Estadão Analisa com Roseann Kennedy

Estadão
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Aug 2, 2022 • 26min

2 meses das eleições: o que vem pela frente?

Daqui a dois meses, em 2 de outubro, o País vai às urnas no primeiro turno das eleições. A partir de agora, neste mês de agosto, há o início das campanhas eleitorais e, portanto, uma intensificação do tema no debate público nacional. Pelo calendário do Tribunal Superior Eleitoral, as legendas têm até essa sexta-feira, 5, para realizar suas convenções partidárias. São nesses eventos que há o lançamento dos nomes que pleiteiam um dos cargos eletivos em outubro. No entanto, o registro dos nomes que vão disputar uma vaga nas eleições junto ao TSE ocorre até o dia 15 de agosto. Até lá, os partidos e os candidatos podem desistir de uma eventual candidatura, como foi o caso do presidenciável do União Brasil, Luciano Bivar. Um dia depois dessa data limite para os registros, começa, oficialmente, a campanha eleitoral. Até 30 de setembro, estão autorizadas propagandas pagas, na internet e em jornais impressos, com limite de 10 anúncios para cada candidato por veículo, já comícios até o dia 29. Os debates também são parte importante da campanha, entretanto os dois candidatos mais bem colocados nas pesquisas disseram que só vão participar se houver menos datas para a realização dos debates. O momento do País também influencia na hora do voto. Neste ano, temas relacionados à economia do Brasil devem tomar conta dos debates, assim como a pandemia da covid-19. No episódio do podcast desta terça-feira, 02, vamos abordar os temas que terão impacto no pleito deste ano com Glauco Peres da Silva, professor associado do departamento de ciência política da USP. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte  Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Aug 1, 2022 • 21min

A elite brasileira vai romper com o Bolsonaro?

Após críticas do presidente Jair Bolsonaro ao sistema eleitoral brasileiro, a Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo divulgou uma carta em favor da democracia. O fato foi ironizado pelo presidente, que chamou o manifesto de “cartinha”, mas o que ele não esperava era que a mobilização atingisse mais de 400 mil pessoas. Além de docentes da USP, entre os adeptos do manifesto estão artistas, intelectuais e empresários de todo o Brasil. Nomes vinculados a todos os grandes bancos do País, exceto Caixa e Banco do Brasil, assinaram a carta. Bolsonaro alega revanchismo na atitude dos banqueiros, dizendo que a assinatura mostra um descontentamento por conta da criação do Pix. A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), por sua vez, também organiza um manifesto de encontro à carta divulgada pela USP. O documento está intitulado como “Em Defesa da Democracia e da Justiça”. Além dos ofícios, uma manifestação em apoio aos tribunais superiores e da Justiça Eleitoral está marcada para o próximo dia 11 de agosto em São Paulo. O evento surge em contraponto aos atos que estão sendo organizados por apoiadores de Bolsonaro para o dia 7 de setembro. Agora, a reflexão que fica é se o presidente está perdendo apoiadores da faixa de maior poder econômico. Afinal, as falas antidemocráticas de Bolsonaro podem afastar as elites do seu palanque? O que ele perde sem o apoio desse grupo? Para falar sobre essas medidas, conversamos com Marcela Tanaka , doutoranda em Ciência Política e pesquisadora associada ao centro de estudos de opinião pública da Unicamp. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Uesley Durães. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Jul 30, 2022 • 21min

Tecnologia #230: #Start Eldorado: avanço digital na administração pública

Uma pesquisa do Comitê Gestor da Internet (CGI.br) traz indicadores inéditos sobre privacidade e proteção de dados pessoais e novas tecnologias sendo adotadas ou planejadas pelos governos e órgãos públicos brasileiros. Mais de 5.000 foram ouvidos. O Start Eldorado conversa com Manuella Ribeiro, coordenadora do estudo, sobre o avanço da cloud na administração pública e questões relacionadas à identificação, segurança de dados, dos cidadãos, cenário e perspectivas. O programa vai ao ar às 21h, toda quarta-feira, na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, com apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Jul 29, 2022 • 18min

A cura do HIV está próxima?

Nesta semana, um grupo de médicos anunciou que um homem de 66 anos se curou do HIV após 40 anos de convívio com o vírus. O caso, o quarto registrado até então, traz esperança para as mais de 37 milhões de pessoas que vivem com a doença em todo o mundo, segundo a Unaids, Programa Conjunto da ONU sobre HIV/Aids. A pessoa curada foi submetida a um transplante de medula óssea para tratar de uma leucemia. Seu doador era resistente ao vírus, o que tornou os níveis de HIV do portador transplantado indetectáveis. Ao todo, exames foram feitos durante 17 meses, o que comprovaram a cura fundamentada do homem. Ele agora é conhecido como City of Hope (Cidade da Esperança), nome do hospital em que foi tratado em Duarte, na Califórnia.  Em 2011, na  Alemanha, Timothy Brown se tornou o primeiro portador do vírus a se curar. Recentemente, os casos de uma argentina e uma norte-americana que, sem uso de coquetel ou medicamentos, também conseguiram controlar o vírus, chamam a atenção da comunidade.  Para entender melhor esses casos de cura, e a perspectiva em torno de um tratamento contra a Aids, convidamos o infectologista David Uip, secretário de Ciência, Pesquisa e Desenvolvimento em Saúde do Estado de São Paulo, para o Estadão Notícias desta sexta-feira, dia 29. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Uesley Durães. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Jul 28, 2022 • 24min

O que explica o crescimento de Bolsonaro nas pesquisas?

Em pesquisa divulgada pelo Instituto Ipespe na última segunda-feira, 25, a distância entre Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL) caiu para nove pontos percentuais. Os dados sinalizam uma tendência de recuperação do atual presidente após aprovação da PEC dos Benefícios. A pesquisa, que consultou dois mil eleitores, apontou que a diferença entre os candidatos diminuiu de 24% para 14%. Em colégios eleitorais em que Lula lidera, como no nordeste, a vantagem do petista também caiu. Foram 16 pontos de queda para o ex-presidente. No sudeste, o cenário também sinaliza uma recuperação de Bolsonaro. Entre março e julho, no Estado de São Paulo, a diferença entre os dois candidatos foi de 14 para cinco pontos, ainda de acordo com o Instituto Quaest.  Apesar do respiro nas intenções de voto, Jair Bolsonaro ainda tem que lidar com a alta rejeição entre os jovens. De acordo com a pesquisa do Datafolha divulgada ontem, dia 27, entre pessoas de 16 a 29 anos, 67% disseram rejeitar o atual presidente, enquanto somente 32% disseram não votar em Lula. A partir dos dados, indagamos, essa tendência de queda na diferença entre Lula e Bolsonaro deve se manter até as eleições? Qual deve ser o fiel da balança para tornar o atual presidente competitivo no pleito de outubro? Para analisar esses dados, convidamos o cientista político, Vitor Oliveira, diretor da Consultoria Pulso Público. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Uesley Durães. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Jul 27, 2022 • 21min

CPI da Covid vai acabar em pizza com pedido de arquivamento?

A Procuradoria Geral da República pediu o arquivamento de uma série de denúncias contra o presidente Jair Bolsonaro e aliados. A medida foi tomada pela vice-procuradora-geral, Lindôra Araújo, na última segunda-feira, 25. Com um total de 68 indiciamentos, a CPI da covid ficou marcada pelas discussões acaloradas e apelo midiático.  “Exauridas as investigações preliminares, constata-se que os fatos em apuração não ensejam a instauração de inquérito, tampouco contêm elementos informativos capazes de justificar, per si, o oferecimento de denúncia em face do Presidente da República Jair Messias Bolsonaro e dos demais requeridos, estando ausente justa causa”, diz Araújo no manifesto.  Ao todo, foram identificados no relatório da CPI nove crimes praticados pelo presidente, como charlatanismo, prevaricação e emprego irregular de verbas ou rendas públicas.  O arquivamento das denúncias virou alvo de críticas por parte de membros da CPI. O líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (REDE-AP), enxerga oportunismo eleitoral na decisão. Após a decisão da vice-procuradora-geral, sete senadores envolvidos na CPI, incluindo Randolfe, solicitaram a abertura de um inquérito para investigar a ação.  Em pedido enviado ao Supremo Tribunal Federal, os parlamentares alegam prevaricação por parte de Lindôra Araújo. Nos bastidores, a pergunta que fica é: toda a investigação produzida pela CPI da covid pode acabar em pizza?  Para falar sobre o tema, o Estadão Notícias desta quarta-feira recebe o repórter do Estadão em Brasília Lauriberto Pompeu, e a advogada criminalista Raquel Lima Scalcon, professora da FGV Direito SP. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Bárbara Rubira, Gabriela Forte  e Uesley Durães. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Jul 26, 2022 • 19min

Varíola dos macacos: aumento dos casos e o perigo do estigma

A Organização Mundial da Saúde reconheceu neste sábado, 23, que o surto de monkeypox, a varíola dos macacos, configura uma emergência global de saúde. Em todo o mundo, já foram registrados mais de 16 mil casos da doença. No Brasil, a crescente de infectados traz alerta ao sistema de saúde. No País, até então, já são 696 infecções.  A maior parte dos casos se concentra em São Paulo: são 538 pessoas confirmadas com a doença, segundo o último boletim da Secretaria Estadual de Saúde. A alta no número de casos em um curto período de tempo preocupa especialistas. Mas esse não é o único alerta em torno do tema. Segundo a OMS, cerca de 98% dos casos da doença envolvem “homens que se relacionam com homens” (HSH). No entanto, os indícios são de que a doença não se restringe a esse grupo. Ainda não há conclusão da comunidade médica sobre o motivo da maior incidência entre homens gays e bissexuais. A associação da doença a pessoas LGBT traz preocupações. Restringir o alerta e campanhas de prevenção somente a um segmento é visto pela comunidade como uma estigmatização comparável à ocorrida no início da epidemia do HIV, no século passado.  O que já sabemos e o que a ciência ainda precisa descobrir sobre a varíola dos macacos? Quais os perigos da estigmatização da comunidade LGBT em relação à doença? Para falar sobre o assunto, o Estadão Notícias desta terça-feira, 25, conversou com o médico infectologista Hélio Bacha, membro da Sociedade Brasileira de Infectologia.  O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Bárbara Rubira e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Jul 25, 2022 • 24min

Conteúdo em parceria: Astronauta do oceano profundo

Um dos poucos mergulhadores de grandes profundidades no mundo, o biólogo brasileiro Luiz Rocha (um dos Laureados dos Prêmios Rolex de Empreendedorismo de 2021) fala com o jornalista Eduardo Geraque sobre a expedição que lidera nas Maldivas, no Oceano Índico. Na pauta, a busca por novas espécies de peixes e pela preservação dos corais. A conversa faz parte do hub Defensores da Terra, um projeto do Estadão em parceria com a Rolex e sua iniciativa Perpetual Planet. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Jul 25, 2022 • 22min

Eleições: Centrão pode influenciar na hora do voto?

Durante a campanha de 2018, Jair Bolsonaro afirmou que não negociaria com o Centrão. Após o início do mandato, a história foi diferente. O presidente logo teve que estreitar seus laços com essa ala política, o que se mostrou eficaz. Com o amplo apoio no Congresso, Bolsonaro teve vitórias significativas, como a aprovação do Auxílio Brasil e a privatização da Eletrobras. Como em qualquer grupo político, as negociações com o Centrão devem ser constantes. No momento, os ataques de Bolsonaro ao sistema eleitoral desagradam parte desses parlamentares. Além disso, a escolha por Braga Netto como vice da chapa também é vista com desconfiança, justamente porque o general não parece atrair mais votos ao presidente. O Centrão, na verdade, é muito diverso, com deputados e senadores de inúmeros partidos e localidades. Em comum, esses parlamentares estão em busca de benefícios a seus territórios eleitorais e a eles próprios. Para governar, a força dessa ala nas casas legislativas têm influência inegável. Mas, e durante as eleições? O apoio desse grupo tem o mesmo efeito? O Estadão Notícias desta segunda-feira (25) conversou sobre o assunto com Graziella Testa, doutora em ciência política e professora da FGV. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Bárbara Rubira, Gabriela Forte e Lucas de Amorim Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Jul 23, 2022 • 21min

Tecnologia #229: #Start Eldorado: inovação e novos negócios nas operadoras

A chegada das redes de alta velocidade, o aumento da demanda por conexão trazido pela pandemia e um universo de clientes cada vez mais exigentes abrem caminho para uma nova era de serviços digitais criativos e disruptivos, desenvolvidos em parceria, para as operadoras de telecomunicações. Esse ambiente de inovação e o planejamento a longo prazo destas soluções são os temas da conversa que o Start leva ao ar com o diretor de inovação e novos negócios da Vivo, Rodrigo Gruner. No rádio, o Start é todas as quarta-ferias, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, com a apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

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