Estadão Analisa com Roseann Kennedy

Estadão
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Oct 1, 2022 • 20min

Tecnologia #239: #Start Eldorado: 5G na saúde brasileira

O Start Eldorado detalha o lançamento do projeto OpenCare 5G - a primeira rede privada 5G brasileira na saúde, iniciativa do InovaHC, núcleo de inovação do Hospital das Clínicas, Deloitte, Itaú, Siemens Healthineers, NEC e um amplo ecossistema de parceiros. Inovadora, e funcionado por meio da arquitetura OpenRAN, a rede será o centro do desenvolvimento de aplicações e casos de uso envolvendo exames, diagnósticos, cirurgias e atendimento remoto, expandidndo a saúde de alta qualidade a regiões desfavorecidas do País. No Start estarão o dr. Giovanni Cerri, presidente do InovaHC; Marco Bego, diretor do InovaHC; e Roberto Murakami, diretor de Tecnologia da NEC Brasil. O Start vai ao ar na Eldorado FM 107,3 às 21h, com a apresentação de Daniel Gonzales, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Oct 1, 2022 • 42min

Lula x Bolsonaro: Documentário em áudio investiga as bolhas dos extremos

A edição deste sábado do 'Estadão Notícias', 1º, traz uma investigação neuropsicológica do eleitor em 2022 e as razões comportamentais que pesarão na balança para ‘convencê-lo’ a escolher um ou outro candidato nas eleições mais polarizadas desde a redemocratização.  Nos últimos meses, a jornalista Carolina Ercolin se infiltrou em bolhas à direita e à esquerda para entrevistar dezenas de personagens em comícios e atos políticos. O que você vai ouvir é uma fotografia sonora, ao melhor estilo dos documentários narrativos, sobre o perfil e as contradições de parte do eleitorado que apoia com devoção os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL).À luz da ciência, estudos se dedicam a responder como funciona o cérebro à ameaça, e solidão, motores do voto útil, amedrontado e envergonhado. A investigação com os efeitos colaterais das bolhas tem participações da neurocientista Claudia Feitosa-Santana, doutora em Neurociência e Comportamento pela USP e pós-doutora pela Universidade de Chicago, do cientista político Nicolás Saldías, faz parte da equipe de analistas da Economist Intelligence Unit (EIU), ligada ao grupo que publica a revista britânica The Economist; Felipe Nunes, professor de ciência política da UFMG e diretor da Quaest Pesquisa e Consultoria e Uziel Santana, fundador da Associação Nacional de Juristas Evangélicos. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Sep 30, 2022 • 41min

Debate da Globo: tensão, ofensas e polarização acirrada

Os candidatos à Presidência da República deixaram em segundo plano as propostas de governo e deram mais atenção às ofensas mútuas e aos embates agressivos no último debate antes da votação em primeiro turno. O encontro promovido pela TV Globo reuniu sete postulantes ao cargo. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) estiveram frente a frente no primeiro bloco do debate e reproduziram o clima mais acirrado da disputa presidencial. A troca de agressões entre os dois candidatos simbolizou um encontro eleitoral marcado também pela indisciplina dos postulantes. Por diversas vezes, o mediador, William Bonner, precisou repreender os candidatos – principalmente Padre Kelmon – para que respeitassem as regras. Ainda nesta quinta-feira, o DataFolha publicou a penúltima pesquisa antes das eleições. Pelo levantamento, Lula tem 50% dos votos válidos, Bolsonaro 36%, Ciro Gomes 6% e Simone Tebet 5%. O último “Poder em Pauta” antes da realização das eleições analisa a fundo o desempenho dos candidatos no debate da TV Globo com os jornalistas Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente de Brasília. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, e Gabriela Forte  Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Sep 29, 2022 • 21min

Brigou com todos: o fracasso da campanha de Ciro Gomes

A candidatura de Ciro Gomes (PDT), em 2018, era uma espécie de tábua de salvação para aqueles que não queriam aderir à polarização PT e Jair Bolsonaro (PL), que já se formava naquele ano. Com a prisão de Lula, o tão sonhado apoio do partido ao seu nome, para vencer o atual presidente, não veio. De lá para cá, Ciro rompeu pontes com o PT e com seu líder maior, Lula, e passou a atacá-los de todas as formas possíveis. Essa oposição acabou se tornando mais forte no pleito deste ano, a ponto do pedetista ser chamado de linha auxiliar de Jair Bolsonaro. Com isso, Ciro começou a sofrer ataques nas redes sociais de petistas, e até mesmo de artistas que o apoiaram em 2018. Esse movimento fez com que surgisse uma tentativa de atrair o eleitor de Ciro para o chamado voto útil, que poderá dar a Lula uma vitória em primeiro turno. Esses episódios causaram, inclusive, um racha dentro da família dos Ferreira Gomes, no Ceará. Enquanto Ciro traça sua batalha contra o PT, seus irmãos estão unidos com o partido no Estado. O candidato do PDT chegou a dizer que estava sendo apunhalado pelas costas. Afinal, com que tamanho Ciro Gomes sairá dessa eleição? Sua estratégia de campanha foi equivocada? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político, professor da UFPE, e fundador da Cenário Inteligência, Adriano Oliveira. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Guilherme Santiago. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Sep 28, 2022 • 25min

Esquecidas? As outras eleições além da disputa presidencial

A preocupação do eleitor brasileiro em escolher o próximo presidente da República fez com que as escolhas para outros cargos, neste pleito, fossem deixadas para última hora. As pesquisas mostram um grande contingente de indecisos nos votos para governadores, senadores, e deputados estadual, federal e distrital. Mas esse não é um efeito provocado somente pela polarização dos últimos anos entre lulistas e bolsonaristas. Em linhas gerais, o brasileiro sempre deu mais atenção à disputa pelo Executivo federal do que aos outros players da nossa democracia.  A reta final de campanha já apresenta importantes variações nas intenções de voto nas eleições estaduais, o que vem sendo captado pelas pesquisas. Ainda assim, muitas das disputas podem ir com cenário totalmente imprevisível até domingo. Tão importante quanto o voto para presidente, a escolha para os cargos de governador, senador e deputados é de extrema relevância para o funcionamento das instituições democráticas e para a definição e execução de políticas públicas nas mais diversas áreas. Mas, se esses cargos são tão importantes, por que o eleitor deixa para escolher de última hora? O que será decisivo na definição do voto em âmbito estadual? Por que a escolha para o Legislativo é tão negligenciada? No Estadão Notícias de hoje, vamos debater esses assuntos com o cientista político da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Carlos Pereira. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Guilherme Santiago. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Sep 27, 2022 • 22min

Novo fascismo? A extrema-direita no poder italiano

Após 100 anos, a extrema-direita alcança o poder, novamente, na Itália. O partido Irmãos da Itália, junto com as legendas de direita Liga e Forza Itália, conquistou o maior número de votos nas eleições nacionais do país e, com isso, vai indicar o novo primeiro-ministro da nação europeia. Quem deverá ser conduzida ao cargo é a deputada Giorgia Meloni, figura controversa que se define como conservadora e contra os direitos da comunidade LGBTQIA+. Admiradora do líder fascista Benito Mussolini, a parlamentar, assim como o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro (PL), sempre usa o lema: “Deus, Pátria e Família”. O resultado da eleição italiana preocupa a União Europeia, não apenas pela ascensão da extrema-direita no bloco, mas também pelos acordos que o país mantém com o bloco. Inclusive, há dúvidas se as dívidas financeiras serão honradas. A guerra da Ucrânia, e a relação desse novo governo com o mundo também são uma incógnita. Afinal, estamos presenciando a volta do fascismo na Itália após 100 anos? Qual será o papel do país, agora, dentro da União Europeia? E como fica a relação com outros países fora do bloco? No Estadão Notícias, hoje, falamos sobre esse assunto com o professor de Relações Internacionais, Manuel Furriela. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Ana Luiza Antunes. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Sep 26, 2022 • 32min

Futuro presidente tem condições de reativar a economia?

De 2020 para 2021, o saldo social do País fechou com mais de 20 milhões de brasileiros na pobreza. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), famílias viram o seu rendimento mensal, por pessoa, despencar de R$59 para R$39. A queda é reflexo dos efeitos da pandemia, desemprego e do aumento exponencial da inflação, que afetou o custo de vida da população mais vulnerável As estratégias feitas pelo governo Bolsonaro para reverter a situação causaram desconforto e desconfiança no ambiente político e financeiro. A criação do auxílio emergencial, encerrado em 2021, gerou um gasto bilionário aos cofres públicos e, ao contrário do que se propunha no início do governo, Paulo Guedes rompeu com o chamado teto de gastos para conseguir colocar em prática a medida. Diante deste cenário, a projeção para a melhoria da economia no ano que vem ainda é incerta. O próximo governo terá que encarar um Brasil estagnado, com um orçamento comprometido, déficit público nas alturas e um cenário externo de provável recessão.  Mas o que esperar do próximo governo para a economia? As propostas dos presidenciáveis estão bem consolidadas e podem fazer o Brasil voltar a crescer? Quais os riscos e desafios para o próximo ano? Para explicar este cenário, o episódio desta segunda-feira (26), recebe a Editora Executiva do Broadcast e comentarista de Economia na Rádio Eldorado, Silvia Araújo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Ana Luiza Antunes. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Sep 24, 2022 • 20min

Tecnologia #238: #Start Eldorado: inovação aberta na trilha do futuro

Governo Digital, o futuro dos pagamentos, redes 5G em padrão de arquitetura aberta, biometria e segurança online, confiança na inovação aberta em vários campos de negócio. Futuro, cenários e tendências ao redor do mundo que influenciam a vida em sociedade nos mais diferentes contextos são os destaques do Start Eldorado, que relembra o NEC Visionary Week 2022. A apresentação é de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Sep 23, 2022 • 35min

O voto útil, o ‘voto envergonhado’ e a abstenção

Jair Bolsonaro (PL) aproveitou os holofotes que teria em dois importantes eventos internacionais para fazer campanha. No velório da Rainha Elizabeth II, na Inglaterra, o presidente subiu na sacada da embaixada brasileira e discursou para apoiadores, onde criticou a esquerda e disse que vencerá a eleição no primeiro turno. O mesmo se repetiu na Assembléia-Geral da ONU, em Nova York, nos Estados Unidos. Enquanto o mundo usou o espaço para mostrar preocupação em relação à guerra na Ucrânia, Bolsonaro resolveu criticar seus adversários e promover seu governo. Já no Brasil, o presidente confirmou sua participação no debate do Estadão/Rádio Eldorado, em parceria com SBT, CNN, Terra, Nova Brasil e Veja, no sábado (24). Enquanto isso, o líder das pesquisas, Lula (PT), ainda não disse se comparecerá ao embate. A possível recusa do petista virou alvo de ataques de seus adversários. Por outro lado, a campanha de Lula voltou suas forças à tentativa de convencer o eleitor de Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) a mudar o seu voto em favor do petista, visando uma vitória em primeiro turno. Um evento com a presença de Caetano Veloso, Chico Buarque e Anitta, está sendo preparado para convencer esse eleitor. O grupo ganhou o reforço do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que divulgou uma nota defendendo o voto “pró-democracia”. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias, Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Sep 22, 2022 • 26min

As novas ameaças de Putin e o risco de uma guerra nuclear

O mundo está em pânico com a mais nova ameaça de utilização de armas nucleares por parte de uma das nações mais importantes do planeta. O presidente russo, Vladimir Putin, disse que usará seus artefatos, caso os EUA, e os aliados da Ucrânia, interfiram na sua investida para anexar territórios ucranianos à Rússia. Além disso, Putin ordenou a convocação de 300 mil reservistas para defender esses territórios, e evitar que os ucranianos continuem a avançar sobre tropas russas. A Ucrânia já afirmou que não vai reconhecer qualquer referendo de anexação de territórios ucranianos por parte dos russos. Após as declarações sobre uso de armas nucleares, a reação das principais autoridades do mundo foi imediata. Na ONU, o presidente americano, Joe Biden, disse que Moscou estava fazendo ameaças "irresponsáveis" de uso de armas nucleares. Já Emmanuel Macron, presidente da França, afirmou que aqueles que estão em silêncio diante da situação, são cúmplices de Putin. Afinal, quais os riscos de uma guerra nuclear após as ameaças de Putin? Podemos entrar definitivamente em uma terceira guerra mundial? No episódio desta quinta-feira, 22, vamos conversar com o professor de Relações Internacionais da Sociologia e Política- Escola de Humanidades (FESPSP) e do Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU-SP), Bernardo Wahl. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Ana Luiza Antunes. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

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