

Estadão Analisa com Roseann Kennedy
Estadão
O podcast do Estadão traz a colunista Roseann Kennedy em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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Jul 22, 2022 • 35min
Os ataques de Bolsonaro e as convenções partidárias
O ministro Luiz Edson Fachin, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que Jair Bolsonaro (PL) se manifeste, em cinco dias, sobre as acusações feitas em relação à lisura do processo eleitoral brasileiro em um encontro com embaixadores, na última segunda-feira. Políticos, entidades e representantes do Poder Judiciário já haviam se manifestado a favor das urnas eletrônicas e contra as acusações do chefe do executivo. O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou que a segurança das urnas e a lisura do processo eleitoral não podem mais ser "colocadas em dúvida". Enquanto isso, os principais adversários de Jair Bolsonaro nas eleições de outubro começam a oficializar suas candidaturas. Na quarta-feira, o PDT endossou o nome de Ciro Gomes. Em seu discurso, o ex-ministro disse que quer romper a polarização entre Lula e Bolsonaro. Na quinta-feira, foi a vez do PT oficializar o nome do ex-presidente Lula em um evento que não contou com a presença do candidato que estava em viagem para o nordeste. O petista vai disputar sua sexta eleição para Presidência. Já a candidatura de Simone Tebet (MDB-MS) está ameaçada. Ao menos um terço dos diretórios do partido defende apoiar a candidatura de Lula já no primeiro turno. No entanto, o presidente da legenda, Baleia Rossi (MDB-SP), garante que o nome da senadora será confirmado no próximo dia 27. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’, Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Barbara Rubira e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 21, 2022 • 18min
Evento com embaixadores: Bolsonaro cometeu crimes eleitorais?
Jair Bolsonaro (PL) voltou a duvidar da integridade das urnas eletrônicas. O Presidente brasileiro reuniu cerca de 70 diplomatas para prejudicar a confiança internacional no sistema de votação do País. Como o Estadão antecipou, o governo Biden respondeu ao encontro. “As eleições brasileiras conduzidas e testadas ao longo do tempo pelo sistema eleitoral e instituições democráticas servem como modelo para as nações do hemisfério e do mundo”, dizia a nota divulgada pelos EUA. Ao contrário do que alega Bolsonaro, ao longo da história, nenhuma fraude nas urnas eletrônicas foi comprovada. Desde março de 2019, mais de 130 pedidos de impeachment contra Bolsonaro já foram protocolados. Agora, com os ataques do Presidente à legitimidade das eleições, novas cobranças podem acontecer por parte de seus opositores. Além das acusações de abuso de poder, o que já o tornaria inelegível, Bolsonaro teria cometido outras irregularidades, segundo a oposição. Uma delas seria, por exemplo, o descumprimento do Art. 4º da Lei do Impeachment, que fala de atos contra o exercício de direitos políticos, individuais e sociais. Resta saber se um processo de Impeachment contra o Presidente aconteceria em tempo hábil, antes das eleições de outubro. A favor de Bolsonaro ainda existe o fato de que seu aliado Arthur Lira (PP-AL) permanece na presidência da Câmara. Então, quais as chances de uma queda da gestão de Bolsonaro? Quais as possíveis consequências disso? No episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira (21), vamos conversar sobre o sistema eleitoral brasileiro com o advogado e especialista em direito eleitoral Alberto Rollo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Bárbara Rubira, Gabriela Forte e Lucas de Amorim Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 20, 2022 • 25min
De resort a jatinho: A farra dos partidos com dinheiro público
O Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos, popularmente conhecido como Fundo Partidário, voltou às manchetes depois da prestação de contas apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Além do que foi gasto, o destino dado a essas quantias milionárias também chamou a atenção. Mais de R$3 milhões, por exemplo, foram gastos em fretamento de aeronaves e jatinhos. Em viagens e hospedagens, muitas em resorts e hotéis de luxo, foram gastos R$18 milhões. Até 2014, quando a doação de empresas para campanhas ainda era permitida, o valor destinado ao Fundão não ultrapassava de R$500 milhões. No ano passado, o valor chegou a R$939 milhões. Já em 2022, até o mês de junho, já foram R$509 milhões em repasses e multas. Do total de gastos, mais de dois milhões vieram das campanhas dos deputados Arthur Lira e Baleia Rossi à presidência da Câmara, por exemplo. O Fundo Partidário, criado em 1965, tem como objetivo custear o funcionamento dos partidos, distribuindo recursos públicos a partir da quantidade de cadeiras que cada um tem na Câmara. Mas, hoje, os gastos vão desde contas caras em churrascarias, hamburguerias e padarias até compra de carros de luxo e camionetes. Quem deve regular esses gastos? Por que o valor repassado não para de crescer apesar desses gastos? No episódio do Estadão Notícias desta quarta-feira (20), vamos conversar com o advogado e cientista político Marcelo Issa, diretor do Transparência Partidária. O movimento busca combater ilegalidades cometidas por partidos por meio da promoção de novas lideranças, oxigenação do sistema e melhorias na governança. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Bárbara Rubira, Gabriela Forte e Lucas de Amorim Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 19, 2022 • 24min
O descontrole no desmatamento dos biomas brasileiros
De acordo com o Relatório Anual de Desmatamento no Brasil, produzido pelo MapBiomas em 2021, a área desmatada no Brasil aumentou em 20% no período de um ano, totalizando 16,5 mil km². Durante a produção do estudo foram analisados e confirmados 69,7 mil alertas de desmatamento emitidos por instituições como o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Desses alertas, cerca de 66,8% aconteceram na Amazônia. O bioma teve 977 mil hectares desmatados, representando cerca de 59% de toda a área desmatada no Brasil no ano. Agropecuária, mineração, garimpo e expansão urbana são os principais fatores que contribuem para o aumento constante do desmatamento no bioma. Espera-se que este seja um tema amplamente debatido nas eleições presidenciais deste ano, visto que a Amazônia tem sido o ‘calcanhar de Aquiles’ do atual Governo. Segundo pesquisa do Datafolha, a cada dez brasileiros, quatro acreditam que a gestão de Bolsonaro incentiva ilegalidades na floresta amazônica. Para estes brasileiros, o presidente minimiza as ações de caçadores e pescadores irregulares no local. Como a perda de vegetação nativa está atrelada às mudanças nas condições climáticas no mundo inteiro? E qual a importância do período eleitoral para o incentivo de políticas de preservação? No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira (19), vamos conversar com cientista climático Carlos Nobre, pesquisador sênior do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (USP) e um dos principais pesquisadores da floresta amazônica. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Lucas de Amorim e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 18, 2022 • 25min
O desinteresse pelo voto em deputados e senadores
Em pesquisa recente realizada pela Quaest, a pedido do RenovaBR, 86% dos eleitores avaliaram positivamente ter uma “alta renovação” no Congresso Nacional nessas próximas eleições. Fenômeno este que já ocorreu com essa atual legislatura, com índice de 47% de renovação na Câmara e de 87% no Senado - foi a maior da história desde a redemocratização. Apesar das intensas mudanças nos quadros, a percepção sobre o desempenho do Parlamento seguiu negativa.Neste mesmo levantamento, que ouviu 1.544 pessoas em cinco regiões do País, dois em cada três eleitores declararam não lembrar em quem votou para deputado federal nas últimas eleições. A maioria (66%) também afirmou que não sabe o que faz um congressista na Casa. O frágil elo de representatividade e o desconhecimento sobre o que se passa nas Casas Legislativas contrastam com a conjuntura política atual, em que o Congresso tem manobrado o destino do País ao sabor de seus interesses. Especialmente por meio do orçamento secreto, esquema revelado pelo Estadão.O que explica esse distanciamento da sociedade em relação a seus congressistas? Por que o voto em deputados e senadores é levado “menos a sério” do que o voto nos cargos Executivos, como presidente e governador? E por que a alta taxa de renovação não resultou num Congresso mais virtuoso e bem avaliado? No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira (18), vamos analisar esses assuntos com a cientista política e diretora de operações da Transparência Brasil, Juliana Sakai. Ouvimos também o diretor de Operações do RenovaBR, Rodrigo Cobra. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Leonardo Catto e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 16, 2022 • 23min
Tecnologia #228: #Start Eldorado: os primeiros passos do 5G
O Start repercute a chegada do 5G ao Brasil no ambiente dos negócios. Ouça entrevistas e declarações de vários líderes da indústria e operadoras, com suas primeiras impressões sobre as redes standalone, que estrearam por Brasília e ainda neste mês chegam a Belo Horizonte, São Paulo, Porto Alegre e João Pessoa. No podcast do Start, você ouve o mesmo programa que foi ao ar na quarta-feira na Eldorado FM 107,3 - SP, com apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 15, 2022 • 20min
Avacalhado sob Bolsonaro, teto de gastos tem futuro?
O teto de gastos das contas públicas brasileiras foi implantado em 2016 com o objetivo de ser uma âncora fiscal para o aumento da dívida do País em relação ao seu crescimento. Antes, alguns governos chegaram a gastar mais do que arrecadavam, o que fez o Brasil mergulhar em constantes crises econômicas. Agora, o governo de Jair Bolsonaro (PL), que prometia respeitar a medida, furou esse teto pela 5ª vez com a aprovação da chamada “PEC Kamikaze”, que turbinou benefícios à população em ano eleitoral. A proposta adicionou mais de R$ 41 bilhões de gastos para a gestão federal até dezembro. No total, juntando todas as furadas de teto feitas pelo presidente e pelo Congresso Nacional, o País já conta com mais de 200 bilhões de gastos acima daquilo que se poderia usar, segundo um monitoramento da Instituição Fiscal Independente, atrelado ao Senado Federal. Principal adversário de Jair Bolsonaro nas eleições, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), já disse que pretende acabar com o teto de gastos. Uma das ideias é autorizar o aumento da dívida pública desde que ela seja menor que o ritmo de crescimento do Produto Interno Bruto, o PIB. Afinal, por que é importante preservar o teto de gastos? De que maneira a irresponsabilidade fiscal impacta no bolso da população? No Estadão Notícias desta quinta-feira, vamos analisar o atual cenário com quem criou a medida: o economista e ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Leonardo Catto e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 14, 2022 • 23min
A influência de estrelas como Anitta numa eleição
A polarização entre Jair Bolsonaro e Lula movimentou a classe artística após Anitta anunciar seu voto no petista. Uma das cantoras brasileiras de maior sucesso no mundo conta com mais de 100 milhões de seguidores nas redes sociais, e pode ajudar a angariar votos, principalmente, com o público mais jovem. Do outro lado, o atual presidente tem o núcleo sertanejo no seu palanque. A principal figura representativa desse grupo é o cantor Gusttavo Lima, que possui mais de 75 milhões de fãs em suas páginas pessoais na internet. No entanto, nunca houve um anúncio público sobre o seu voto como fez Anitta. Históricamente, artistas são mais ligados a partidos de esquerda do que de direita, portanto, é natural um apoio maior a Lula. E isso se intensificou no governo Bolsonaro, após sua gestão atacar essa classe e programas que subsidiam a cultura no País, como a Lei Rouanet. Afinal, o apoio público de um artista pode influenciar no voto de um fã? Qual o poder de convencimento uma estrela pode causar no seu público? De que forma as campanhas podem se utilizar dessa influência? No Estadão Notícias desta quinta-feira, vamos bater um papo sobre esse tema com o professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (USP), Pablo Ortellado. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 13, 2022 • 26min
Militares querem ‘tutelar’ as eleições?
O presidente Jair Bolsonaro ganhou um importante aliado na sua batalha contra as urnas eletrônicas: o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira. Em mais de uma oportunidade, o titular da pasta tem dito que as Forças Armadas vão participar do pleito de outubro com uma função fiscalizadora. O Ministério da Defesa montou uma equipe de oficiais do Exército, da Marinha e da Aeronáutica com a missão específica de elaborar o roteiro inédito de atuação dos militares no pleito. O plano vai além das sugestões de segurança das urnas eletrônicas encaminhadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os militares solicitaram uma lista de informações técnicas ao TSE. São, ao todo, 12 pontos, que vão desde documentos relacionados às eleições passadas, de 2014 e 2018, como boletins de urna, relatórios de equipamentos substituídos, comparecimento e abstenção em cada seção eleitoral, até detalhes sobre o programa que seleciona, por sorteio, as seções eleitorais em que urnas eletrônicas serão submetidas aos testes de integridade e autenticidade. Apesar de afirmarem que estão atuando dentro da legalidade, as Forças Armadas estão extrapolando sua competência e sendo instrumentalizadas pelas teses de Bolsonaro que colocam em xeque a lisura do processo eleitoral brasileiro? No Estadão Notícias desta quarta-feira, vamos entender melhor esta nova cartada do Ministério da Defesa em relação ao processo eleitoral com o repórter do Estadão, em Brasília, Felipe Frazão, que apurou os bastidores desse conflito entre TSE e Forças Armadas. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 12, 2022 • 28min
‘Cenários com Sonia Racy’: A importância da medicina preventiva
Neste episódio da série ‘Cenários’, Sonia Ray recebe a CEO do Grupo Fleury, Jeane Tsutsui. A cardiologista destaca a importância da medicina preventiva, fala sobre os avanços da tecnologia na área e detalha a expansão da rede Fleury, que cresceu 30% em 2021, com foco em diferentes áreas da medicina e parcerias estratégicas.See omnystudio.com/listener for privacy information.


