

Estadão Analisa com Carlos Andreazza
Estadão
O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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Apr 30, 2022 • 21min
Tecnologia #217: #Start Eldorado: oportunidades abertas com o 5G
A chegada do 5G ao Brasil abre um mercado potencial de mais de R$ 100 bilhões para empresas brasileiras interessadas em desenvolver software para basear aplicações nas redes de quinta geração ou vinculados à cadeia das redes de padrão aberto (OpenRAN). Em paralelo, haverá um benefício potencial de R$ 590 bilhões com o 5G no País, incluindo ganhos de produtividade e redução de custos. Um estudo, que foi entregue ao Ministério da Economia, mapeou todos estes detalhes, sugerindo uma lista de políticas públicas para o desenvolvimento do ecossistema 5G no Brasil. Sobre ele, o apresentador Daniel Gonzales conversa, nesta edição do Start Eldorado, com a líder de tecnologia, mídia e telecomunicações na Deloitte, Marcia Ogawa. O Start vai ao ar às quartas-feiras, na Eldorado FM 107,3 - SP, às 21h.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Apr 29, 2022 • 33min
3ª via na UTI e Bolsonaro em guerra contra STF e urnas eletrônicas
Jair Bolsonaro resolveu polemizar novamente sobre o voto eletrônico ao dizer, em evento no Palácio do Planalto, que as Forças Armadas sugeriram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que militares façam uma contagem paralela dos votos nas eleições. O presidente afirmou que uma das propostas dos militares ao TSE é um computador próprio para receber os votos com o intuito de fazer uma apuração própria. Quem não gostou nada da declaração foi o presidente do Senado e do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que escreveu em sua conta no Twitter que não tem "cabimento" duvidar da legitimidade do processo eleitoral no país. Ainda sobre polêmicas envolvendo o presidente e seus aliados, deputados avisaram ao Supremo Tribunal Federal (STF) que Daniel Silveira, que havia sido escolhido como membro titular da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara, não fará parte do colegiado. A indicação foi interpretada como uma afronta ao STF, que condenou o deputado a mais de 8 anos de prisão por ameaçar o ministro Alexandre de Moraes. A CCJ é responsável por analisar casos de perda de mandatos parlamentares, onde se inclui o bolsonarista. E ainda, o União Brasil sinalizou que deve deixar as negociações de uma candidatura única da terceira via para as eleições presidenciais de outubro. Com isso, a legenda deverá ter como candidato próprio, o presidente da legenda, deputado Luciano Bivar. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’, Vera Rosa e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Apr 28, 2022 • 28min
A disputa entre Congresso e STF sobre a cassação de mandatos
O julgamento no Supremo Tribunal Federal que condenou o deputado bolsonarista Daniel Silveira a mais de 8 anos de prisão terá mais uma batalha entre poderes. Além do polêmico indulto concedido pelo presidente Jair Bolsonaro ao parlamentar, agora se discute se os ministros do STF também podem cassar o mandato de um deputado. O ministro Alexandre de Moraes entende que o indulto não interfere na inelegibilidade de Daniel Silveira. Já os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, defendem que a cassação é uma prerrogativa das Casas Legislativas. Por se tratar de condenação em órgão colegiado, o deputado não poderia se candidatar, de acordo com a Lei da Ficha Limpa. No entanto, o STF defende que a Câmara precisa cumprir a decisão da Corte, e cassar o mandato do deputado. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas-AL), já disse que não concorda com a decisão, e recorreu ao próprio Supremo Tribunal Federal para que o Poder Legislativo tenha a palavra final em casos de cassação de parlamentares. A Constituição prevê, no artigo 55, que a cassação de deputados e senadores deve ser decidida em uma votação no Legislativo, sendo exigida maioria absoluta de votos dos parlamentares. No entanto, existem casos precedentes, em que a Mesa Diretora da Câmara, por ordem do STF, apenas declarou a perda de mandato. No episódio do podcast desta quinta-feira, 28, vamos falar sobre a legalidade do indulto do presidente e se o STF pode mesmo definir a cassação do deputado Daniel Silveira, em uma conversa com o Oscar Vilhena, professor da FGV Direito, mestre em Direito pela Universidade Columbia (EUA) e doutor em Ciência Política pela USP. Já para falar sobre este novo embate entre os poderes Legislativo e Judiciário, conversamos com o repórter do Estadão, em Brasília, Eduardo Gayer. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Apr 27, 2022 • 25min
Musk à frente do Twitter: revolução ou retrocesso?
Uma das redes sociais mais populares e influentes do mundo tem um novo dono desde o início desta semana: o bilionário sul-africano Elon Musk comprou 100% do Twitter após semanas de negociações. O valor total pago pela aquisição da empresa foi de 44 bilhões de dólares (cerca de R$ 214 bilhões). Segundo Musk, a aquisição da rede social não está relacionada à dinheiro, mas sim com a criação de uma plataforma que seja uma "arena de livre discurso". O empresário vinha questionando se a rede social estava fazendo o suficiente para proteger a liberdade de expressão de seus usuários. Musk foi além e disse que o Twitter não deve regular o conteúdo além do que é exigido pelas leis dos países em que opera. A partir dessas declarações, especialistas estão preocupados de que a rede social vire uma arena de batalha, onde tudo é aceito. Todas as redes sociais tem suas políticas de moderação de conteúdo que são pensadas como formas de tentar coibir desinformação e barrar discursos de ódio. Com receio do que pode vir pela frente, o Ministério Público Federal avalia o envio de um ofício à equipe que cuida do Twitter no Brasil para questionar se a chegada de Musk ao comando da empresa vai afetar as políticas de combate à desinformação na rede social, que também tem um acordo contra fake news com o Tribunal Superior Eleitoral para as eleições de 2022. No episódio de hoje, 27, vamos conversar sobre as possíveis mudanças na plataforma, após a compra de Elon Musk, com o jornalista e colunista do Link Estadão, Pedro Doria. Ele também é autor de livros como “Manual para a internet”. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Apr 26, 2022 • 20min
Conteúdo em parceria: Amazônia e a bioeconomia
Como o manejo do pirarucu está transformando a vida dos moradores da floresta. Neste podcast, o jornalista Eduardo Geraque conversa com o biólogo João Campos-Silva, um dos laureados dos Prêmios Rolex de Empreendedorismo de 2019, sobre o projeto que está ajudando a construir um futuro sustentável para as comunidades das várzeas amazônicas. A conversa faz parte do hub de conteúdo interativo Defensores da Terra, um projeto do Estadão em parceria com Rolex. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Apr 26, 2022 • 27min
Eleição francesa é um 'esquenta' para o pleito no Brasil?
Neste domingo, 24, a França reelegeu Emmanuel Macron com 58% dos votos válidos. A candidata da extrema-direita, Marine Le Pen, obteve 41% dos votos, a maior votação desse grupo na história moderna da França. Em seu discurso de vitória, Macron afirmou que quer governar para todos, inclusive para aqueles que preferiam Le Pen. Macron defende uma Europa mais forte na economia e quer um governo mais reformista e liberal, com a proposta de adiar a idade de aposentadoria de 62 para 65 anos. Já Le Pen propunha inscrever na Constituição a "prioridade nacional", a fim de excluir os estrangeiros dos auxílios sociais, e defendia o abandono da Otan e a redução dos poderes da União Europeia. Apesar da vitória, o desempenho de Macron foi pior se comparado com o de 2017, quando teve 66% dos votos. Com isso, a extrema-direita foca suas forças, agora, nas eleições legislativas, que ocorrem daqui a 2 meses. No episódio de hoje, 26, vamos entender os significados da vitória de Macron e o avanço da extrema-direita na Europa e a relação disso com o Brasil. Para isso, conversamos com a professora de Relações Internacionais da ESPM, Carolina Pavese. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Apr 25, 2022 • 28min
Inflação alta: regredimos à era pré-real?
O Banco Central (BC) tem feito o possível para segurar os choques inflacionários que seguem atingindo a economia brasileira. A principal ferramenta é o aumento da Selic (a taxa básica de juros da economia), que continua em ritmo de alta e deve ter novo ajuste para cima na reunião que ocorre nesta semana. Mas o ciclo de aperto vai surtir efeito desejado e trazer a inflação para o centro da meta? Somente no mês de março, o aumento da inflação foi de 1,62%, a maior marca para o mês em 28 anos. Na soma dos últimos 12 meses chegou a 11,30%. A situação vem se deteriorando desde a pandemia e, agora, ainda sofre com os efeitos da Guerra na Ucrânia. Tudo isso casado com diversos problemas domésticos, como o descontrole fiscal e os impactos de um ano eleitoral.Fato é que este processo vem corroendo o poder de compra do brasileiro, que não vê seu salário recomposto de acordo com os aumentos inflacionários. Isso faz com que grande parte da população tenha que repensar as prioridades do orçamento doméstico, em especial na compra dos alimentos, o grupo mais atingido pela inflação. Até o pesadelo da era pré-real volta a assombrar a vida de muitas famílias.Nos últimos meses, 73,1% dos consumidores deixaram de comprar carne, quase 10% cortaram iogurte, queijo, laticínios e bebidas alcoólicas e perto de 6% não levaram para a casa biscoito e feijão, alimento básico. Esses são dados de uma pesquisa do Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Estado de São Paulo (Sincovaga), feita pela JFP Consultoria e obtida pelo Estadão. No episódio desta segunda, 25, do podcast, conversamos com a repórter de economia, Márcia de Chiara, que destrinchou os dados dessa pesquisa e foi a campo identificar personagens atingidos por uma inflação permanente. E para analisar o cenário macroeconômico, entrevistamos Guilherme Moreira, Coordenador do Índice de Preços ao Consumidor da Fipe. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula NiederauerMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Apr 23, 2022 • 21min
Tecnologia #216: #Start Eldorado: marcas e metaverso
O Start Eldorado recebe Cintia Gonçalves, estrategista com foco em comportamentos e inteligência de dados e sócia-fundadora da Wiz&Watcher Cultural Strategy. Ela fala sobre metaverso: as possibilidades e desafios para as marcas, muitas ainda entendendo como se posicionar nesse novo mundo da tecnologia, as experiências "phigital", o uso de big data para detectar preferências e assim expandir os negócios e também o desenvolvimento de novos produtos e serviços, a inovação e a construção de experiências encantadoras para os consumidores. A apresentação é de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Apr 22, 2022 • 25min
As formulações econômicas na corrida presidencial
A capacidade de dar respostas na área econômica é sempre um ativo elementar para qualquer campanha presidencial. Neste ano, em especial, o tema deve ganhar ainda mais relevância. E não à toa: o País vive um ciclo de baixo crescimento, agravado pela pandemia e refletido em índices como desemprego e inflação.Em 2018, Bolsonaro apostou todas as suas fichas na agenda liberal de Paulo Guedes, o “posto Ipiranga”. Agora, na busca pela reeleição, é difícil imaginar que essa cartilha tenha o mesmo efeito, basta ver a gastança em benesses assistenciais, como o Auxílio Brasil, e em incentivos tributários, como a redução do IPI.O PT, que tende a apelar para a nostalgia da era Lula na comunicação com o eleitor, tem o desafio de apagar da memória recente do País o desastre econômico da era Dilma. A composição com o centro, representada pela figura de Geraldo Alckmin (PSB) na provável chapa, traz desafios extras para o projeto petista. As últimas sinalizações não têm sido no caminho da moderação, basta ver a recente defesa pela revogação da reforma trabalhista.E no caso de Ciro Gomes (PDT) e dos demais nomes da chamada terceira via: o que está sendo formulado em torno das propostas econômicas? Para falar sobre o cenário que o próximo presidente vai herdar e o que está sendo desenhado sobre as estratégias econômicas das candidaturas, o episódio desta sexta-feira, 22, do podcast Estadão Notícias conversa com a repórter e colunista de ‘Economia’ do Estadão, Adriana Fernandes. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula NiederauerMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Apr 20, 2022 • 24min
Ciro Gomes vai se juntar à terceira via?
Essa semana o pré-candidato à presidência Ciro Gomes (PDT) inicia uma nova etapa de sua campanha nas redes sociais. Ciro se coloca como alternativa à polarização entre o ex-presidente Lula (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), mas o ex-ministro encontra dificuldades para chegar aos dois dígitos nas pesquisas. Ciro aparece em terceiro lugar, mas com apenas 9%, segundo última pesquisa XP/Ipespe divulgada no início do mês. Apesar de não tão expressiva nas pesquisas, a chamada terceira via segue se articulando. E até mesmo Ciro afirmou estar disposto a conversar. O pedetista fez um aceno ao MDB, União Brasil, PSDB e Cidadania – que decidiram anunciar um candidato de consenso no dia 18 de maio – e disse que a saída do ex-juiz Sérgio Moro da disputa abre caminho para as negociações. Ciro também afirmou que vai procurar outros partidos e espera se mostrar competitivo até julho na disputa contra Lula e Bolsonaro. O ex-ministro repetiu que é o único pré-candidato com “proposta consistente” contra o sistema econômico em vigor no País e elogiou o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. No episódio do podcast desta quarta-feira, 20, vamos debater se Ciro consegue viabilizar sua candidatura e crescer nas pesquisas sem apoio da terceira via. Para isso, conversamos com o cientista político Rafael Cortez. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula NiederauerMontagem: Carlos Valério See omnystudio.com/listener for privacy information.


