
O Assunto O que o mundo aprendeu (e o que esqueceu) com as invasões dos EUA
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Jan 12, 2026 Filipe Figueiredo, historiador e colunista do Estado de São Paulo, discute como as intervenções dos EUA transformaram-se em instrumentos de política externa e seu legado de instabilidade global. Ele analisa o impacto das invasões no Iraque e Afeganistão, além do papel estratégico dos EUA no Canal do Panamá e o golpe no Irã. Figueiredo critica a formação de novas justificativas para intervenções e prevê a evolução das táticas militares. Por fim, ele reflete sobre a situação atual na Venezuela e o futuro da política externa americana.
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Máquina Militar Como Ferramenta Política
- Os EUA converteram seu poder militar numa ferramenta contínua de política externa desde meados do século XX.
- Intervenções vieram prometendo ordem e democracia, mas frequentemente geraram instabilidade e custos humanos e financeiros enormes.
Legado Sangrento do Iraque
- A invasão do Iraque em 2003 durou quase nove anos e deixou quase 500 mil civis mortos, segundo estudo universitário americano.
- O conflito também custou cerca de 2 trilhões de dólares e desencadeou guerra civil no país.
Afeganistão: Vitória Parcial e Retirada
- A intervenção no Afeganistão começou após o 11 de setembro com respaldo da OTAN e durou duas décadas.
- Apesar de matar Bin Laden, a ocupação terminou com retirada e retorno do Talibã, gerando colapso do Estado afegão.
