio de arrumação” adotado pelas forças para retomar a confiança nos militares? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o repórter especial do Estadão, Marcelo Godoy. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Aug 23, 2023 • 21min

A crise econômica na China e seus impactos no Brasil

A China tem atravessado um dos momentos mais delicados da sua economia, em três décadas. As exportações estão em queda, o mercado imobiliário vive uma crise profunda, os investimentos estrangeiros permanecem estagnados e o desemprego entre os jovens continua alto. Na questão imobiliária, a gigante Evergrande Group protocolou pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos. Investidores também acompanham os problemas recentes da gestora Zhongrong International Trust, que é conhecida por financiar projetos de construção de incorporadoras da China.  Sobre o desemprego juvenil, o governo chinês suspendeu a divulgação dos dados, alegando que as estatísticas eram complexas, o que levantou temores sobre a falta de transparência em relação a seus indicadores econômicos. Em junho, a taxa de desemprego para os chineses entre 16 e 24 anos alcançou 21,3%. O país asiático é o principal parceiro comercial do Brasil, concentrando cerca de 30% das exportações brasileiras. Por isso, o maior impacto deve ser na exportação de commodities metálicas.  As ações da Vale, empresa brasileira do setor, que têm exposição à China, acumulam queda acima de 20% no ano. Afinal, quais as consequências se a economia chinesa não se recuperar em um curto ou médio prazo? De que forma o Brasil pode ver sua economia patinar por causa da China? No ‘Estadão Notícias’, vamos conversar sobre o assunto com Livio Ribeiro, Pesquisador associado do FGV Ibre e sócio da BRCG Consultoria. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Aug 22, 2023 • 26min

Em crise política e social, Equador escolhe entre a esquerda e os liberais

As eleições no Equador terão um segundo turno entre a candidata de esquerda Luisa González, do partido Revolución Ciudadana, e o empresário liberal Daniel Noboa, do movimento Acción Democrática Nacional, a ser disputado em 15 de outubro. O resultado ensaia uma volta da esquerda ao Equador, com a candidata aliada do ex-presidente Rafael Correa disparando. A disputa foi marcada por uma profunda crise institucional e de segurança, que atingiu seu ponto mais crítico com o assassinato a tiros do candidato Fernando Villavicencio no dia 9. Mesmo com as incertezas sobre a segurança pública no país, a eleição registrou uma participação recorde de eleitores. Ao todo, 82,26% dos 13,4 milhões de equatorianos aptos a votar foram às urnas. Favorita nas sondagens, a advogada Luisa González, tem 45 anos, propõe "reafirmar o monopólio do Estado sobre as armas" para reduzir a criminalidade. Apesar de esquerda, ele é conservadora nos costumes, sendo contra o aborto, mesmo em casos de estupro. Seu adversário, Daniel Noboa, é filho do bilionário empresário da indústria bananeira Álvaro Noboa. Noboa não era apontado pelas pesquisas como um dos principais candidatos no pleito. Entre suas propostas para a segurança pública estão a militarização dos portos e das fronteiras do país para combater o tráfico de drogas. Afinal,  algum desses candidatos tem o perfil para apaziguar a situação social e política do Equador? No ‘Estadão Notícias' de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o professor de direito internacional e reitor da FMU, Manuel Furriela. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Aug 21, 2023 • 17min

O Morning Call | Mercado em 15 minutos: Com o Brasil em momento de estabilidade, atenção está nos Estados Unidos e na China

O Morning Call | Mercado em 15 minutos destaca que a semana começa com um pouco mais de otimismo depois da bolsa brasileira ter registrado, finalmente, com a primeira alta de agosto na sexta passada, interrompendo uma sequência histórica de desvalorização de 13 pregões seguidos. O mercado está de olho na desaceleração da atividade econômica e do setor imobiliário, na China, e na elevação de taxas do Tesouro Americano, nos EUA.See omnystudio.com/listener for privacy information.

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