

Estadão Analisa com Carlos Andreazza
Estadão
O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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Jul 13, 2021 • 29min
Democracia em perigo: as novas ameaças de Bolsonaro
Nas últimas semanas, o presidente da República voltou a colocar em risco a estabilidade democrática no Brasil. Jair Bolsonaro afirmou que não irá reconhecer as eleições do ano que vem, caso o voto impresso não seja aprovado. Diante das ameaças, o presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco, reagiu e disse que não aceitará ataques à democracia. Sobre a possível adoção do voto impresso, Pacheco disse que essa questão será definida pelo Congresso, e não pelo Executivo e nem pela Justiça. Os arroubos de Bolsonaro tem uma outra explicação também: a crescente queda na popularidade. Em pesquisa divulgada pelo Datafolha, 54% dos entrevistados disseram concordar com a abertura do processo de impeachment na Câmara dos Deputados. Outro dado indica que 63% dos brasileiros consideram o presidente incapaz de governar, além de uma rejeição de 59% da população. Já o presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz, foi alvo de críticas ao falar do "lado podre" das Forças Armadas por envolvimento em "falcatrua" no governo Jair Bolsonaro, principalmente na Saúde. Os comandantes e o ministro da Defesa acusaram Aziz de desrespeitar as Forças Armadas e generalizar "esquemas de corrupção" na CPI. No episódio de hoje a repórter do Estadão, em Brasília, Camila Turtelli nos traz os bastidores desse clima entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, após as declarações do presidente Jair Bolsonaro. E para entender o contexto das declarações de militares de alto escalão e explicar se existe a possibilidade de ruptura da democracia, conversamos com o repórter especial do Estadão, Roberto Godoy. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 12, 2021 • 25min
Racha nas manifestações: a direita e a esquerda no “fora Bolsonaro”
A última manifestação contra o governo de Jair Bolsonaro foi marcada pela presença de diferentes partidos do espectro político, todos com o mesmo objetivo, o pedido de impeachment do presidente. Porém, manifestantes do PSDB foram agredidos por integrantes do PCO durante um ato na Avenida Paulista. O ocorrido, foi visto dentro da organização da manifestação como um fato negativo, que pode afastar participantes das próximas marchas e inibir a diversidade ideológica. Nos bastidores, há quem defenda que o PCO deveria ser expulso da organização das manifestações até os que defendem o diálogo para convencer a sigla a impedir violência de seus integrantes. Por causa desses conflitos, grupos que não pertencem ao espectro da esquerda decidiram promover seus próprios movimentos. O Movimento Brasil Livre (MBL) e o Movimento Vem Pra Rua, que lideraram as manifestações pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff em 2015, decidiram organizar um ato em conjunto contra o presidente Jair Bolsonaro. De acordo com o MBL, a manifestação a ser organizada por eles não deve contar com a adesão da esquerda, que tem promovido atos volumosos desde o início de maio. O protesto será realizado no dia 12 de setembro, a data foi divulgada em uma entrevista coletiva na Câmara dos Deputados. Na semana passada, lideranças de direita, centro e esquerda protocolaram um superpedido de impeachment de Bolsonaro. Foram apontados 23 crimes que teriam sido cometidos por Bolsonaro desde que assumiu a Presidência da República. O novo pedido é o de número 125 na gaveta de Lira, mas a maioria chegou à Casa ainda na gestão de Rodrigo Maia. No episódio do Estadão Notícias, para avaliar esse possível racha no movimento contra o presidente Jair Bolsonaro, vamos conversar com a cientista política e professora da FGV, Graziella Testa. Também vamos ouvir depoimentos enviados ao podcast do presidente nacional do PSOL, Juliano Medeiros, do deputado federal do PT, Paulo Teixeira, do coordenador nacional do MBL, Renato Battista, e do deputado estadual Arthur do Val. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Daniel Reis. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 11, 2021 • 20min
Conteúdo Patrocinado: Take Blip #2 - Contatos inteligentes na relação cliente-empresa
A Take Blip implementa o conceito de contato inteligente nos vários meios de contato que podem ser usados pelos clientes na relação com as empresas. Com a inteligência artificial e a análise de dados, o desenho da jornada é feito para encantar o consumidor, possibilitar o uso de automação ao lado de atendentes humanos e tornar a experiência suave e positiva, gerando ainda insights para os negócios. Saiba como no podcast, na conversa com Roberto Oliveira, CEO e co-fundador da Take Blip. A apresentação é de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 10, 2021 • 23min
Tecnologia #175: #Start Eldorado: Brasil na expectativa do 5G
O apresentador Daniel Gonzales conversa sobre as expectativas para o leilão das frequências para o 5G no Brasil com Marcos Ferrari, presidente-executivo do Conexis Brasil Digital, entidade que reúne as operadoras que atuam aqui. O Start Eldorado também falar sobre as redes de quinta geração de arquitetura aberta, virtualização e cloudificação, na entrevista com Roberto Murakami, diretor de tecnologia da NEC Brasil. É a segunda parte de um especial sobre essa tecnologia revolucionária e estratégica, um dos pilares da recuperação econômica e porta de entrada para inúmeros serviços digitais. O Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 9, 2021 • 29min
Sai Marco Aurélio, entra um “terrivelmente evangélico” no STF
O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, vai se aposentar após 31 anos de atuação, no dia 12 de julho, ele completa 75 anos e chega na idade limite para permanecer em cargo público. O decano é dono de bordões jurídicos, com decisões polêmicas, e muitas vezes uma voz dissonante no plenário. Após informar que deixaria o cargo no dia 5 de julho, adiou decisão para diminuir o número de processos que ficarão em seu gabinete. Nomeado em 1990 pelo então presidente Fernando Collor de Mello, seu primo, iniciou a trajetória estimulando juízes de todas as partes do país a ousar contra a tradição de julgar burocraticamente e a “discordar”. Juiz à moda antiga, o ministro tem o hábito de levar a papelada dos processos para casa, e somente há pouco tempo passou a utilizar o plenário virtual, ferramenta tecnológica que permite a análise de casos a distância, numa plataforma online. Durante seu período no Supremo também esteve à frente do Tribunal Superior Eleitoral, onde foi um dos responsáveis pela implementação da urna eletrônica no Brasil. Com personalidade mais direta, dura, marcada por frases de efeito, frequentemente foi voto vencido no plenário. Em um levantamento feito pelo Anuário da Justiça, ligado ao site Consultor Jurídico, com base nas 514 decisões mais importantes tomadas pelo STF entre 2006 e 2015, Marco Aurélio foi voto vencido em 161, um terço delas. Com a saída de Marco Aurélio, o presidente Jair Bolsonaro terá a oportunidade de indicar o segundo nome para o Supremo desde que assumiu a Presidência. O primeiro escolhido foi o ministro Nunes Marques. O segundo nome será o do advogado-geral da União e ex-ministro da Justiça, André Mendonça. E no episódio do Estadão Notícias de hoje vamos conversar com o professor de Direito da FGV e coordenador do Supremo em Pauta, Rubens Glezer, para analisar a passagem de Marco Aurélio Mello pelo STF, e os possíveis substitutos do magistrado. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim e Júnior Moreira Bordalo Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Júnior Moreira Bordalo. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 8, 2021 • 25min
Correios: É preciso privatizar?
Uma das propostas de privatização que mais geram polêmica nos últimos anos é a dos Correios. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), quer acelerar a votação do projeto ainda no mês de julho. O secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, Diogo Mac Cord, anunciou que o governo decidiu privatizar 100% do capital dos Correios. Para o leilão acontecer no primeiro trimestre de 2022, como planejado, o Congresso ainda precisa aprovar o projeto de lei. Um dos argumentos do governo para vender a empresa é de que hoje existe uma incerteza quanto à autossuficiência e capacidade de investimentos futuros por parte da estatal No entanto, entre 2013 e 2016, a estatal acumulou um prejuízo de quase 4 bilhões, fruto de problemas, como os rombos nos planos de previdência (o Postalis) e de saúde (o Postal Saúde) dos funcionários. Hoje, os Correios possuem mais de 6 mil agências próprias, além de cerca de 4 mil comunitárias, mil franqueadas e 127 permissionárias, sendo a única marca presente, sem exceção, em todos os municípios brasileiros. Com a potencial privatização, uma das principais dúvidas é de onde virá a garantia de que cidades afastadas ou menos rentáveis terão o mesmo serviço de hoje. No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com o economista-chefe da Necton, André Perfeito, para analisar a possibilidade de privatização e como o mercado enxerga essa desestatização dos Correios. Para entender melhor como anda a tramitação deste projeto, vamos falar com a repórter de economia da Agência Estado, Amanda Pupo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Daniel Reis. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 7, 2021 • 29min
O envolvimento de Jair Bolsonaro no esquema de ‘rachadinhas’
Esta semana, novos áudios foram divulgados por uma reportagem do Portal Uol, que mostram que o presidente da República estaria envolvido diretamente em esquemas de “rachadinha”, quando era deputado federal. Quem faz a denúncia é a ex-cunhada de Jair Bolsonaro, Andrea Siqueira Valle. Na gravação, Andrea afirma que o irmão André Siqueira Valle foi demitido do cargo de assessor de Jair Bolsonaro porque se recusou a repassar o valor definido pelo esquema. Dados obtidos via quebra de sigilo bancário e fiscal já apontavam indícios da prática de rachadinha no antigo gabinete de Jair Bolsonaro na Câmara. A devolução indevida pode configurar crime de peculato. Esse delito ocorre quando servidor se apropria ilegalmente de verba pública. O presidente não é o primeiro da família Bolsonaro a ser acusado de comandar um esquema em que servidores alocados em seu gabinete são obrigados a depositar parte do salário para o deputado. O senador Flávio Bolsonaro é apontado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro como chefe de uma organização criminosa que atuou em seu gabinete no período em que foi deputado da Assembleia Legislativa do Estado, entre 2003 e 2018. A estimativa é que tenham sido movimentados cerca de dois milhões e 300 mil reais no esquema. Outro filho do presidente, o vereador da cidade do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro, também é investigado sob suspeita da mesma prática. Ao menos quatro funcionários do gabinete do filho 02 do presidente sacaram 87% de seus salários em dinheiro vivo. Juntos, eles retiraram um total de 570 mil reais. No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com o professor de Direito Constitucional da PUC-São Paulo, Roberto Dias, para tentar entender o que pode acontecer para o presidente Jair Bolsonaro, se comprovada a denúncia de rachadinha. E para falar sobre o peso político de mais uma acusação contra o presidente, vamos falar com o repórter especial do Estadão e colunista da Rádio Eldorado, Marcelo de Moraes. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Daniel Reis. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 6, 2021 • 26min
Vacinação já começa a ter resultados efetivos no Brasil?
O ritmo da imunização contra a covid-19 no Brasil está estagnado, apenas 12% da população recebeu a segunda dose ou dose única do imunizante. Apesar disso, a vacinação já apresenta resultados de redução no número de internações e óbitos em diversos estados do país. Um estudo feito pela Universidade Federal de Pelotas em parceria com a Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, aponta que a vacinação contra a covid-19 evitou a morte de mais de 43 mil idosos de 70 a 79 anos no Brasil. Nos hospitais, houve uma pequena melhora nas taxas de ocupação de leitos de UTI: queda de 0,2%, ao dia, nos números de novos casos entre 20 e 26 de junho, de acordo com boletim epidemiológico divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz. O exemplo do Projeto S, que imunizou com a Coronavac toda a população adulta do município de Serrana, no interior paulista, mostrou grandes impactos na redução dos casos, internações e mortes para a covid. A vacinação fez os casos sintomáticos de covid-19 caírem 80%, as internações, 86%, e as mortes, em 95%, após a segunda dose do último grupo imunizado. Mesmo assim, a Coronavac se tornou algo de fake news de apoiadores e do próprio presidente Jair Bolsonaro, que atacou o imunizante em uma de suas lives semanais. Ao criticar a vacina, o presidente citou o exemplo do Chile, que apesar de liderar a vacinação na América Latina, com uso majoritário da Coronavac, vive um período de crescimento no número de casos e internações. No entanto, especialistas apontam que fatores como cobertura vacinal e outras medidas de controle da pandemia são cruciais para a avaliação dessas vacinas em cada um dos países. A explicação pode estar na flexibilização precoce das medidas de restrição, e no impacto de variantes mais transmissíveis. No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com Gustavo Cabral de Miranda, pesquisador do Departamento de Imunologia da USP, para falar sobre os impactos da vacinação e o atual cenário da imunização no País. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 5, 2021 • 28min
As mudanças no IR: justiça social ou pacote de maldades?
Um dos itens da Reforma Tributária, a chamada taxação de lucros e dividendos, tem gerado um clima bélico entre Paulo Guedes, empresários e o Congresso Nacional. A proposta do governo federal é aumentar a faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física para pessoas que recebem até R$2,5 mil, por mês. Hoje, essa isenção é para quem ganha até R$ 1,9 mil mensais. Segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, com a mudança, 16 milhões de brasileiros serão isentos, o dobro do número atual. O projeto é apontado pela equipe econômica como a segunda fase da reforma tributária do governo, que tem por objetivo simplificar o sistema tributário brasileiro. A primeira fase já está no Congresso desde o ano passado, e prevê a criação da Contribuição sobre Bens e Serviços, que vai unificar o PIS/Cofins. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), quer agilizar a votação das mudanças no Imposto de Renda. Mas, com a proposta de taxação de 20% sobre lucros e dividendos, o clima é de completa revolta entre os empresários que têm feito seguidos protestos contra a proposta. Agora, esse grupo se movimenta na Câmara e no Senado para barrar a proposta ou minimizar os danos. No episódio de hoje do Estadão Notícias vamos conversar com quem tem acompanhado esse clima tenso que se formou entre Paulo Guedes, empresários e Congresso, a repórter e colunista de economia do Estadão, Adriana Fernandes. E para analisar essa questão que pode beneficiar contribuintes de menor renda e prejudicar grandes investidores, vamos falar com a professora de Economia na UFMG, Débora Freire. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Júnior Moreira Bordalo. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 4, 2021 • 31min
Ouça 2° ep. do especial 'A volta da escola': geração perdida?
Durante o primeiro semestre de 2021, o Estadão acompanhou a reabertura da Escola Estadual Eliza Rachel de Macedo de Souza, no extremo leste da capital, em meio à pandemia do novo coronavírus no País. O diretor Aldo Florentino Alves e os professores da escola lutam para manter a qualidade do ensino e aprendizado dos mais de 2 mil alunos. Mas só cerca de 10% deles acabaram voltando ao presencial. Neste segundo episódio, vamos mostrar a busca ativa pelos estudantes que sumiram e deixaram de fazer até as atividades online. E discutir as conseqüências da escola fechada para a geração de crianças e adolescentes de hoje. Em entrevista, o secretário de educação Rossieli Soares diz que pretende exigir presença obrigatória ainda em setembro para tentar reduzir o déficit. Acompanhamos ainda um drama na família da aluna Acsa Spinassi, de 17 anos, que está no último ano do ensino médio. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Renata CafardoProdução/Edição: Ana Paula NiederauerSonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.


