Estadão Analisa com Carlos Andreazza

Estadão
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Aug 6, 2021 • 20min

ESPECIAL TÓQUIO 2021: Brasil bate o recorde de medalhas em olimpíadas

Rebeca Andrade conquistou sua segunda medalha em Tóquio. Além da prata no individual geral, saiu o tão esperado ouro no salto da ginástica artística fazendo história na modalidade. A conquista do ouro inédito na maratona aquática por Ana Marcela Cunha, marca também o primeiro título olímpico de uma nadadora brasileira na história. Já a coleção de medalhas da família Grael aumentou nos jogos de Tóquio, com o bicampeonato de Martine Grael. Ela e Kahena Kunze repetiram a performance de ouro dos jogos do Rio. Mas nem todos os resultados foram como o esperado. No vôlei de praia o Brasil teve as quatro duplas eliminadas. A seleção masculina do vôlei de quadra também perdeu na semifinal para o comitê olímpico russo, e agora vai competir pelo bronze contra a Argentina. Até a gravação deste podcast o Brasil já tinha garantido 20 medalhas. O número ultrapassa os pódios obtidos pelo país nas Olimpíadas do Rio em 2016. Neste segundo episódio do especial olímpico do Estadão Notícias, vamos falar sobre as primeiras medalhas e as próximas competições com os repórteres do Estadão diretamente de Tóquio, Raphael Ramos e Paulo Favero. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes e Jefferson Perleberg Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Julia Corá e Jessica Brasil. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Aug 6, 2021 • 26min

A censura às pesquisas eleitorais

Com a proximidade das eleições em 2022, os institutos de pesquisas já começam a divulgar as intenções de voto dos eleitores, mesmo sem a definição oficial dos candidatos. Entretanto, críticos as pesquisas argumentam que elas acabam induzindo o voto nos candidatos mais bem colocados, ou até minando possíveis candidaturas que não aparecem bem ranqueadas. Nessa linha, o presidente da Câmara, Arthur Lira, pretende colocar em votação nos próximos dias um projeto de lei complementar que traz diversas alterações na legislação eleitoral, incluindo uma espécie de censura às pesquisas de intenção de voto. O texto determina que os institutos que fazem esses levantamentos informem um percentual de acertos das pesquisas realizadas pela entidade ou empresa nas últimas cinco eleições. Uma espécie de média de acerto. A relatora do texto, a deputada Margarete Coelho do PP-PI, afirma que a Justiça Eleitoral será responsável por analisar a correlação entre os dados informados pelos institutos e o resultado das eleições para medir se foram compatíveis com as tendências do eleitorado. O texto também define que as pesquisas eleitorais só poderão ser divulgadas até a antevéspera do dia da eleição, ou seja, na sexta-feira. No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com Márcia Cavallari, que foi presidente do Ibope durante 10 anos, e hoje é fundadora da Inteligência e Pesquisa Consultoria. E para entender as mudanças do chamado novo código eleitoral que será votado, vamos falar com o Dr. Alberto Rollo, advogado especialista em Direito Eleitoral. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bonfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Julia Corá. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Aug 5, 2021 • 23min

Bolsa Família de 400 reais: boia de salvação para Bolsonaro?

O presidente Jair Bolsonaro tem buscado, a todo custo, retomar sua popularidade. Em julho, o Datafolha mostrou que a reprovação do governo subiu e atingiu 51% dos entrevistados. Uma das estratégias da presidência para melhorar a opinião da população é aumentar o programa Bolsa-Família.  O próprio presidente afirmou, nesta semana, que o governo estuda dar um aumento de "até 100%" do benefício. Como isso, o valor que hoje é de 192 reais, subiria para 384 reais, caso esse percentual seja confirmado. No entanto, essa proposta do presidente esbarra nas restrições fiscais. Além disso, existe o temor de que não haverá recursos suficientes para financiar o reajuste da forma que está sendo estudado.  Com essas medidas, o custo do programa tende a subir para mais de 55 bilhões de reais por ano. No Orçamento de 2021, a verba para o Bolsa Família é de 35 bilhões. Outro problema é encontrar espaço no Orçamento de 2022. Por isso, o governo federal deve propor ao Congresso Nacional um projeto para adiar o pagamento de dívidas reconhecidas pela Justiça, os chamados precatórios, e usar os recursos para elevar o valor do benefício.  Para falar sobre esse adiamento de dívidas, no episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com a repórter do Broadcast econômico, Idiana Tomazelli. E para explicar sobre as mudanças do programa de transferência de renda, proposto pelo governo, convidamos o economista Marcelo Neri, da FGV Social. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bonfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Julia Corá. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Aug 4, 2021 • 25min

Barroso X Bolsonaro: as urnas eletrônicas são seguras?

O País se viu no meio de um intenso embate a pouco mais de um ano das eleições de 2022 sobre a segurança das urnas eletrônicas. O presidente Jair Bolsonaro já começou a levantar dúvidas sobre a inviolabilidade das máquinas logo após sua vitória em 2018, em que ele acredita ter vencido no primeiro turno, mesmo sem provas desta afirmação. Com isso, Bolsonaro elegeu seu inimigo número um: o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso. Desde que começou a criar narrativas de que a eleição só acontecerá se o voto impresso for adotado, o presidente tem travado uma luta de retóricas com o ministro, que o acusou de manter uma “conduta antidemocrática”. Em paralelo a isso, uma comissão especial para analisar o tema foi criada na Câmara dos Deputados. Liderada por parlamentares bolsonaristas, a PEC do voto impresso pode ser enterrada, depois que líderes partidários resolveram se colocar contra a medida. O governo ainda tenta reverter a situação. De acordo com o TSE, há alguns inconvenientes na adoção do voto impresso, entre eles, as chances de fraude, o grande esquema logístico montado para garantir o transporte e o armazenamento seguro dos votos, e o risco de judicialização das eleições. Mas afinal, as urnas eletrônicas são seguras? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o professor da disciplina Computação Forense na USP e membro do subcomitê de tecnologias eleitorais da Sociedade Brasileira de Computação, Mario Gazziro, e com o diretor executivo do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS Rio), Fabro Steibel.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Aug 3, 2021 • 22min

Conteúdo Patrocinado: Ex-executiva e agora empresária

Como deixar a segurança de ser funcionária para ser empreendedora e dona de seu próprio negócio? A última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, realizada pelo IBGE, mostrou que cerca 9,3 milhões de mulheres estão à frente de negócios no Brasil e que, em 2018, elas já eram 34% donas de negócio. Mas dados recentes do Sebrae mostram que as mulheres já conquistaram 50% da ocupação empreendedora no Brasil. Mas quem busca a vida empreendedora? Existe um perfil padrão? Quais os desafios de deixar uma carreira cheia de segurança e benefícios para empreender? Para responder a essas perguntas, a jornalista Bárbara Guerra conversa com Gabriela Onofre, vice-presidente de Marketing da Único IDTech.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Aug 3, 2021 • 26min

A ‘2ª temporada’ da CPI da Covid: o que esperar?

Nesta terça-feira, 3 de agosto, após recesso do Senado, vão ser retomados os trabalhos da CPI da Covid. Esta segunda etapa de investigação da comissão deve focar na atuação da Precisa Medicamentos e da Davati Medical Supply, que atuariam como intermediárias para contratos de compra de vacinas da Covaxin e da Astrazeneca. Além disso, a CPI da Covid tem mais de 380 requerimentos prontos para entrar na pauta. São pedidos de convocações, quebras de sigilos, informações e audiências públicas que devem orientar a atuação do colegiado até o dia 5 de novembro.  Essa volta da comissão também conta com mudanças na sua composição. A ida de Ciro Nogueira, que era titular da CPI, para o cargo de ministro da Casa Civil, deu lugar ao senador Luis Carlos Heinze (Progressistas-RS), que ocupava uma das suplências. A vaga de suplente deixada por Heinze será agora ocupada pelo senador Flávio Bolsonaro, do Patriota do Rio de Janeiro. Para o presidente da CPI da Covid, Omar Aziz, a entrada do filho mais velho do presidente na comissão não mudará os rumos dos trabalhos. No episódio do Estadão Notícias de hoje vamos conversar com quem acompanha de perto os trabalhos da comissão, e detalha como será a volta da CPI da Covid, o repórter do Estadão em Brasília, André Shalders. Você ouve também uma entrevista com o presidente da comissão, o senador Omar Aziz (PSD-AM). O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bonfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Julia Corá. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Aug 2, 2021 • 28min

Batalha no Twitter: o embate sobre a eficácia do tratamento precoce

O tratamento precoce figurou entre as medidas de contenção da pandemia mais defendidas pelo presidente Jair Bolsonaro. Assim como Bolsonaro, seus apoiadores argumentaram a favor do uso de medicamentos como a cloroquina e a ivermectina de maneira veemente nas redes sociais. Uma das plataformas onde houve amplo debate sobre o assunto foi o Twitter, rede social que conta com aproximadamente 41 milhões de brasileiros e é uma importante ferramenta de análise dos temas que estão em “alta”.  Para entender como o assunto surgiu e foi tratado na plataforma, e como se deu essa “batalha da cloroquina” na internet, o Estadão realizou uma parceria com a consultoria LLYC, que utilizou sociogramas - gráficos que mostram as relações entre pessoas de um mesmo conjunto - para analisar as repercussões. Segundo o levantamento, as “bolhas” contra e a favor foram responsáveis por 18 milhões de citações sobre o tópico no Twitter, entre novembro de 2019 e maio de 2021. Ainda hoje, sinônimos do tratamento precoce seguem figurando entre as publicações da rede, como: kit covid, tratamento preventivo e o nome dos principais medicamentos, como cloroquina, hidroxicloroquina e ivermectina. A pesquisa em parceria com a LLYC ainda atesta que a contribuição do presidente Jair Bolsonaro para esta discussão foi bastante relevante. Foram identificados picos importantes do debate na rede social, principalmente durante a 1ª onda da pandemia e, depois, na 2ª onda – que também coincide com o início da vacinação no Brasil. Depois deste período os termos aparecem no Twitter de maneira ainda mais frequente.  No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com os repórteres do Estadão, Emilio Sant' Anna e o Victor Vieira, que trabalharam com estes dados e produziram este conteúdo especial. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes e Jessica Brasil Produção/Edição: Julia Corá, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg, Jessica Brasil e Taísa Medeiros.  Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Jul 31, 2021 • 23min

Tecnologia #178: #Start Eldorado: Ferramentas digitais no ESG

ESG é um leque de temas que ganha cada vez mais importância em empresas de várias áreas e tamanhos - e as tecnologias de captura, cruzamento, inteligência de dados têm papel fundamental nas ferramentas digitais de monitoramento. O Start Eldorado recebe Carla Leal, diretora de Growth da WayCarbon, e Thaís de Morais Souza, da MRV, para uma conversa sobre as inovações tecnológicas na área e a plataforma Climas, que acompanha mais de 5.000 parâmetros e 44 milhões de toneladas de emissões de gases de efeito estufa. O Start vai ao ar às 21h, às quartas-feiras, para toda Grande São Paulo na Eldorado FM 107,3 - SP, com a apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Jul 30, 2021 • 17min

Conteúdo patrocinado: Opções de geração de energia durante a crise

Crise hídrica, consumo maior de energia, dependência de termoelétricas e aumento na conta de luz são os temas mais debatidos quando o assunto é energia aqui no Brasil. Especialistas e empresas do setor energético debatem formas alternativas de energia durante a estiagem mais longa dos últimos 91 anos.  Neste segundo episódio Caminhos da Energia, produção do Estadão Blue Studio, especialistas explicam por que a nossa matriz energética, basicamente hídrica, portanto limpa, foi parar nesse xeque-mate. O professor Pedro Côrtes, do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo, explica que aquela solução emergencial encontrada em 2001 foi modificando a matriz energética brasileira e o País começou a caminhar ao contrário do resto do mundo. Diretor Financeiro da Votorantim Energia, Carlos Guerra, acredita que o melhor caminho para o Brasil neste momento é substituir as termoelétricas mais poluentes por outras de menor impacto ambiental. Outra possibilidade é aproveitar uma estrutura já existente, com menor emissão de gases do efeito estufa: o gás natural. O diretor de Estratégia e Mercado da Associação Brasileira das Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás), Marcelo Mendonça, diz que apenas 12% do gás natural brasileiro está presente na produção energética.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Jul 30, 2021 • 21min

ESPECIAL TÓQUIO 2021: Brasil já tem ouro, prata e bronze, ouça no ‘Estadão Notícias’

Em poucos dias de disputas, o Brasil já conquistou sete medalhas nos Jogos Olímpicos de Tóquio. As conquistas no evento marcam uma nova fase do Brasil, que já começou com tudo e teve o melhor início de Jogos da sua história. O Estadão Notícias está acompanhando os jogos e trazendo os principais resultados, bastidores e entrevistas com repórteres diretamente do Japão. Nas modalidades que estrearam neste ano, a delegação brasileira já conta com um ouro do surfista Ítalo Ferreira e duas pratas dos skatistas Kelvin Hoefler e Rayssa Leal, conhecida como a “fadinha”. Ao som de Baile de Favela, Rebeca Andrade também levou uma medalha de prata inédita na final individual geral da ginástica artística feminina.  As modalidades mais tradicionais, nas quais o Brasil tem histórico de medalhas, não ficaram para trás. Já foram três bronzes, dois no judô, com Daniel Cargnin e Mayra Aguiar, e um na natação, com Fernando Scheffer. Os destaques do País não se resumem às medalhas. Atletas brasileiros foram protagonistas em suas modalidades, como Ygor Coelho no badminton, Hugo Calderano no tênis de mesa, e Marcus D'Almeida no tiro com arco.  Neste segundo episódio do especial olímpico do Estadão Notícias, vamos falar sobre as primeiras medalhas e as próximas competições com os repórteres do Estadão diretamente de Tóquio, Raphael Ramos e Paulo Favero. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes e Jefferson Perleberg Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Julia Corá e Jessica Brasil. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

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