

Estadão Analisa com Carlos Andreazza
Estadão
O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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May 12, 2022 • 28min
O escândalo do ‘Centrãoduto’ e sua conexão com Bolsonaro
O Centrão opera dentro do Congresso Nacional para aprovar um projeto para a construção de gasodutos pelo País no valor de 100 bilhões de reais. Apesar do Brasil necessitar de vias de distribuição de gás, inclusive para geração de energia, a proposta deve beneficiar apenas um empresário: Carlos Suarez, conhecido como “rei do gás”. O empresário e seus sócios são os únicos com autorização para distribuir o produto em oito estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste. O valor se aproxima a tudo o que o governo tem para despesas com investimentos e custeio da máquina pública em 2022. Desde 2015, já houve ao menos dez tentativas de criar o fundo para bancar a rede de gasodutos, conhecido como Brasduto, por meio de projetos de lei e medidas provisórias, porém nenhuma teve êxito. Desta vez, com lugar de destaque no governo de Jair Bolsonaro, o Centrão acredita que tem voto suficiente para concretizar o plano apelidado no meio político de “Centrãoduto”. O objetivo do projeto é levar tubos de aço até áreas isoladas de grandes centros do País e, assim, viabilizar a construção de usinas movidas a gás nestas regiões. O setor elétrico questiona a estratégia, porque, via de regra, não faz sentido levar gás para uma área remota, se a energia que será produzida com a queima desse insumo será redirecionada a grandes áreas urbanas, por meio de linhas de transmissão. A estratégia em andamento, porém, vai ao encontro de tudo que almeja o conglomerado criado pelo empresário Carlos Suarez, em parceria com seus sócios, a Gaspetro da Petrobras e os governos do Distrito Federal, Amazonas, Pará, Amapá, Maranhão, Piauí, Rondônia e Goiás. No episódio desta quinta-feira, 12, vamos conversar sobre esse projeto bilionário que o Congresso Nacional quer aprovar, com o repórter do Estadão, em Brasília, André Borges. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

May 11, 2022 • 22min
As cartadas do governo para tentar frear a inflação
O governo federal tenta de todas as formas frear a alta da inflação no País. No começo do mês, o mercado elevou pela 16ª semana consecutiva a previsão para a inflação deste ano, agora para 7,89%, segundo o Relatório Focus do Banco Central, mais que o dobro da meta prevista em 3,5%. Para conter essa tendência de aumento, o governo pretende zerar a alíquota do Imposto de Importação de 11 produtos, entre eles, o aço. Segundo apurou o Estadão/Broadcast, o corte deve ser anunciado ainda esta semana e inclui produtos da cesta básica e da construção civil. Também neste dia, o governo pode anunciar uma nova redução geral de 10% na Tarifa Externa Comum do Mercosul, o que incidiria sobre quase todas as importações brasileiras. Com essas medidas o governo quer tentar reduzir o custo de importação de vários itens, o que contribuiria para forçar os preços da indústria nacional para baixo. A avaliação é que a redução do tributo para importados pode ser feita sem prejudicar a indústria nacional, já que decreto do presidente Jair Bolsonaro ampliou a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de 25% para 35%. Porém, a redução do imposto de importação dos 11 itens tem que passar pela Câmara de Comércio Exterior, grupo que reúne representantes de vários ministérios, além da Presidência. No episódio de hoje, 11, vamos conversar sobre as tentativas do governo em tentar frear o aumento da inflação, com a economista Karina Bugarin, autora de um dos capítulos do livro " Reconstrução – o Brasil nos anos 20”: O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

May 10, 2022 • 26min
Vice decorativo? O papel de Alckmin na campanha de Lula
No sábado (06), o Partido dos Trabalhadores (PT), lançou a chapa Lula/Alckmin para as eleições presidenciais de 2022. No evento, quem roubou a cena foi o ex-tucano que, em pouco mais de 15 minutos, fez um discurso contundente e pregando a união contra Jair Bolsonaro. Geraldo Alckmin (PSB) já deixou claro que não será um vice decorativo, e quer estar à frente não apenas de um futuro governo, mas também da campanha presidencial. O ex-governador diz estar aberto à tarefa de fazer a interlocução com o agronegócio, mas deseja contribuir também na área econômica. Além disso, nas viagens pelo Brasil, ao longo da campanha, o ex-tucano espera ter direito a parte do holofote e deve manter uma agenda paralela individual, em especial nas regiões em que Lula tem menor intenção de votos, como Sudeste, Sul e Centro-Oeste. Com esse movimento, Alckmin pode conquistar algo que o seu desafeto político, João Doria (PSDB), quer muito: um lugar no Palácio do Planalto. As pesquisas eleitorais mostram que essa espécie de renascimento do ex-governador na política pode estar próximo de acontecer. No episódio de hoje do Estadão Notícias convidamos o cientista político, coordenador da pós-graduação em Ciência Política da FESP-SP, Humberto Dantas, para analisar o papel de Geraldo Alckmin na chapa de Lula. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

May 9, 2022 • 28min
Maioria no eleitorado, minoria na política: o peso do voto feminino
As mulheres são a maioria do eleitorado brasileiro. São quase 9 milhões de eleitoras a mais do que homens, o que representa 53% dos votantes do País, segundo o Tribunal Superior Eleitoral. E essa diferença tem crescido a cada 4 anos, quando ocorrem as eleições presidenciais. Apesar de serem maioria entre os eleitores, as mulheres não traduzem essa tendência em termos de participação política. No Estado de São Paulo, maior colégio eleitoral do país, as mulheres representam 53% do eleitorado. Elas também são a maioria entre pessoas na faixa dos 16 a 18 anos. Dos mais de 96 mil novos títulos emitidos neste ano, 52 mil foram de pessoas do gênero feminino. Em 2018, apenas uma mulher se elegeu governadora entre as 27 unidades da federação. Foi a ex-senadora Fátima Bezerra (PT), no Rio Grande do Norte. Ainda em 2018, apenas seis candidatas foram eleitas para as 54 vagas no Senado. Para a Câmara dos Deputados, foram eleitas 77 deputadas federais, o que dá cerca de de 15% do total de eleitos. Atualmente, há políticas públicas de incentivo à participação feminina na política. Dois exemplos são a cota de 30% de candidatas mulheres e, mais recente, a cota do fundo eleitoral. Com a emenda promulgada em abril de 2022 pelo Congresso Nacional, os partidos são obrigados a destinar 30% dos recursos para as candidatas. No episódio do podcast desta segunda-feira, 09, vamos conversar sobre esse assunto com a cientista política da Universidade de Brasília, Noemi Araujo, especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental e Co-idealizadora da Representativa, que capacita mulheres para a política. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

May 7, 2022 • 23min
Tecnologia #218: #Start Eldorado: digitalização do comércio internacional
Muitos são os impactos da tecnologia no comércio global, como o uso de dados e a adoção de transformações digitais, que vêm mudando profundamente a forma como ocorrem diversos tipos de operações. Internet das coisas, Blockchain, Big Data, tecnologias cognitivas associadas que muito em breve serão ainda mais potencializadas pelo uso mais intenso do 5G. O Start Eldorado recebe Gabriela Dorlhiac, diretora executiva da ICC Brasil - Câmara de Comércio Internacional, maior organização empresarial mundial, que está bastante atenta a tudo que envolve a transformação digital. Apresentado por Daniel Gonzales, o Start vai ao ar toda quarta-feira, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP.See omnystudio.com/listener for privacy information.

May 6, 2022 • 31min
‘Língua solta’: a crise na campanha de Lula
Algumas falas recentes do ex-presidente Lula em eventos e entrevistas que tem participado geraram polêmicas. Em seu discurso, Lula disse que o aborto deveria ser legal no País e também se expressou mal e falou que Bolsonaro “não gosta de gente, só de policial”. O petista reconheceu seu equívoco e durante sua fala no ato das centrais sindicais no 1º de Maio, se viu obrigado a pedir desculpas aos policiais. Lula explicou que ao invés de policial, queria dizer miliciano. Nesta semana, em uma entrevista para a revista Time, dos Estados Unidos, Lula afirmou que Vladimir Putin e Volodymyr Zelenski são igualmente responsáveis pela guerra que acontece em território ucraniano. A opinião do petista repercutiu negativamente na mídia e sofreu críticas até de outros pré-candidatos como João Doria e Ciro Gomes. Outra fala criticada, aconteceu em um encontro no dia 4 de abril na sede da CUT, onde Lula declarou que os trabalhadores e movimentos sindicais deveriam ir a essas residências com um grupo de 50 pessoas, para "incomodar" a "tranquilidade" de deputados e senadores. Essas declarações estão sendo comemoradas pelo presidente Jair Bolsonaro e seus aliados. A cúpula que coordena a campanha do atual mandatário pretende usar essas falas para ganhar votos do público conservador. No episódio de hoje, 06, vamos debater o quanto as declarações de Lula podem influenciar na sua perda de votos, com Marco Antônio Carvalho Teixeira, Cientista Político e Professor da FGV. Já sobre a inauguração da campanha de Lula prevista para este sábado, vamos conversar com a repórter Beatriz Bulla, que acompanhará o evento. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

May 5, 2022 • 31min
Militares estão com Bolsonaro no front contra as urnas?
Durante um evento no Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro (PL) defendeu uma contagem de votos paralela pelos militares durante as eleições deste ano. O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) disse não ter cabimento levantar dúvidas sobre o processo eleitoral. E o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, afirmou que o processo eleitoral brasileiro é uma referência. No entanto, o clima entre o governo federal e o judiciário, principalmente o Tribunal Superior Eleitoral, está abalado novamente, e dessa vez envolve também as Forças Armadas. Após a fala de Jair Bolsonaro, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, afirmou que a Justiça Eleitoral não vai aceitar “intervenção” das Forças Armadas nas eleições. Para apaziguar os ânimos, o ministro Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal, recebeu, nesta semana, o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Congresso Nacional e do Senado. Fux também se encontrou com o ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira. Além disso, as Forças Armadas enviaram 88 questionamentos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nos últimos oito meses sobre supostos riscos e fragilidades que, na visão dos militares, podem expor a vulnerabilidade do processo eleitoral. Em resposta, a Corte diz que já garantiu segurança do sistema eleitoral No episódio do podcast, vamos conversar sobre a relação dos militares com a Justiça Eleitoral brasileira com o repórter do Estadão, Weslley Galzo. Para falar sobre os conflitos institucionais e as mudanças que podem acontecer até as eleições deste ano, convidamos o cientista político da consultoria Pulso Público, Vitor Oliveira. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

May 4, 2022 • 21min
Doença misteriosa: o que se sabe da hepatite aguda em crianças
Uma nova doença surgida na Indonésia e no Reino Unido tem preocupado infectologistas e pediatras pelo mundo. Trata-se de uma hepatite aguda misteriosa, que ainda não tem a sua origem conhecida. A Organização Mundial da Saúde afirmou que o aumento das infecções é uma questão "muito urgente" à qual está sendo dada "prioridade absoluta". A infecção também foi registrada na Espanha, em Israel, na Dinamarca, na Itália, nos Estados Unidos e na Bélgica. Em Wisconsin, nos Estados Unidos, também é investigada uma morte que pode ter sido causada pela doença misteriosa. Até 21 de abril, eram mais 169 casos no mundo, segundo último boletim divulgado pela OMS. A idade dos pacientes varia de um mês a 16 anos, sendo que, na maioria dos casos, não apresentam febre e nem vestígios dos vírus associados às hepatites A, B, C, D e E. Em cerca de 10% dos casos foi preciso fazer um transplante de fígado. O Centro Europeu de Controle e Prevenção de Doenças pediu às autoridades de saúde para efetuarem vigilância dos casos de hepatite aguda em crianças. Para os especialistas, a doença pode ser causada por um adenovírus transmitido por contato ou pelo ar, o F41, ou uma variante mais agressiva. O adenovírus tipo 41 geralmente se apresenta como diarreia, vômito e febre, muitas vezes acompanhados de sintomas respiratórios. No episódio desta quarta-feira do podcast vamos saber quais as chances desta doença chegar ao Brasil e o risco para as crianças. Para isso, vamos conversar com o infecto-pediatra, e diretor do departamento de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria, Renato Kfouri. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

May 3, 2022 • 24min
1º de maio: por que Lula e Bolsonaro não atraíram multidões?
O Dia do Trabalhador, comemorado no último domingo, marcou a volta dos atos políticos após o relaxamento das medidas restritivas por causa da covid-19. Em todo o Brasil, foram convocadas manifestações em favor do ex-presidente Lula e do atual presidente Jair Bolsonaro. Mesmo orientado por aliados a não comparecer na manifestação, em Brasília, que entre as pautas pedia o impeachment de ministros do STF, Bolsonaro resolveu fazer uma rápida aparição. Porém, o evento foi esvaziado e ocupou apenas uma quadra da Esplanada dos Ministérios. Além dos ataques ao judiciário, os atos pró-Bolsonaro também focaram em Lula e na chamada pauta de costumes, como aborto e drogas. O ato no Rio de Janeiro contou com a participação do deputado Daniel Silveira, condenado pelo STF por ameaças ao ministro Alexandre de Moraes, e alvo de polêmicas, como o indulto proferido pelo presidente. Do outro lado da linha estava Lula, junto com as centrais sindicais, que usaram os eventos de comemoração ao Dia do Trabalhador como palanque para o petista. Para uma plateia esvaziada, o ex-presidente atacou Bolsonaro e o chamou mais uma vez de “genocida”. O petista discursou por apenas 15 minutos, e alertou os participantes que não podia falar de eleição e que estava lá para discutir os problemas dos trabalhadores. No episódio desta terça-feira, 03, vamos conversar sobre a razão para atos ‘esvaziados’ no Dia do Trabalhador, com Tathiana Chicarino, cientista política e professora da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

May 2, 2022 • 32min
O que explica o prolongamento da guerra na Ucrânia?
A aposta de que a guerra na Ucrânia poderia acabar rapidamente não se concretizou. Nas últimas semanas os tons se elevaram e o risco do conflito virar uma disputa mundial, aumentou. Líderes mundiais já trabalham com a hipótese da batalha que se instalou no leste europeu durar anos. A guerra já deixou milhares de civis e soldados mortos, além de um fluxo de refugiados que já passa dos 5 milhões, o maior da história. As sanções impostas a indivíduos e à economia russa já afetam os suprimentos de comida e combustível no mundo todo e alguns países enfrentam aumento da instabilidade política. A Rússia alertou que irá suspender o fornecimento de gás natural a todos os países que não efetuarem o pagamento dos contratos em rublos, moeda russa. A Polônia e a Bulgária já sofrem com a sanção. O produto é usado pelos russos para pressionar os países a parar de ajudar a Ucrânia. Esse corte de combustível da Rússia ocorreu um dia depois de os Estados Unidos e de pelo menos 40 países se comprometerem a armar o país “em longo prazo”. No episódio do podcast desta segunda-feira, 02, vamos falar sobre o quão longa pode se tornar a guerra na Ucrânia em uma conversa com o Roberto Goulart Menezes, professor de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UNB). Sobre questões técnicas de tropas e armamentos para manter uma guerra por tanto tempo, vamos bater um papo com o jornalista Roberto Godoy, especialista em questões militares. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.


