Tuberculose pleural é a forma extrapulmonar mais comum da tuberculose e um dos maiores desafios diagnósticos da prática clínica, especialmente em países endêmicos como o Brasil. Neste episódio do InfectoCast, recebemos a Dra. Vitória Annoni para discutirmos em profundidade a abordagem racional da tuberculose pleural, conectando fisiopatologia, probabilidade clínica e tomada de decisão baseada em evidências.
A conversa passa pela compreensão da natureza paucibacilar da doença, o impacto da resposta imunológica na formação do derrame pleural e como isso explica as limitações dos exames microbiológicos na prática real. Falamos sobre a análise adequada do líquido pleural, critérios de exsudato, padrão linfocítico, interpretação do ADA, papel do interferon gama e quando esses marcadores ajudam mais pelo valor negativo do que pelo positivo.
Exploramos também quando a biópsia pleural deve ser considerada, quais cenários realmente justificam procedimentos invasivos e como evitar erros comuns que atrasam o diagnóstico ou levam a condutas desnecessárias. O episódio ainda aborda o tratamento padrão da tuberculose pleural, a boa resposta terapêutica na maioria dos casos, o papel controverso do corticoide e situações especiais como coinfecção pelo HIV.
Para quem busca desenvolver raciocínio clínico sólido, atuar com mais segurança em infectologia e clínica médica e entender a tuberculose além dos protocolos engessados, este episódio se conecta diretamente à proposta educacional do InfectoCast e às formações previstas para 2026, incluindo a nova pós graduação em Infectopediatria. Conheça nossos programas educionais.
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