

Estadão Analisa com Carlos Andreazza
Estadão
O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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Aug 24, 2021 • 27min
PMs podem aderir a movimento golpista de bolsonaristas?
O País novamente volta a discutir o risco de golpe contra as instituições democráticas por parte do presidente, após membros da Polícia Militar convocarem a população para os atos pró-Bolsonaro no dia 7 de setembro. O comandante da Polícia Militar de São Paulo, coronel Aleksander Lacerda, usou sua conta no Facebook para convocar seus “amigos” para a manifestação em Brasília, assim como outros militares do Estado. %CODE2% As manifestações do coronel são o mais forte episódio de contaminação do bolsonarismo na PM paulista, pois envolvem um comandante da ativa. Em sua manifestação, Aleksander ainda afirma que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), é “covarde”, que o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), é uma “cepa indiana” e o deputado Rodrigo Maia é qualificado como beneficiário de um esquema “mafioso”. Como resposta a esse ato do coronel da ativa da PM, o governador de São Paulo, João Doria, determinou o afastamento de Aleksander Lacerda. Outras medidas disciplinares também devem ser tomadas contra o militar. Mas este está longe de ser um caso isolado. Ao contrário dos integrantes da ativa, os homens da reserva podem participar de manifestações. O temor é que Bolsonaro use as Polícias Militares para tentar uma ruptura, caso perca as eleições de 2022. Os ataques do presidente Jair Bolsonaro à democracia e a ameaça de não aceitar as eleições de 2022 levaram cinco ex-presidente da República a procurar contatos com militares para saber a disposição dos quartéis. Eles ouviram de generais da reserva e da ativa a garantia de que as eleições vão acontecer e de que o vencedor – seja quem for – tomará posse. No episódio de hoje, vamos conversar sobre essa tensão de ruptura democrática que agora envolve as Polícias Militares, com o pesquisador do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e professor de gestão pública da FGV, Rafael Alcadipani. E também convidamos o repórter especial do Estadão, Marcelo Godoy, que revelou as postagens do coronel Aleksander Lacerda para analisar o caso envolvendo a Polícia Militar de São Paulo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bonfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 23, 2021 • 30min
Lula e Bolsonaro disputam um lugar no coração do Centrão
Na busca por apoio para as eleições de 2022, Lula e Bolsonaro começam suas articulações com o chamado Centrão. Nas últimas semanas, o ex-presidente Lula fez uma caravana pelo Nordeste, onde passou por mais de 6 estados. Na viagem, tem fechado acordos para sua candidatura ao Palácio do Planalto com aliados do governo federal. Na prática, o Centrão está com Bolsonaro no Congresso Nacional, mas o grupo não tem fidelidade a ele fora da Praça dos Três Poderes. Principal partido do Centrão, o Progressistas (PP) do presidente da Câmara, Arthur Lira (AL), e do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, já rachou. Na Bahia, por exemplo, o vice-governador João Leão também é do PP e se movimenta para a continuidade da união com os petistas. No Recife, Lula conseguiu selar a paz com o PSB em Pernambuco para pavimentar aliança nacional entre as duas siglas em 2022. Em Teresina, no Piauí, Lula se encontrou com dirigentes de MDB, PSD, PC do B, PL, PTB, PSB, Solidariedade, Cidadania e PDT. Porém, a grande figura do Centrão e que será crucial para 2022 é o atual ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira. Principal articulador do governo junto ao Congresso, Ciro tem o sonho de ser governador do Piauí, estado onde Lula é mais forte que Bolsonaro. Os principais aliados de Ciro Nogueira no PP, os deputados Dudu da Fonte e André Fufuca, apoiam Lula. Para tentar amenizar esse risco de perder o Centrão para 2022, Jair Bolsonaro, cogita se filiar ao PP de Ciro Nogueira, legenda que daria capilaridade nacional para o pleito do ano que vem. No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, convidamos a colunista do Estadão, em Brasília, Vera Rosa, para analisar e trazer as informações sobre essa aliança paralela de Lula com o Centrão. E também vamos conversar sobre essa postura do Centrão, e o que devemos esperar para 2022, com o cientista político da Tendências Consultoria, Rafael Cortez. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bonfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 22, 2021 • 19min
Conteúdo Patrocinado: A diferença entre um hospital geral e um cancer center
O câncer é uma doença que, para ser combatida, precisa que diagnóstico precoce, tratamento, tecnologia e pesquisa estejam integrados. Descobrir o tumor o quanto antes é essencial, mas não só. O paciente oncológico precisa ser assistido rapidamente e se tiver acesso ao que há de mais moderno em terapias e medicamentos, aumentam suas chances de vencer a doença e de ter uma boa qualidade de vida. Para conversar sobre a importância da sinergia entre medicina, tecnologia, pesquisa e condutas terapêuticas baseadas em evidências científicas no tratamento dos vários tipos de cânceres. Neste podcast, com patrocínio de A. C. Camargo Cancer Center, Rita Lisauskas conversa com o CEO do A. C. Camargo Cancer Center, Victor Piana, que fala sobre a diferença de se tratar o câncer em um um hospital geral e um cancer center.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 21, 2021 • 22min
Tecnologia #181: #Start Eldorado: 5G na mira das empresas brasileiras
Com os avanços da tecnologia e a guinada impulsionada pela pandemia, a implementação do 5G se torna cada vez mais próxima da realidade. Consequentemente, as empresas estão se voltando ainda mais para a conectividade sem fio de última geração, para manter funcionários, máquinas e clientes conectados, com planos de aumentar os investimentos na área assim que a covid-19 estiver mais controlada. O nível de maturidade e a disposição das organizações brasileiras em investir nas novas redes de alta velocidade é surpreendente, mas os desafios para implementá-las de fato no dia a dia do negócio ainda são altos - passam por preocupações com segurança, aplicações, possíveis trocas de fornecedores, etc. Para falar sobre este tema e os dados de recente pesquisa feita pela Deloitte, o Start Eldorado recebe Tiago Novais, gerente da área de Tecnologia, Mídia e Telecomunicações da consultoria. O Start vai ao ar às 21h, às quartas-feiras na Eldorado FM 107,3, com Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 20, 2021 • 36min
Por que segregar alunos com deficiência, como quer Milton Ribeiro, é um erro
O Ministro da Educação, Milton Ribeiro, durante entrevista ao programa "Sem Censura", da TV Brasil, falou que crianças com deficiência “atrapalhavam o aprendizado dos outros”, para se referir ao ato de incluir crianças com e sem deficiências em um mesmo ambiente de aprendizado. O Ministro defendeu a criação de turmas e escolas especializadas, que atendam apenas estudantes com deficiência. O senador Romário, que é pai de Ivy, uma menina de 16 anos que tem síndrome de Down, reagiu nas redes sociais. O ex-jogador classificou as falas de Milton Ribeiro como vindas de uma pessoa "imbecil" e afirmou que não era de se esperar que um ministro da Educação tivesse a postura apresentada por ele. A Comissão Externa de Acompanhamento do Ministério da Educação, formada por deputados federais, concordou com as críticas de Romário ao ministro. O grupo disse em nota oficial, que a fala do ministro é "segregadora e vai contra as leis e as normas constitucionais brasileiras que promovem a inclusão aos estudantes com deficiência” Foi nessa mesma entrevista que o Ministro da Educação disse que a “universidade deveria ser para poucos, nesse sentido de ser útil à sociedade”. O ministro também voltou a defender o retorno do ensino presencial nas escolas, mesmo sem o programa vacinal estar completo. Além disso, o pastor e professor afirmou que essas atividades devem ser classificadas como essenciais, com a aprovação de projeto de lei que tramita no Senado. No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com a repórter de ‘Política’ do Estadão, Adriana Ferraz. Ela é mãe de um filho autista e conta como já é difícil, no atual cenário, encontrar escolas realmente inclusivas. Sobre a importância desse tema, ainda ouvimos a psicanalista e doutora em educação, Ilana Katz. Já a repórter especial do Estadão, Renata Cafardo, faz um balanço da gestão Milton Ribeiro até aqui. O episódio também traz relatos em uma reportagem do produtor do podcast, Jefferson Perleberg, que conversou com representantes de duas escolas que aplicam políticas inclusivas nas salas de aulas. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bonfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 19, 2021 • 17min
Conteúdo Patrocinado: A importância da rede de apoio na jornada contra o câncer
Receber o diagnóstico de câncer afeta não só o paciente oncológico, mas todo o seu entorno. Por isso, vencer o câncer tem muitos significados. Em um primeiro momento, pode parecer que a vitória é apenas a cura ou a remissão da doença. Mas, a verdade é que, durante a jornada do paciente, há diversos momentos que merecem ser celebrados. Para alguns, é sair do consultório, após uma consulta, com a notícia da doença controlada. Para outros, é ter a possibilidade de realizar seu tratamento em casa. Ou mesmo ter mais tempo para aproveitar a vida com qualidade. É buscar a felicidade no dia a dia, em cada atitude e a cada passo dado. Essa jornada pode parecer solitária. Mas não se caminha sozinho. Há muitas pessoas e instituições ao redor do paciente que são importantes, focadas em proporcionar suporte, acolhimento e cuidado humanizado que fazem a diferença nesta trajetória. Essa rede é formada por familiares, profissionais da saúde, amigos, grupos de apoio, associações, sociedades médicas. Neste podcast com patrocínio de Janssen, Rita Lisauskas conversa sobre a importância da rede de apoio no tratamento com Mariléia Pinheiro e Roberto Gouveia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 19, 2021 • 22min
A disputa entre bolsonaristas e oposição pelo 7 de setembro
O presidente Jair Bolsonaro convocou seus apoiadores para um ato no dia 7 de setembro, quando se comemora a independência do Brasil. A pauta da manifestação passa pela defesa do voto impresso, projeto já derrubado na semana passada pela Câmara dos Deputados, e inclui o pedido de impeachment de ministros do STF. A maior manifestação está prevista para acontecer na Avenida Paulista, em São Paulo, com forte divulgação nas redes sociais bolsonaristas. No entanto, essa manifestação pode não ocorrer porque grupos antibolsonaristas, como Acredito, Povo Sem Medo, Central de Movimentos Populares, sindicatos e partidos de esquerda, entraram com uma ação no Ministério Público para contestar e tentar impedir a realização do ato. Com o aumento das manifestações contra e a favor do governo, a Polícia Militar faz uma espécie de rodízio para organizar os atos e evitar que os grupos se encontrem e marquem protestos na mesma data. Organizadores do “Fora, Bolsonaro” alegam ser a vez deles no “rodízio” de atos marcados para a mesma data acertado com a Polícia Militar. Segundo a PM, no dia 24 de julho, houve um conflito de agenda, e que naquela data a preferência teria sido dada aos grupos associados à esquerda. Deste modo, quem poderia ir às ruas em 7 de setembro seriam os bolsonaristas. No entanto, a “Coluna do Estadão” não localizou convocação de atos da direita bolsonarista e da esquerda para 24 de julho. A questão é que esse conflito tem preocupado as forças de segurança do Estado de São Paulo. O medo é de desrespeito ao rodízio e consequente conflito. No episódio de hoje, vamos conversar com quem apurou essa situação, e conta pra gente o que está acontecendo, o editor da “Coluna do Estadão”, e colunista da Rádio Eldorado, Alberto Bombig. O episódio do Estadão Notícias também traz relatos exclusivos para o podcast da deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), que pertence ao movimento de apoio ao presidente “Nas Ruas”, e de Marco Martins, líder estadual do “Movimento Acredito”, umas das organizações pró-impeachment do presidente. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bonfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 18, 2021 • 32min
Terceira dose da vacina será inevitável?
O Ministério da Saúde admitiu a possibilidade de indicar a terceira dose da vacina contra a covid-19 em alguns casos, conforme declaração feita pela secretária de Enfrentamento à Covid-19 da pasta, Rosana Leite Melo. O assunto já estava em discussão no planejamento de aplicação da vacina em alguns estados que solicitaram o aval do ministério para a dose de reforço em idosos. Os casos de internação e morte de idosos com esquema vacinal completo reacenderam o debate sobre a necessidade de mais uma dose, como já ocorre em países como Israel e Chile. Um estudo da Fiocruz projetou aumento de internações de idosos com mais de 80 anos nos Estados de São Paulo e do Rio, como ocorreu com o ator Tarcísio Meira, que mesmo vacinado, faleceu no dia 12 de agosto. As ocorrências de infecções não indicam que as vacinas não funcionam, mas podem significar que há redução da proteção ao longo do tempo em idosos. Nos Estados Unidos foi autorizado o uso emergencial das vacinas Pfizer/BioNTech e Moderna na aplicação de uma terceira dose dos imunizantes, válida somente para indivíduos imunossuprimidos, como pessoas que receberam órgãos transplantados ou que tenham doenças que prejudiquem seu sistema imune. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) enviou um ofício ao laboratório Pfizer pedindo informações sobre os estudos de 3ª dose de sua vacina contra a covid-19. O laboratório AstraZeneca é outro que também está avaliando a segurança, a eficácia e a imunogenicidade de uma terceira dose da sua vacina. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bonfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 17, 2021 • 38min
Taleban: a volta do terror no Afeganistão
Após 20 anos, o Taleban reconquistou o poder no Afeganistão. Na última semana, o presidente americano Joe Biden ordenou a retirada das tropas norte-americanas do país. Foi então que o grupo rapidamente começou a tomar cidade por cidade no Afeganistão até chegar à capital Cabul. O presidente afegão, Ashraf Ghani, ainda buscava uma solução com os invasores, porém teve que abandonar o território. Ghani disse em publicação no Facebook que decidiu sair para "evitar um banho de sangue" e que "inúmeros patriotas teriam sido martirizados e Cabul seria destruída" caso ele não entregasse o poder. O grupo prometeu a livre saída para quem quiser deixar a cidade, o que já está acontecendo. Vídeos publicados nas redes sociais mostram cidadãos correndo para os aeroportos na esperança de deixar o país. Militantes do grupo já afirmaram que estão determinados a impor sua versão da sharia, a lei islâmica, que inclui apedrejamento por adultério, amputação de membros por roubo e proibição de meninas com mais de 12 anos de ir à escola. No episódio desta terça-feira do Estadão Notícias, vamos falar sobre a repercussão nos Estados Unidos com a mudança de governo no Afeganistão e a resposta das autoridades, com a correspondente do Estadão em Washington, Beatriz Bulla. Também vamos conversar com a jornalista Adriana Carranca, que esteve no país em diversas coberturas. Ela é autora dos livros "O Afeganistão depois do Talibã" e "Malala, a menina que queria ir para escola". E para discutir sobre o poderio militar do grupo extremista e a possibilidade de uma nova ofensiva militar contra o Taleban, convidamos o repórter especial do Estadão, Roberto Godoy, especialista em armamento bélico. Ainda ouvimos a análise do professor da Universidade de Stanford, Robert Crews. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bonfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 16, 2021 • 22min
Inflação disparada: até onde ela pode chegar?
Apesar da retomada gradual dos serviços, a saúde econômica do Brasil não está tão bem assim. Os números de julho mostram um avanço de 0,96% no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA, que mede a nossa inflação, um acumulado de 4,76% nesses primeiros sete meses de 2021, quase 9% nos últimos 12 meses. O aumento dos alimentos e da energia são os principais responsáveis pelo índice elevado. As ondas de frio intenso, geada e neve prejudicaram pastagens e plantações e devem trazer mais prejuízos aos agricultores. A seca que atinge o Centro-Sul do Brasil gerou a maior crise hídrica dos últimos 90 anos, o que reduziu o nível dos reservatórios das hidrelétricas, responsável por 70% da produção de energia. Situação que obrigou o País a acionar termelétricas, encarecendo a produção de energia. A bandeira vermelha patamar 2 nas tarifas de energia elétrica contribuiu para um avanço de 7,9% na conta de luz em julho. A situação também é delicada no preço dos combustíveis, a Petrobrás aumentou o preço médio por litro do combustível vendido às distribuidoras de R$ 2,69 para R$ 2,78. Só neste ano a gasolina acumula uma alta de 51%. Em uma de suas lives semanais, o presidente Jair Bolsonaro se eximiu da responsabilidade do aumento da inflação, culpou a pandemia e disse que o governo federal “não irá resolver tudo”. No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos falar sobre esses indicadores e as perspectivas para o país, com a economista-chefe da A.C. Pastore & Associados, Paula Magalhães. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bonfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.


