Estadão Analisa com Roseann Kennedy

Estadão
undefined
Sep 21, 2023 • 29min

Economia verde: o que é e por que o Brasil está tão atrasado?

Não há dúvidas que viabilizar um futuro sustentável, que una a preservação do meio-ambiente e, ao mesmo tempo, não desacelere o progresso, é um dos principais desafios para os países atualmente. Apesar do seu grande potencial para implantação de projetos da chamada economia verde, o Brasil ainda está muito atrás de nações como os Estados Unidos. É o caso, por exemplo, do hidrogênio verde. Apesar de o País ser considerado um dos com grande potencial para explorar o produto, ainda não tem refinarias em construção. Um dos problemas, segundo empresas que investem em transição energética, é a falta de subsídios para implantação de projetos na área. Por outro lado, o Brasil tem histórias de sucesso na área. Um dos exemplos é o etanol, desenvolvido com apoio do governo nos anos 70 como resposta à crise do petróleo, e que deu o pontapé inicial para o desenvolvimento de carros bicombustíveis.  Atualmente, o governo batalha no Congresso Nacional para a aprovação da sua agenda verde, com o Plano de Transformação Ecológica. A proposta, na prática, regulamenta como vai funcionar “o direito” das empresas de poluir, com base em um teto para a emissão de CO2.  Afinal, por que o Brasil está tão atrasado na questão da economia verde? Faltam incentivos na área científica e tecnológica para desenvolvimento de projetos sustentáveis? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o coordenador do Grupo de Economia do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Instituto de Economia da UFRJ, Carlos Eduardo Young. E se você quiser conhecer mais sobre o Novo Pacto Verde, acesse: https://pantheon.ufrj.br/bitstream/11422/20679/1/2023%20Young%20Boletim%20EcoEco42%20Green%20New%20Deal.pdf O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
undefined
Sep 20, 2023 • 21min

Lula na ONU e o que esperar do encontro com Zelensky

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou na abertura da Assembleia-Geral da ONU, em Nova York, nesta terça-feira, e enfatizou o resgate ao universalismo em sua política externa e que o Brasil está de volta para contribuir na resolução dos problemas globais.  O mandatário brasileiro também cobrou os países ricos que mantenham a sua promessa de uma contribuição de US$ 100 milhões para o Fundo Amazônia. O mandatário brasileiro também sinalizou a necessidade de uma reforma na governança global. Tradicionalmente o Brasil é o primeiro a falar no evento, que está esvaziado em 2023, sem as presenças de políticos importantes como o presidente da China, Xi Jinping, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, o primeiro-ministro do Reino Unido, Rishi Sunak, e o mandatário francês, Emmanuel Macron. O problema para Lula é que hoje a posição do Brasil na política externa exige um equilíbrio muito mais complexo que em seus dois mandatos anteriores. O País precisa se reposicionar após a desastrosa relação com outras nações do governo Bolsonaro. No entanto, Lula tem se mostrado menos habilidoso do que em seus governos anteriores para tratar questões internacionais. Afinal, o que o discurso de Lula na ONU pode mostrar de caminhos para a política externa brasileira? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a professora de Relações Internacionais da ESPM Denilde Holzhacker. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
undefined
Sep 19, 2023 • 38min

'Cenários com Sonia Racy': A relação entre o consumismo e os riscos de aquecimento global

Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Alexandre Birman, CEO da Arezzo & Co. Ele diz que vê uma ‘banalização’ e ‘descompasso’ entre consumismo e riscos de aquecimento global, fala sobre o seu otimismo com a reforma tributária e destaca a importância da cultura da empresa para superar desafios.See omnystudio.com/listener for privacy information.
undefined
Sep 19, 2023 • 28min

Déficit zero nas contas públicas em 2024: realidade ou utopia?

A equipe econômica do governo estabeleceu uma meta audaciosa para o ano que vem: reduzir o déficit das contas públicas para zero. No entanto, a medida é vista com ceticismo por economistas, e por membros do Legislativo, que serão responsáveis em aprovar o orçamento de 2024. O relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias, deputado Danilo Forte (União-CE), que é quem analisa o orçamento enviado pelo governo para o ano que vem, disse que o compromisso é “quase impossível”. O parlamentar ainda afirmou ter “dó” de Fernando Haddad por tentar alcançar algo improvável. Para zerar o déficit, o governo terá que cortar despesas ou aumentar a arrecadação. Caso contrário, será necessário mudar a meta fiscal. Entre as principais fontes de gastos públicos neste ano, estão: R$ 50 bilhões do Bolsa Família, R$ 30 bilhões do aumento do aporte federal ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica, o Fundeb, e R$ 20 bilhões do piso nacional da enfermagem. O relatório Focus, produzido pelo Banco Central, com base na projeção de economistas, mostra que o déficit será de 0,71% do PIB em 2024. Já o Boletim Prisma de setembro, do Ministério da Fazenda, prevê um déficit primário nas contas brasileiras de 83 bilhões para o ano que vem. Afinal, atingir um déficit zero é possível ou uma utopia criada pelo governo? Quais os caminhos para diminuir o rombo das contas públicas? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a doutora em Economia pela FGV; ex-conselheira do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e da Secretaria de Acompanhamento Econômico (SEAE) no governo FHC, atual consultora-sênior do Banco Mundial, Cristiane Schmidt. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
undefined
Sep 18, 2023 • 18min

Os dias de calor interferem nos investimentos?

O Morning Call | Mercado em 15 minutos responde se existe ligação entre o clima e o humor dos investidores e também destaca a valorização do Real na última semana e os dados da inflação do Brasil e dos EUA que agradaram o mercado. A expectativa agora é em relação à super quarta, quando haverá a divulgação das taxas de juros.See omnystudio.com/listener for privacy information.
undefined
Sep 18, 2023 • 19min

A fritura de Dino e a falta de rumo na segurança pública

Considerado um dos bastiões do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro da Justiça, Flávio Dino, começa a ser questionado por aliados da gestão petista. O discurso, segundo a ‘Coluna do Estadão’, é de que o governo perdeu o debate sobre segurança pública.  Os petistas reclamam que, em nove meses de gestão, o governo não tem nenhum projeto robusto no setor e reivindicam o controle da pasta. Para eles, o seu empenho em criticar os bolsonaristas e focar o seu trabalho na criminalização dos atos golpistas, fez com que outras áreas do ministério ficassem escanteadas. Uma das saídas, é a de que Lula indique Dino para a vaga de Rosa Weber no Supremo Tribunal Federal (STF). O ex-governador, senador, e juiz federal, poderia assim seguir os passos de André Mendonça e Alexandre de Moraes, que saíram da pasta da Justiça direto para a Suprema Corte. Afinal, Flávio Dino está cumprindo o seu papel dentro do Ministério da Justiça? O governo, de fato, vai perdendo a narrativa da segurança pública? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o professor da área de Segurança Pública da FGV-SP e Membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Rafael Alcadipani. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
undefined
Sep 16, 2023 • 20min

Tecnologia #290: #Start Eldorado: Operadora é parceira da inovação aberta

Inovação, novas possibilidades de aplicações e serviços para negócios com a chegada do 5G no ambiente das operadoras, que passam a ser provedoras de novos produtos digitais, além do desenvolvimento e busca contínua por essas soluções em empresas de várias áreas e tamanhos com o apoio da conectividade - produtos que podem ser escalados e virarem aplicações de negócios. O Start Eldorado recebe nesta edição, para falar de inovação e transformação, o CDO da Claro, Rodrigo Duclós, que conversa com o apresentador Daniel Gonzales. O programa vai ao ar às 21h na Rádio Eldorado (FM 107,3 - SP), site, aplicativos, Alexa e canais digitais, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.
undefined
Sep 15, 2023 • 25min

As lambanças de Lula sobre o Tribunal de Haia e seus efeitos

No início desta semana, uma declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante a cúpula do G-20, na Índia, de que “nem sabia da existência” do Tribunal Penal Internacional, e que irá “estudar” o motivo pelo qual o Brasil é signatário da Corte, gerou uma série de críticas pelo tom jocoso. Inclusive, a declaração não é verdadeira, já que o petista defendeu o fortalecimento do órgão. Durante o primeiro mandato, em 2004, o chefe do Executivo se comprometeu a complementar a legislação brasileira, seguindo as diretrizes do tribunal. Mais recentemente, Lula e correligionários defenderam a punição do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pela atuação na pandemia de covid-19. Em abril, na Espanha, o presidente afirmou que Bolsonaro “um dia será julgado em tribunal internacional pela atuação na pandemia”. Mas o atual posicionamento do presidente brasileiro tem a ver com seu alinhamento, cada vez mais próximo, com a Rússia de Vladimir Putin. O ditador tem um mandado de prisão nas costas emitido pelo Tribunal de Haia desde março por crimes de guerra na Ucrânia. Lula chegou a dizer que o russo não seria preso se viesse ao Brasil, no ano que vem, para a cúpula do G-20. Como é signatário da Corte que impôs a condenação, o País teria que cumprir o mandato. Dias depois, o petista voltou atrás, e disse que quem cumpre as leis é a justiça brasileira, e não o Executivo. O quanto as declarações de Lula afetam o projeto multilateral do Brasil no cenário global? Ao se alinhar com a Rússia, o presidente tem sabotado as bases da diplomacia brasileira? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o reitor da FMU e professor de Direito Internacional,  Manuel Furriela. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
undefined
Sep 14, 2023 • 28min

O desastre econômico argentino e as promessas de Milei para salvação

As previsões para a economia Argentina para o ano que vem não são nada animadoras. Já é dado como certo que o país enfrentará em 2024 mais um ano de inflação superior a 100%. O primeiro ano do novo governo também deverá ser marcado também por um Produto Interno Bruto (PIB) estagnado. O pleito presidencial argentino ocorre no dia 22 de outubro, e as pesquisas realizadas após as primárias apontam para um segundo turno entre o ministro da Economia, Sergio Massa, e o candidato libertário Javier Milei. Vários desses levantamentos dão vantagem ao chamado “Bolsonaro argentino” na disputa. Javier Milei promete fechar o Banco Central e dolarizar a economia, no quadro de uma grande reforma que incluiria uma redução acentuada da despesa pública, a privatização de empresas públicas e eliminação de qualquer tipo de tributo na importação de insumos. Por outro lado, Sergio Massa, candidato do governo, é o atual ministro da Economia de uma nação afundada em dívidas. Além das medidas que tomou até agora para tentar conter a inflação, como ajuste de gastos públicos, acordos de preços, entre outros, o ministro não se pronunciou sobre um projeto específico para baixar a inflação durante o que seria seu futuro governo. Independentemente das posições dos candidatos, os especialistas não têm dúvidas que a Argentina precisa passar por um amplo processo de reformas. Afinal, existe uma fórmula mágica para recuperar a economia argentina? Qual o impacto das eleições de outubro no futuro do país? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o economista, consultor e ex-diretor de assuntos internacionais do Banco Central, Alexandre Schwartsman. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
undefined
Sep 13, 2023 • 21min

O Fla-Flu em torno das delações premiadas

A homologação da delação premiada do ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, Mauro Cid, tem mexido com o mundo político pelo seu potencial destrutivo. O tenente-coronel era um dos homens mais próximos do ex-presidente e estava preso desde maio por envolvimento com a falsificação de carteiras de vacinação de sua família e do núcleo Bolsonaro. Outra acusação é de que Mauro Cid e o pai, general Mauro Cesar Lourena Cid, são suspeitos de serem peças centrais no caso das joias. As investigações apontam que Bolsonaro seria o idealizador de um esquema internacional de venda desses objetos, que deveriam ser entregues ao acervo da presidência: O que tem chamado a atenção é que aqueles que eram contra as delações premiadas na época da Lava Jato, que levou o atual presidente, Lula, para a prisão, hoje comemoram o acordo feito pelo tenente-coronel. Atual secretário nacional de Justiça, Augusto de Arruda Botelho, foi às redes em janeiro de 2019 para dizer "prender para delatar tem um nome: tortura". Já os bolsonaristas, que sempre foram grande defensores da Lava Jato, e criticaram a decisão recente do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, de anular as provas obtidas nos acordos de leniência, dizem que Mauro Cid sofreu pressão para delatar. Afinal, a delação premiada só é boa quando seu grupo político não está envolvido? Os instrumentos usados para pressionar por uma delação premiada são ilegais? O STF tem promovido mais insegurança jurídica do que estabilidade nestes casos? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a advogada criminalista, vice-presidente da Comissão de Direitos e Prerrogativas para assuntos penitenciários da OAB/SP, Daniella Meggiolaro. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Lais Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

The AI-powered Podcast Player

Save insights by tapping your headphones, chat with episodes, discover the best highlights - and more!
App store bannerPlay store banner
Get the app